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OUTUBRO DE 2003 |
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EDITORIAL Apla e as boas perspectivas para 2004QUANDO ESTIVER EM CIRCULAÇÃO essa edição do JORNAL DE PLÁSTICOS, deverá estar acontecendo, entre os dias 09 e 11 de novembro, no Rio de Janeiro, a 23a. Reunião Anual da Associação Petroquímica e Química Latino-Americana (APLA). É IMPORTANTE RESSALTAR as declarações do Presidente da reunião e, também, do Grupo Unipar, Roberto Garcia: “O setor petroquímico ocupa um lugar cada vez mais importante na economia latino-americana. Em 10 anos, o consumo de termoplásticos dobrou na região, enquanto o consumo per capita cresceu 150%. E as perspectivas futuras são otimistas”. ROBERTO GARCIA destaca ainda a Reunião da APLA como importante fórum para a troca de experiências entre os empresários do setor. “O evento promove um intercâmbio entre as empresas, fundamental para que os empresários e executivos possam vislumbrarnovas oportunidades, analisar a atuação do setor em cada país e as respectivas estratégias de mercado, bem como abordar as conseqüências para os países do Mercosul da formação da ALCA”. PARA SE TER UMA IDÉIA da pujança do setor petroquímico nacional, no Brasil, em 2002 (mesmo com a retração na economia), a petroquímica teve um faturamento estimado em US$ 36,6 bilhões, com uma produção de 32,3 milhões de toneladas. A participação do setor no Produto Interno Bruto (PIB) nacional foi de 3%. No México, a produção global da petroquímica alcança a cifra de US$ 13 bilhões, representando 2,2% da participação no PIB daquele país. Já na Argentina, embora a produção seja de US$ 2 bilhões, o valor corresponde a 1,5% do PIB do país. ESSSES NÚMEROS VÊM corroborar com os dados divulgados pelo Siresp-Sindicato das Indústrias de Resinas Sintéticas no Estado de São Paulo (ver matéria completa nessa edição na pág. 3), que está otimista e espera uma retomada do consumo neste final de ano, além de um aquecimento da economia em 2004. |
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