Setembro de 2005

 

 


Embalagens plásticas são vantajosas para o meio ambiente,
a economia e o consumidor, diz o Cetea

        As embalagens plásticas são corretas do ponto de vista da preservação ambiental e trazem uma série de vantagens para a economia do país e o consumidor final. Estas são algumas das principais conclusões do Parecer Técnico sobre Embalagens Plásticas do CETEA (Centro de Tecnologia de Embalagem), realizado para a Plastivida.

        Tanto o Parecer como o resumo de suas conclusões acabam de ser inseridos no site da Plastivida. Para acessá-lo, visite www.plastivida.org.br e clique em Estudos Técnicos.

        Os principais pontos do estudo são os seguintes:

x       A embalagem é fundamental para a conservação dos alimentos, ainda mais num país de condições continentais como o Brasil.

x       A energia usada para produzir alimentos é muito maior do que a utilizada para produzir embalagens. Portanto, quanto melhor for a conservação dos alimentos e menor for a sua perda, mais estaremos evitando o desperdício de tudo o que a sociedade e o meio ambiente investiram para produzi-los: energia, trabalho, recursos naturais e financeiros etc.

x       A utilização de resinas plásticas petroquímicas para a fabricação de embalagens proporciona barreira a gases, óleos, vapor de água e aromas, associada a bom desempenho mecânico, resistência, fechamento hermético e custo compatível.

x       A embalagem plástica protege o produto na distribuição e na estocagem, aumenta sua vida útil, conserva sua qualidade por mais tempo, reduz perdas, garante segurança alimentar e impede contaminação e doenças.

x       A embalagem plástica evita fungos em grãos, farinhas, bolos e sopas desidratadas, mantém inalterada a textura de biscoitos e retarda a deterioração microbiológica das salsichas.

x       A embalagem longa-vida protege o leite da recontaminação e permite sua estocagem em temperatura ambiente.

x       As garrafas plásticas impedem contaminação da água e refrigerantes, evitam riscos no manuseio por crianças, mantêm a carbonatação e resistem à elevada pressão interna.

x       Iogurtes e produtos lácteos acondicionados em embalagens plásticas não sofrem contaminação e não ressecam.

x       Agrotóxicos, raticidas, inseticidas, soda cáustica e produtos assemelhados não oferecem perigo  aos consumidores e ao meio-ambiente quando se encontram nas embalagens plásticas.

x       Mantidos em embalagens plásticas, óleos comestíveis são protegidos da oxidação e mantêm seu odor e sabor; e o café torrado e moído estende sua vida útil de uma semana para até um ano.

x       Sacos plásticos de lixo evitam proliferação de insetos e roedores, mau cheiro e doenças, aumentando a segurança dos catadores de resíduos.

x       Produtos hospitalares esterilizados como soro, sangue e alimentação parenteral são protegidos de recontaminação pelas bolsas plásticas.

x       Alimentos esterilizados, como conservas e doces em calda, também são protegidos pelas embalagens plásticas.

x       A embalagem plástica protege o papel de xerox contra a umidade, uma infinidade de produtos contra sujeira, insetos e roedores, e evita riscos em CDs e DVDs.

x       Após o uso, as embalagens plásticas podem ser recicladas. Com isso, os aterros sanitários recebem menos resíduos e prolongam sua vida útil.

x       As embalagens plásticas podem ser reprocessadas mais de uma vez, o que poupa energia, recursos naturais e evita desperdício no descarte em aterros sanitários e lixões.

x       Graças ao seu potencial energético, as embalagens plásticas também podem ser utilizadas para substituir outra fonte de energia.

x       Ao reciclar as embalagens plásticas, evitam-se emissões de gases para a atmosfera e reduzem-se os consumos relativos aos processos de extração e beneficiamento de recursos naturais. A intensidade dessa redução é proporcional à quantidade de material reciclado e depende do ponto do processo em que pode vir a ser utilizado no ciclo de vida da embalagem.

x       Não basta o material das embalagens plásticas ser reciclável. Ele deve ser preferencialmente reciclado na região local de comercialização do produto acondicionado, onde o resíduo da embalagem é gerado, evitando-se assim movimentações desnecessárias.

 

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