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EDITORIAL
OS NÚMEROS DO "DATA JP”
INSPIRADOS PELAS estatíticas a que temos sido
submetidos nesses tempos eleitorais, queremos utilizar este espaço editorial para levantar, novamente, uma
questão que ainda não foi respondida e que merece, no entanto, especial atenção.
JÁ LÁ SE VÃO mais de 20 anos que o JORNAL DE PLÁSTICOS mantém em suas páginas
a seção “Balcão do Leitor” em que nos propomos através de pesquisa de mercado, a levantar
para o parque transformador nacional (e até internacional!) ofertas de matérias primas , máquinas
& equipamentos, enfim, uma enorme gama de produtos e serviços que interessam aos industriais plásticos
em geral.
MAIS RECENTEMENTE, inclusive, colocamos esse serviço também na internet para facilitar ainda mais
esses contatos.
ORA, EM MEIO A DADOS realmente preocupantes de nossa economia (obviamente os plásticos inseridos), o número
de acessos que vimos recebendo é, no mínimo, contraditório, com relação ao que
se apregoa como crise.
PARA QUE SE TENHA UMA idéia, de 01/01/02 a 30/09/02, recebemos 571 contatos, sendo 141 provenientes da internet
(em números redondos 25% do total) e 430 via JORNAL DE PLÁSTICOS impresso (75%) para compra ou venda
de matérias primas e máquinas & equipamentos.
EM TERMOS DE MÉDIA MENSAL, são mais de 63, o que leva à impressionante cifra de mais de 2
contatos /dia, incluindo-se aí, fins de semana e feriados!
COM RELAÇÃO A SETEMBRO, ou seja no ápice das instabilidades do dólar (beirou-se o patamar
estratosférico dos R$ 4,00), boatos infindáveis, etc.., estivemos acima da média, isto é,
o número de contatos bateu em 67.
OUTRA LEITURA INTERESSANTE desse verdadeiro “Data JP” refere-se à porcentagem de contatos por regiões,
ao considerarmos o período citado acima (01/02 a 09/02). Os números refletem, de maneira bem aproximada,
a distribuição do mercado plástico no Brasil: Sudeste - 68%; Sul - 18%; Nordeste - 8%; Centro-Oeste
(incluindo-se o DF) - 3%; Norte - 2%, e Exterior - 1%.
APESAR DE AINDA estarmos aguardando respostas para esse “mistério” quanto à demanda por negócios
em uma economia desaquecida, ficamos muito satisfeitos em poder usar os dados acima referidos para comprovar de
maneira definitiva o quanto o JP circula por todo território nacional, tornando-se uma verdadeira pesquisa
demonstrativa sobre qual veículo que realmente chega a todo setor plástico nacional.
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