Unipar celebra expansão da petroquímica do
ABC a partir de acordo com a Petrobras para fornecimento
de matérias-primas
Acordo viabilizará aumento da produção
a curto prazo do setor, evitando aumento das importações. Pólo
Petroquímico do ABC quer duplicar produção até o final desta
década
“A expansão
da petroquímica do ABC vai viabilizar o aumento a curto prazo
da produção do setor, fazendo frente à perspectiva de crescimento
de 10% ao ano da petroquímica brasileira e evitando, assim,
que o Brasil volte a ser um importador expressivo de resinas”.
A afirmação é de Roberto Garcia, presidente do grupo UNIPAR
_ maior acionista da Petroquímica União e controlador da Polietilenos
União, empresas localizadas no Pólo do ABC _ comentando o acordo
selado com a Petrobras para fornecimento de matérias-primas
que viabilizará investimentos de R$ 1 bilhão no Pólo do ABC.
Ele adianta
que “a expansão e a valorização do Pólo do ABC, que hoje se
configura, nos permitem vislumbrar planos ainda mais ambiciosos,
visando a duplicação de nossa capacidade de produção até o final
desta década”. Roberto Garcia lembra que a petroquímica é um
setor de atuação global, na qual a busca pelas melhores condições
de competitividade deve ser a base para o desenvolvimento dos
projetos. E, segundo o presidente da UNIPAR, a região do ABC
reúne todos os requisitos necessários, entre eles, “uma condição
muito especial: o enorme potencial de produção de petróleo e
gás natural da Bacia de Santos. Nada mais justo, portanto, do
que multiplicarmos na região a riqueza a ser obtida pela utilização
dessas matérias-primas”.
Roberto Garcia
destaca que, a partir do acordo selado com a Petrobras, os investimentos
a serem realizados pela UNIPAR e outras empresas do Pólo Petroquímico
do ABC - superiores a R$ 1 bilhão - darão início a um novo ciclo
de crescimento na região. “Além dos empregos diretos a serem
gerados nas obras de expansão, o efeito multiplicador que caracteriza
a indústria petroquímica deverá gerar, em prazo muito curto,
mais postos de trabalho e maior arrecadação de impostos”, conclui
o presidente da UNIPAR.
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