Setembro de 2004


Unipar celebra expansão da petroquímica do ABC a partir de
acordo com a Petrobras para fornecimento de matérias-primas

Acordo viabilizará aumento da produção a curto prazo do setor, evitando aumento das importações. Pólo Petroquímico do ABC quer duplicar produção até o final desta década

        “A expansão da petroquímica do ABC vai viabilizar o aumento a curto prazo da produção do setor, fazendo frente à perspectiva de crescimento de 10% ao ano da petroquímica brasileira e evitando, assim, que o Brasil volte a ser um importador expressivo de resinas”. A afirmação é de Roberto Garcia, presidente do grupo UNIPAR _ maior acionista da Petroquímica União e controlador da Polietilenos União, empresas localizadas no Pólo do ABC _ comentando o acordo selado com a Petrobras para fornecimento de matérias-primas que viabilizará investimentos de R$ 1 bilhão no Pólo do ABC.

        Ele adianta que “a expansão e a valorização do Pólo do ABC, que hoje se configura, nos permitem vislumbrar planos ainda mais ambiciosos, visando a duplicação de nossa capacidade de produção até o final desta década”. Roberto Garcia lembra que a petroquímica é um setor de atuação global, na qual a busca pelas melhores condições de competitividade deve ser a base para o desenvolvimento dos projetos. E, segundo o presidente da UNIPAR, a região do ABC reúne todos os requisitos necessários, entre eles, “uma condição muito especial: o enorme potencial de produção de petróleo e gás natural da Bacia de Santos. Nada mais justo, portanto, do que multiplicarmos na região a riqueza a ser obtida pela utilização dessas matérias-primas”.

        Roberto Garcia destaca que, a partir do acordo selado com a Petrobras, os investimentos a serem realizados pela UNIPAR e outras empresas do Pólo Petroquímico do ABC - superiores a R$ 1 bilhão - darão início a um novo ciclo de crescimento na região. “Além dos empregos diretos a serem gerados nas obras de expansão, o efeito multiplicador que caracteriza a indústria petroquímica deverá gerar, em prazo muito curto, mais postos de trabalho e maior arrecadação de impostos”, conclui o presidente da UNIPAR.

 

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