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EDITORIAL
“ALL THINGS MUST PASS...”
HÁ UM ANO ATRÁS quando redigíamos
o editorial da edição de novembro/2000, as perspectivas para o primeiro ano do novo milênio
eram, em sua maioria, animadoras.
LAMENTAVELMENTE , ENTRETANTO, principalmente a partir do 2o. trimestre de 2001, o “jogo virou” em nosso país,
vieram as crises de energia, da Argentina, culminando, em 11 de setembro, com o terrível ataque terrorista
contra as torres do World Trade Center e a conseuqnte guerra dos Estados Unidos no Afeganistão.
ESSE ACONTECIMENTO precipitou, aliás, uma tendência que já se prenunciava: recessão
na economia americana e consequentes reflexos pelo mundo globalizado.
NO BRASIL TIVEMOS estratosféricas altas do dólar que muitos apregoavam que acabariam batendo em R$
3,00 até a virada para 2002.
AO FINDAR NOVEMBRO, no entanto, parece que as coisas não se tornaram tão negras: o dólar caiu
a patamares de R$ 2,50 e sentiu-se uma brisa de alento com relação à recuperação
de nossa economia.
ESSE EDITORIAL, CONTUDO, está sendo redigido no dia 30/11 antes, portanto, de novas medidas drásticas
do governo argentino na tentativa de salvar sua combalida economia.
APESAR DE ESTARMOS de certa forma “descolados” do que acontece em terras portenhas, não sabemos se a profundidade
das “mexidas” do Ministro Cavallo acabarão se refletindo por aqui.
TODAS ESSAS INCERTEZAS não devem abalar o espírito das pessoas no momento que se aproxima festividade
de simbolismo tão marcante que é o NATAL pois, parafraseando o ex-Beatle (lamentavelmente falecido
em 29/11), George Harrison, em uma de suas belas canções, “All Things Must Pass”, “Todas as Coisas
Têm Que Passar”.
GOSTARÍAMOS, PORTANTO, de desejar, a todos nossos
leitores, anunciantes, enfim, a todo o mercado petroquímico/plástico, apesar de todos os percalços
de 2001, um felicíssimo Natal e uma “virada” de ano especialmente alegre, plena de paz e tranquilidade para
um 2002 com muitas esperanças e realizações, tanto a nível pessoal, quanto profissional.
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