NOVEMBRO DE 2001

   

NOTAS SINTÉTICAS

• AO QUE TUDO INDICA, ALGUMAS INDÚSTRIAS DA UNIÃO EUROPÉIA deverão transferir investimentos destinados aos países da América do Norte para a Alca (Área de Livre Comércio das Américas). Um exemplo disso é a Bayer, importante indústria química alemã, que deverá investir no Brasil ao invés do México, como havia sido programado anteriormente.

• NO MÊS DE NOVEMBRO NÃO HOUVE COMPRADOR NO LEILÃO DA CIQUINE. Porém, o Banco Central (BC) continua apostando para que haja um novo leilão ainda esse ano e, para que isso se torne viável, deverá propor uma redução do preço mínimo dessa companhia.

• A COPENE COMEÇARÁ O ANO DE 2002 COM NOVIDADES: ela espera receber até fevereiro/2002 o carregamento da nafta importada por ela diretamente, sem a participação da Petrobrás. A Copene, que consome em torno de 4 milhões de tons./ano de nafta, acredita que importando uma parte dessa matéria prima diretamente, sem a intermediação da Petrobrás, irá conseguir melhores condições de pagamento do que as oferecidas pela companhia nacional.

• MUDANÇAS NO SETOR DA BORRACHA: pela primeira vez, em vinte anos, o consumo da borracha natural superou o da sintética, no setor da pneumática. Isso devido à inversão de custos, pois a tonelada da borracha natural foi comercializada abaixo da tonelada da borracha sintética.

• UMA NOVA JOINT VENTURE NO MERCADO: a importante fabricante italiana de injetoras termoplásticas, Main Group, irá se juntar com a AHB Representações (RS) para a fabricação de equipamentos para a indústria de calçados no sul do Brasil.. A nova empresa deverá se chamar Main Group Sudamérica e tem como meta alcançar o mercado de todas as Américas.

• EM 2002 A SINIMPLAST, FABRICANTE DE FRASCOS PLÁSTICOS, começará a concretizar a meta de internacionalização de seus produtos. A princípio, começará pela Argentina, em forma de joint venture com a Matriplast, e depois chegará ao México, mas nesse país sem realizar parcerias. A Sinimplast tem por objetivo, um dia, atingir o mercado dos Estados Unidos.

• TAMBÉM O MERCADO NACIONAL ESTÁ NOS PROJETOS DA SINIMPLAST. Ela pretende abrir novas fábricas, tanto no Rio de Janeiro (RJ) como em Recife (PE), com o objetivo de diversificar seus produtos. Hoje, quase 70% de suas vendas estão atreladas à indústria de cosméticos e limpeza, mas essa importante fabricante de frascos pretende ampliar suas vendas para a indústria farmacêutica, entre outras.

• A VULCAN, TRADICIONAL FABRICANTE DE FILMES E LAMINADOS plásticos, resolveu aderir à nova tendência da indústria automobilística internacional, que visa substituir o PVC pelo TPO, um material mais fácil de ser reciclado, o que atende mais às expectativas ambientais. Também essa mudança vai proporcionar melhorias quanto à padronização dos automóveis e uma maior funcionalidade, evitando-se o uso de diferentes matérias primas. A Vulcan está investindo na incorporação dessa nova tecnologia através da parceira com a indústria japonesa Okamoto.

• O SETOR DE EMBALAGENS VOLTA A SE MOSTRAR OTIMISTA, com a possibilidade de crescimento de 2% até o final de dezembro de 2001. O setor que, em meados de julho, afetado pelas crises de energia, alta do dólar e crise argentina, chegou a ter estimativas zero de crescimento, começou a recuperar sua capacidade de produção. Cabe lembrar que o setor de plásticos é responsável por quase 31% da produção total de embalagens, só “perdendo” para o papel/papelão.

• UM DOS SEGMENTOS DE EMBALAGENS PLÁSTICAS QUE MAIS CONTRIBUIU para esse crescimento foi o de PET (Politereftalato de Etileno), que cresceu cerca de 12% em relação ao ano de 2000. Segundo a Abepet (Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagem de PET), a utilização do PET nas embalagens de água mineral e na indústria farmacêutica tem crescido de maneira surpreendente nesses últimos meses.

• OUTRA BOA NOVA NO MERCADO É SOBRE O PREÇO DA NAFTA, importante matéria prima para o setor petroquímico/plástico: o preço de sua tonelada deverá cair para até R$ 420,00 em dezembro, o que estimulará bastante esse setor, possibilitando que as indústrias viabilizem a exportação de seus produtos. Cabe lembrar que o preço da tonelada da nafta chegou a ser R$ 604,00 em outubro, passando, em novembro, a R$ 515,00.

• AUMENTA A PRODUÇÃO DO POLIESTIRENO. A Dow Química comunicou ao mercado, dia 19/11, o aumento da capacidade de sua unidade, em Guarujá, de 120.000 para 190.000 ton/ano.Para isso foram investidos cerca de US$ 50 milhões.

A Piramidal deseja a todos um
Natal carregado de Paz e Alegria.

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