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NOTAS SINTÉTICAS
• A ULTRAPAR, CONTROLADORA DA OXITENO E DA ULTRAGAZ,
obteve um crescimento de sua receita líquida de mais de 30% no terceiro trimestre desse ano. Já a
Oxiteno obteve um lucro de mais de R$ 115 milhões entre o período de janeiro a setembro de 2002.
• TAMBÉM A ALEMÃ BASF ESTÁ OTIMISTA QUANTO aos seus resultados nesse ano: está prevendo
que seu lucro irá crescer na faixa de 15% em 2002, apoiada, principalmente, pelos resultados obtidos no
último trimestre.
• A COMPANHIA PETROQUÍMICA DO SUL (COPESUL) aumentou sua produção e vendas no terceiro trimestre
de 2002, revertendo seu endividamento para R$ 840 milhões. No início desse ano, o mesmo chegou a
ser de mais de R$ 1 bilhão.
• EM RELAÇÃO À BORRACHA NATURAL NACIONAL, saiu a liberação de mais de R$ 20
milhões para o pagamento dos subsídios dos produtores agrícolas, relativo ao primeiro semestre
desse ano. De acordo com o Cepea - Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, como o preço
de referência da borracha natural, a partir de julho/02, estabeleceu-se acima de R$ 2,50, isso acarretará
que o governo não precisará mais continuar com esses subsídios.
• A CANADENSE ALCAN, PRODUTORA DE EMBALAGENS para balas, rótulos de plásticos p/refrigerantes e forros
de maços de cigarro, adquiriu a divisão de embalagens flexíveis da norueguesa Norsk Hydro,
a ASA, expandindo ainda mais sua área de atuação.
• A SUIÇA CLARIANT, RESULTANTE DA UNIÃO DA divisão química da Sandoz e da Hoechst,
tem, atualmente, no Brasil, 4 fábricas e faturamento na ordem de mais de R$ 300 milhões. Apesar de
querer aumentar as exportações, investirá, até 2003, cerca de US$ 40 milhões,
sem se descuidar do mercado interno que representa mais de 75% de suas vendas.
• A FRANCESA RHODIA ESTÁ PRETENDENDO INVESTIR na América Latina cerca de US$ 30 milhões, Caberá
ao Brasil,ao que tudo indica, em torno de US$ 15 milhões. Mesmo assim, esse investimento é menor
do que geralmente a empresa realizava anualmente, que sempre era de mais ou menos US$ 50 milhões.
• A PETROQUÍMICA BRASKEM ESTÁ OPTANDO PELA VENDA de ativos não-estratégicos, com a
finalidade de reduzir a dívida do conglomerado. Segundo informações, o foco da empresa é
ser líder da América Latina na produção de resinas termoplásticas com forte
integração das matérias-primas.
• O GRUPO UNIPAR, MAIOR ACIONISTA DA PETROQUÍMICA UNIÃO (PqU) está criando a Unipar Commerce
que irá atuar na área de commodites, para operar no comércio exterior. Cabe lembrar que a
Unipar é sócia da Rio Polímeros (RJ) e, segundo informações, teria interesse
em formar uma Petroquímica do Sudeste, que uniria os ativos em São Paulo e Rio de Janeiro.
• VALE REGISTRAR TAMBÉM SOBRE A UNIPAR que a mesma obteve lucro líquido de mais de R$ 77 milhões
no período entre janeiro e setembro de 2002.
qA PETROBRÁS COMUNICOU A DESCOBERTA DE MAIS indícios de petróleo na Bacia de Campos (RJ),
mas ainda não há estimativas sobre volume de óleo existente e nem de perspectivas de início
de produção.
• A IPIRANGA PETROQUÍMICA ESTÁ RETORNANDO, ainda que lentamente, as vendas para a Argentina, depois
da paralisação das negociações quando a companhia nacional deixou de receber o pagamento
de seus produtos. Atualmente já foram renegociadas algumas dessas pendências e a Argentina representa
cerca de 15% das vendas externas da Ipiranga. Com a crise de nosso país vizinho, a companhia tentou delocar
as vendas para a Europa, mas os custos entre impostos e fretes encareceram muito a operação.
• UM NOVO MERCADO PARA O LIXO PLÁSTICO RECICLADO: o da construção civil. Segundo a pesquisa
do engenheiro civil Nelso Parente Jr., com plástico reciclado pode-se substituir a madeira usada nas construções
(não incorporadas à obra), para confeccionar formas para concreto, tapumes, andaimes e cavaletes.
Por exemplo, a tábua plástica é mais leve que a de madeira, sua durabilidade é maior
e ela poderá ser vendida como sucata. Posteriormente, reciclada de novo.
• AINDA FALANDO DE RECICLAGEM, SEGUNDO A ABEPET (Associação brasileira dos Fabricantes de PET) a
reciclagem de PET é uma das que mais cresce no Brasil, em média 30% por ano. Em 2001, das 270 mil
tons. produzidas, quase 90 mil foram reaproveitadas. Com a reciclagem, todos ganhamos: além da melhoria
do meio ambiente, aparecem novas formas de utilização desse material, com custos, certamente, menores.
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