NOVEMBRO DE 2001

 

POLITENO É FINALISTA DO
PRÊMIO NACIONAL DE QUALIDADE

Pelo segundo ano consecutivo, a Politeno, alcança a marca de finalista do PNQ - Prêmio Nacional da Qualidade, considerado o mais importante prêmio de reconhecimento à excelência empresarial no país. A indústria petroquímica, instalada no Pólo de Camaçari, concorreu com outras 29 candidatas que passaram por minuciosa avaliação, realizada por 279 examinadores, num total de 17 mil horas de trabalho voluntário, no período de cinco meses. A entrega do troféu, feita tradicionalmente pelo Presidente da República, aconteceu no dia 12/11, às 19 horas, no Parlatino, em São Paulo. Desta vez, a Bahia teve o principal destaque na premiação, já que a vencedora foi a Bahia Sul Celulose, instalada em Mucuri - extremo sul baiano, que, assim como a Politeno, tem o Grupo Suzano como acionista.
Fundada em setembro de 1974, a Politeno é uma indústria petroquímica de segunda geração, produtora de polietilenos, resinas termoplásticas utilizadas pelas empresas de terceira geração, as transformadoras de plásticos, como matérias-primas para a produção de embalagens flexíveis, objetos utilitários, brinquedos, utensílios domésticos, caixas d’água, tubos, mangueiras e solados para calçados, entre outros.
Com 234 empregados e um faturamento bruto de R$ 784 milhões em 2000, a Politeno tem cerca de 80% do seu mercado no sudeste, centro-oeste e sul, e 20% nas regiões norte e nordeste. A empresa também atua no mercado internacional, exportando resina para países do Mercosul e outros continentes.
A busca pela qualidade
Desde o início da implantação da ISO 9000, em 1993, a Politeno adotou uma filosofia empresarial voltada para a Qualidade, com a certificação do sistema da qualidade pela norma ISO 9002, em 1994 e também com a implantação do QTP - Qualidade Total Politeno, programa de melhoria contínua com base no gerenciamento da rotina. Em 1995, implantou o 5S e, dois anos depois, a ISO 9001 e, também conquistou o Prêmio Sesi de Qualidade Total no Trabalho/BA. No mesmo ano de 1997, implantou o Gerenciamento pelas Diretrizes, visando dar saltos quantitativos no seu programa de melhoria, buscando resultados mais desafiadores que o orçamento.
Já em 1998 veio a implantação do Programa CCQ - Círculos de Controle de Qualidade, ficando a Politeno como finalista do Prêmio Gestão Qualidade Bahia, que ganhou no ano seguinte. Ainda em 1999, recebeu, o Prêmio Desempenho Instituto Miguel Calmon, e o segundo lugar regional Bahia do Prêmio CNI de Qualidade e Produtividade, num trabalho de grupo de CCQ. A certificação pela ISO 14001 é o próximo objetivo de qualidade, devendo ocorrer nos próximos dias a auditoria de adequação pelo BVQI.
Segundo o Diretor Superintendente da Politeno, Jaime Sartori, “conquistar a marca de finalista do PNQ pelo segundo ano consecutivo, é um importante reconhecimento uma vez que os Critérios de Excelência do Prêmio são bastante rigorosos e este ano se tornaram ainda mais exigentes”. Para Sartori, sem o envolvimento de todos os setores da fábrica, esta conquista não seria possível, visto que esta é apenas a terceira participação da Politeno no PNQ.
A Fundação para o Prêmio Nacional da Qualidade (FPNQ) é uma entidade privada, sem fins lucrativos, criada em 1991 por 39 organizações públicas e privadas, para administrar o Prêmio Nacional da Qualidade (hoje são cerca de 170 organizações mantenedoras da FPNQ). Aparticipação no Prêmio Nacional da Qualidade envolve a elaboração do Relatório da Gestão pela empresa Candidata e a avaliação desse relatório por análise crítica individual e por consenso dos examinadores voluntários. As empresas que obtiverem uma pontuação elevada, são visitadas por equipes de examinadores para confirmação dos dados do relatório. Neste ano, foram escolhidas apenas três empresas para serem visitadas: a Politeno, a Bahia Sul Celulose, e a Eaton (Valinhos - SP).

   

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