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OUTUBRO DE 2001
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5ª LATINOPLAST
Participe e feche bons negócios
LATINOPLAST 2002
Definindo rumos para o futuro
Conheça as novidades nacionais e internacionais para o setor plástico.
Pesquisas. Novas tecnologias.
Novos métodos de produção.
23 a 26 de Abril de 2002
Das 13h às 21h
Centro de exposições FIERGS
Porto Alegre - RS - Brasil
Informações e Comercialização:
www.latinoplast.com.br
EFEP (51) 3337.3131
Realização e Promoção:
EFEP
Empresa de Feiras e
Empreendimentos Promocionais
Apoio:
MRE MDIC FIERGS ABIEF ABIPLAST
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NOTAS SINTÉTICAS
A PARTIR DE NOVEMBRO A CIQUINE - CIA. PETROQUÍMICA
irá aumentar sua produção de álcoois de 120 mil ton/ano para 136 mil ton/ano, apesar
de ser o mês em que seu controle irá a leilão. Cabe lembrar que a Ciquine é a única
produtora de álcoois na América do Sul que se aplicam na indústria de solventes e plastificantes.
NÃO SÃO BOAS AS PERSPECTIVAS PARA O FINAL DO ANO, segundo o presidente da Abiplast (Associação
Brasileira da Indústria Plástica), devido à crise econômica das indústrias automotivas
e eletroeletrônicas que são grandes compradoras de produtos plásticos. Algumas indústrias
automotivas, principalmente, estão com planos de demissão voluntária e férias coletivas,
o que indica uma menor produção do setor. Conseqüentemente, as indústrias de plásticos
também sofrerão com isso.
OUTRO FATOR QUE PODE CONTRIBUIR PARA A DIMINUIÇÃO DA DEMANDA de produtos sintéticos em veículos
automotivos é a substituição desses materiais por outros naturais, como, por exemplo, a juta,
a fibra de côco e o sisal, que estão melhor adequados às questões ambientalistas. As
vantagens do uso desses materiais consistem, principalmente, em uma maior independência dos componentes derivados
do petróleo, sempre sujeitos à variação do preço do combustível, além
de tornarem os veículos mais leves, agindo de acordo com uma política ecológica correta.
A RECICLAGEM CONTINUA SENDO UM BOM INVESTIMENTO. Tanto é que a Coca-Cola, associada à Cooperativa
de Catadores de Lixo do Rio de Janeiro (RJ), vem investindo cada vez mais em coleta e separação do
lixo, sendo que 10% do mesmo consiste em garrafas de PET. Esse projeto conta com o apoio dos condomínios,
escolas e igrejas, todos apostando na melhoria do meio ambiente.
O MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR irá lançar
um programa de reaproveitamento de resíduos, que tem por objetivo: reduzir a geração de lixo
industrial e agrícola, reaproveintado-o ao máximo; promover cada vez mais a reciclagem; reduzir desperdícios;
valorizar os produtos economicamente, assim como pela preocupação com a melhoria ecológica;
e incentivar as produções mais limpas. Isso irá melhorar a imagem do País a nível
internacional, mas, o que é mais importante, deverá trazer benefícios a todos o brasileiros.
TAMBÉM NESSA LINHA DE CONDUTA, A PREFEITURA DE NITERÓI (RJ) irá utilizar a multa que a Petrobrás
pagou pelo vazamento de óleo ocorrido na Baía da Guanabara, em 2000, para construir uma usina que
transformará o lixo residencial em energia elétrica, trazendo melhorias tanto para a população
como para o meio ambiente.
HOUVE RETRAÇÃO TAMBÉM NO SETOR DE TELECOMUNICAÇÕES, o que afetou a Tigre,
maior fabricante nacional de tubos e conexões de PVC, que estava investindo, desde o ano passado, em produzir
dutos de PE para as operadoras de telecomunicação. Além do mais, o setor de construção
civil também não conseguiu maiores incrementos, pois as taxas de juros não decresceram e a
crise de energia continua a contribuir para redução de investimentos. Para 2002, a Tigre vai apostar
mais em construções populares, saneamento e agricultura.
AS CENTRAIS PETROQUÍMICAS, COPENE, COPESUL E PETROQUÍMICA UNIÃO, acertaram em seu investimento
na produção de gasolina, na medida em que as grandes distribuidoras de combustível como a
Esso e a Ipiranga, entre outras, já são suas clientes. Cabe lembrar que esse movimento começou
no ano passado tendo por objetivo reduzir o volume de solvente utilizado para adulterar a gasolina e hoje as centrais
petroquímicas já produzem 10% dos combustíveis comsumidos no Brasil.
HOUVE MUITA DISCUSSÃO ENTRE AS CENTRAIS PETROQUÍMICAS E A PETROBRÁS quanto ao preço
da nafta, mas esta última acabou reajustando o valor da matéria-prima em 18%, passando a custar R$
604,00 a tonelada, custo esse retroativo a 1º de outubro de 2001. Com isso, as exportações ficam
cada vez mais inviabilizadas, pois não há a menor expectativa de a Petrobrás aumentar o refino
da nafta.
PENSANDO EM SOLUCIONAR ESSE IMPASSE QUANTO AOS AUMENTOS consecutivos do preço da nafta, a Copene pretende
importar diretamente essa matéria prima, para sair da dependência da Petrobrás, assegurando
seu suprimento e reduzindo custos. Para isso, a central petroquímica do pólo de Camaçari está
investindo para obter uma infra-estrutura que comporte tal importação, adaptando piers para receber
navios de grande porte e construindo dutos para fazer a ligação com a empresa.
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