SETEMBRO DE 2003

Simperj visitou a Rio Polímeros

Contagem regressiva para a partida do Pólo Gás-Químico do RJ:
540mil ton/ano de polietilenos a partir de novembro de 2004

O Simperj-Sindicato de Indústria de Material Plásticos do RJ recebeu por parte da Rio Polímeros S/A - empresa responsável pela implantação do Pólo Gás Químico do RJ - convite para visitar seu canteiro de obras, em Duque de Caxias, ao lado da Reduc.

A entidade máxima dos plásticos do RJ achou por bem ampliar o número de personalidades na comitiva e, no dia 19/09, além de membros da Diretoria, destacando-se o atual Presidente José da Rocha Pinto e o ex-Presidente Gilberto Jaramillo, foram à Rio Polímeros, dentre outros, representantes do Governo do Estado do RJ, da Firjan e o Diretor do JORNAL DE PLÁSTICOS, Ângelo Roberto Sardinha Chagas.


Na foto, da esquerda para a direita: Sóstenos Moreno,
Coordenador de Produtos Plásticos e Borracha do Senai;
Ângelo Roberto Sardinha Chagas, Diretor do Jornal de Plásticos;
Reinaldo Janke, Secretaria de Estado de Energia, Indústria Naval e do Petróleo;
Gilberto Jaramillo, ex-Pres. do Simperj; R
oberto Villa, Diretor Superintendente da Rio Polímeros
e José da Rocha Pinto, Presidente do Simperj. 

À chegada, os visitantes foram recepcionados pelos Srs. Roberto Villa, Eduardo Berkovitz e Marcos Temke, respectivamente, Diretor Superintendente, Diretor Comercial e Gerente de Implantação da RioPol, que proferiram, na sala de reuniões da sede administrativa provisória, palestra áudio-visual  sobre aspectos de relevância sobre a  companhia.

ROBERTO VILLA

O Diretor Superintendente iniciou sua  apresentação com o quadro acionário, atual da empresa: 33,33% - Unipar; 33,33% - Grupo Suzano e os outros 33,33% distribuindo-se, de maneira igual, entre Bndespar e Petroquisa.

Villa destacou que já existe um acordo para que assim que a empresa inicie a  a produção, as ações do Bndespar sejam transferidas para a Petrobrás/Petroquisa , constituindo-se, portanto, em modelo acionário tripartite.

Ao demonstrar como o gás proveniente da Bacia de Campos chegará à RioPol, Villa enfatizou o papel da Petrobrás que concordou em efetuar, em Cabiúnas, uma separação prévia, em duas linhas: uma com metano (para fim combustível) e a outra que virá diretamente para o Pólo Gás Químico com as matérias primas a serem processadas, ou seja, o etano e gases mais pesados. Essa “linha própria” para a RioPol  constitui-se,  obviamente, num recurso de grande economia e foi investimento direto da Petrobrás de US$ 70milhões.

MARCOS TEMKE

Dividindo a obra em três aspectos: engenharia, suprimentos e construção, o Gerente de Implantação declarou que tudo está indo dentro do previsto, sendo que a parte de engenharia está 98% concluída; suprimentos e materiais, também já quase todos adquiridos e apenas o ítem cosntrução sofreu um atraso (era previsto estar em torno de 51%, segundo o cronograma original), apresentando 28% concluído. Isso acarretou, portanto,que a partida originalmente marcada para julho de 2004 fosse adiada para novembro, o que, para uma obra desse vulto, não representa grande diferença.

Após mostrar as fotos do atual andamento da obra, Marcos Temka projetou as maquetes digitais mostrando a planta com o detalhe da fracionadora de eteno (a ser transformada posteriormente em polietileno) e a fracionadora de propeno, que será negociado com a Polibrasil, e também detalhes de como será a produção do polietileno.

EDUARDO BERKOVITZ

O Diretor Comercial  iniciou sua explanação com um balanço do que a Rio Polímeros vem fazrndo desde março quando iniciou sua fase de pré comercialização.


Eduardo Berkovitz, Diretor Comercial da RioPol e
Ângelo Roberto S. Chagas, Diretor do Jornal de Plásticos. 

Berkovitz disse ter sido sábia a decisão de se fazer o pré-marketing através da compra de produtos no Brasil para não conturbar ainda mais o mercado interno.

Segundo S.Sa., “desde março foram adquiridas no mercado brasileiro, 13.000 toneladas de polietilenos, tendo sido comercializadas 10.500 toneladas; foram importadas, também, cerca de 1.100 toneladas de material.

Nessa fase de pré-marketing a empresa está trabalhando de maneira “pulverizada”, isto é, para que o maior número de clientes conheça o material comercializado, o que demosntra termos coeçado, em março, com 22 clientes e, em setembro, termos atingido 82.”

VISITA A OBRA

Após a explanação, a comitiva dirigiu-se a duas vans que a levaram para constatar “ao vivo” aquilo em que muitos ainda  há pouco tempo não acreditavam: o Pólo Gás Químico do Rio, com  mais de 5.000 trabalhadores em frenética movimentação,  é uma  realidade que, dentro de 365 dias, dará a partida   concretizando um sonho acalentado há cerca de 20 anos.


Vista de parte da comitiva que visitou a RioPol assistindo
a explanação de Roberto Villa, Diretor Superintendente. 

 


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