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OUTUBRO DE 2003 |
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NOTAS SINTÉTICAS• O ANO DE 2003 ESTÁ SENDO BASTANTE FAVORÁVEL PARA A COPESUL (Cia. Petroquímica do Sul), uma vez que registrou um lucro líquido, até setembro, de mais de R$148 milhões, quando, no mesmo período de 2002, foi de R$ 10 milhões. Tal resultado é devido à redução de sua dívida líquida, assim como à queda da taxa básica de juros e do dólar. • A POLIBRASIL IRÁ INVESTIR R$ 45 MILHÕES na construção de uma nova fábrica, que deverá produzir 35 mil ton/ano de compostos de polipropileno, material amplamente utilizado na indústria automotiva. Essa nova unidade será localizada no Estado de São Paulo e estará solidificando sua presença junto às principais montadoras, como a GM (General Motors), Fiat, Volkswagen, Renault, entre outras, que já são suas clientes. • O GRUPO AMERICANO GEORGIA-PACIFIC COMPROU A ATOFINA BRASIL QUÍMICA, que tem capacidade de produzir mais de 50 mil ton/ano de formol e 100 mil tons/ano de resinas p/uso industrial, sendo utilizados na fabricação de pastilhas e lonas de freios, abrasivos e produtos termo-isolantes presentes em fornos, geladeiras, fogões, etc. Ela possue, atualmente, duas unidades - uma em Ananindeua (PA) e outra em Jundiaí (SP). • EM 2003, A IPIRANGA PETROQUÍMICA (IPQ) DEVERÁ EXPORTAR cerca de 45 mil tons.de PEAD e PP para a Argentina, ou seja, 50% a mais do que no ano passado. Outras empresas gaúchas também estão sendo beneficiadas com o retorno das exportações para esse país vizinho, que vem mostrando sinais de reativação de sua economia. • FALANDO NO MERCADO LATINO-AMERICANO, a Petrobrás está estudando uma forma de parceria com a estatal chilena Enap, que tem como principal negócio o refino do petróleo. A Enap planeja construir uma nova fábrica de tratamento de petróleo pesado e está estudando, com a Petrobrás, as possibilidades de trabalho em conjunto quanto à exploração e produção de petróleo na América Latina. • AINDA SOBRE A PETROBRÁS, ESSA CIA. ANUNCIOU QUE ESTÁ iniciando um trabalho de campo nos 12 estados brasileiros que se candidataram como local de instalação da nova refinaria de petróleo, com o propósito de fazer uma seleção prévia para diminuir o leque de possibilidades em função das análises técnicas realizadas. Enquanto esse estudo é feito, a Petrobrás fica aguardando a decisão final do governo federal quanto ao local de instalação dessa nova refinaria. • A INDÚSTRIA NACIONAL REGISTROU, EM SETEMBRO, UM CRESCIMENTO de produção e vendas em relação a agosto. O setor de embalagens, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens (Abre), afirma que desde julho está havendo crescimento contínuo de um mês em relação ao anterior, indicando uma recuperação mais efetiva a partir de 2004. • A PETROFLEX, FABRICANTE NACIONAL DE BORRACHA SINTÉTICA, notificou que há um aumento da demanda por borracha no mercado interno, principalmente dos setores de calçados e tecidos, além do de auto-peças. O grande mercado da Petroflex continua sendo o de pneus, que corresponde a cerca de 50% da receita da companhia, cuja demanda tem se mantido estável durante todo esse ano. • A BRASKEM INVESTE EM PESQUISAS TECNOLÓGICAS. Como prova disso, há um ano montou um centro de capacitação e desenvolvimento tecnológico, com máquinas modernas e equipamentos únicos no Brasil, em Triunfo (RS), que já propiciou mais de 100 patentes sobre diferentes aplicações de resinas, além de gerar mais de 30 produtos novos por ano. O objetivo da empresa é reduzir o tempo de lançamento das inovações para um prazo de até 8 meses, sendo que o mesmo, atualmente, é de mais de um ano. • A COMPANHIA QUÍMICA FRANCESA RHODIA ESTÁ em fase de reestruturação. Sendo assim, Jean-Pierre Tirouflet deixou seu cargo de chefe-executivo e foi substituído por Jean-Pierre Clamadieu, presidente da unidade da Rhodia dos setores farmacêuticos e químicos. Com essa mudança, acredita-se que haja maior possibilidade da companhia obter novamente mais crédito e maior participação dos acionistas. • UM GRANDE PROJETO DO ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL (MS) é de que nele seja localizada uma separadora de gás (um primeiro passo para a construção de um pólo gás-químico) que aproveitaria os gases nobres presentes no gás natural importado da Bolívia. Esse projeto demandaria cerca de US$ 1 bilhão para ser efetivado e contaria com a Braskem, Copagaz e Petrobrás. Do gás natural podem ser extraídos o etano, utilizado na indústria petroquímica; butano e propano, que é o gás de cozinha; além de uréia e amônia, utilizados na indústria de fertilizantes. • JÁ A RIO POLÍMEROS (RIOPOL) DO PÓLO GÁS-QUÍMICO DO RJ deverá inaugurar, até o final de próximo ano, sua unidade em Duque de Caxias, que deverá produzir 540 mil tons/ano de polietileno, matéria prima da indústria de plásticos e de embalagens. O complexo produzirá o polietileno a partir do etano, separado do gás natural oriundo da Bacia de Campos. Para sua realização, já foram investidos 70% do orçamento total, que gira em torno de mais de US$ 1 bilhão. |
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