FEVEREIRO DE 1998 

 
 

EDITORIAL: ANUNCIAR NO JP É ANUNCIAR NA INTERNET! * NOTAS SINTÉTICAS * GRUPO DE TRABALHO SIRESP/ABIQUIM/ABIPLAST APRESENTA PRIMEIROS RESULTADOS * CONHECER OS PLÁSTICOS, EIS A IMPORTÃNCIA DO CBIP * FIEPAG/CONVERFLEX'98 INCORPORAM TENDÊNCIAS MUNDIAIS DO SETOR * PELE DE PVC GANHA PRÊMIO * TRIUNFO SUPERA RECORDE DE PRODUÇÃO EM 1997 * BOLETIM DA ABIEF * FLEXOMACK TRAZ INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS * CHAPAS PLÁSTICAS DA MAIS ALTA QUALIDADE * FORTLIT VENCE CONCORRÊNCIA PÚBLICA EM MINAS GERAIS * INDÚSTRIAS QUÍMICAS INVESTEM EM CONTROLE AMBIENTAL * ROTULO-TECH A SOLUÇÃO IDEAL PARA ROTULAGEM * LÍDER ARGENTINA INVESTE NO BRASIL * PVC NA REDE * ENTSORGA'98 APRESENTARÁ NOVIDADES EM RECICLAGEM E DESCARTE DE LIXO * RECICLAGEM DE PLÁSTICO É TEMA DA ENTSORGA'98 * PVC BRILHA NA AVENIDA * PLÁSTICOS NA INTERNET: ARGENPLAS 98 E K'98

EDITORIAL

ANUNCIAR NO JP É ANUNCIAR NA INTERNET!

 

OS PREZADOS LEITORES DO JP devem ter conhecimento das fantásticas possibilidades de comunicação que estão sendo desenvolvidas através da Internet - rede mundial de computadores.

QUASE TODOS OS DIAS somos “bombardeados” por  notícias a respeito de novas maneiras de utilização da Internet, como poderoso meio de comunicação.

PENSANDO NISSO, nós, do JORNAL DE PLÁSTICOS, lançamos, em 1997, nosso site na Internet, no endereço http://www.jorplast.com.br.

PASSADO QUASE UM ANO de uma fase experimental, retomamos o projeto de colocar nossa “home-page” como uma ferramenta a mais de vantagem para as empresas anunciantes do JP.

NOSSA PROPOSTA é inserir, on-line, os anúncios publicados na edição normal do JP, sem qualquer custo adicional para o cliente.

ACREDITAMOS SER ESSA medida muito importante para todos, pois,  pretendemos divulgar o máximo possível nosso endereço na Internet, e, tornar um hábito sua consulta, tanto pelos já tradicionais leitores do JP, assim como outros que navegam pela rede.

DENTRO DE NOSSOS PLANOS, com o decorrer do tempo, pretendemos, também, incrementar o site através de informações de interesse para os setores petroquímico/plástico/borracha, que só serão divulgadas via-Internet.

PERMANECEMOS ABERTOS À SUGESTÕES e, colocamos nosso e-mail - jorplast@openlink.com.br - à disposição de todos, para que se manifestem a cerca do que gostariam de encontrar em nossa página na  rede mundial de computadores.

    “Gostaríamos de parabenizar o JORNAL DE PLÁSTICOS pela iniciativa em montar o CBIP. Acreditamos que o Treinamento à distância é uma forma bastante prática e econômica para a 
    constante aprendizagem e reciclagem profissional.”

                Marisa Ap. Nadalin Massarotto
            Encarregada de Seleção e Desenvolvimento de Pessoal
            ASTRA S/A INDÚSTRIA E COMÉRCIO
             

NOTAS SINTÉTICAS

* “MODERNAS TECNOLOGIAS DE INJEÇÃO PARA O FUTURO”: este será o tema do IX Simpósio Sobre Tecnologia De Plásticos Brasil-Alemanha, que será realizado entre os dias 31 de março e 2 de abril, no Clube Transatlântico, em São Paulo. Os interessados deverão entrar em contato com Específica S/C Ltda., rua Augusta, nº 2516, 2º andar, conjunto 22, São Paulo, Tel.: (011) 881-7388, Fax.: (011) 883-2650.

* A CHRYSLER PRETENDE FAZER CARROCERIA RECICLÁVEL para carros de baixo custo. De quê? De plástico resistente a impactos e à  ação de raios solares, de fácil montagem, como se fosse de brinquedo. Qual o custo? R$ 7.000,00 aproximadamente. Se isso vier realmente a acontecer, imaginem como ficará o trânsito...

* OS POLICARBONATOS DA MARCA CALIBRE (DOW) serão produzidos pela “joint venture” Dow Chemical e a coreana LG Chemical Ltda. (50 a 50), que venderão sua produção para a região do Pacífico, exceto para o Japão.

* A BEMIS COMPANY ASSOCIOU-SE AO GRUPO DIXIE-TOGA, buscando liderar o mercado de embalagens flexíveis no Mercosul.

* FOI TRANSFERIDO PARA ABRIL O LEILÃO DA CONEPAR. A Odebrecht Química S/A e a Dow Chemical disputam a preferência das ações. Cabe lembrar que a Conepar é acionista das empresas Polialden, Ciquine e Politeno.

* O CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA do Ministério da Justiça (CADE), impondo condições, aprovou os contratos para a ampliação da produção de eteno entre a Copesul  e três empresas de 2ª geração petroquímica do Pólo Petroquímico gaúcho: Ipiranga Petroquímica, OPP Petroquímica e OPP Polietileno.

* E POR FALAR EM COPESUL, segundo informações, a venda de seus produtos petroquímicos básicos deverá cair em 1998, devido à redução das atividades econômicas de nosso País, assim como dos centros consumidores dos “ex-tigres asiáticos”.

* A UNIVERSIDADE  METODISTA DE PIRACICABA, está implementando um curso a nivel de pós graduação em plásticos: Curso de Especializacao em Engenharia de Materiais Poliméricos.Para maiores informacões contatar: Unimep, Centro de Tecnologia, Secretaria de Pós Graduacão (019) 455 2311,r. 517, Prof. Flávio Galib.

* AINDA NOS REFERINDO A COPESUL, através de matéria paga publicada em órgãos da grande imprensa não-especializada, declarou-se que a privatização (em 1992) dessa empresa deu certo, e, garantiu, agora, a  conquista do Prêmio Nacional da Qualidade. Lamentavelmente, essa notícia, tão importante para o mercado nacional, não foi devidadmente veiculada, não aparecendo no JORNAL DE PLÁSTICOS.

 

GRUPO DE TRABALHO SIRESP/ABIQUIM/ABIPLAST APRESENTA PRIMEIROS RESULTADOS

Os resultados do grupo “Força-Tarefa” começam a aparecer, mostrando que a parceria da cadeia produtiva de resinas sintéticas, através da Abiplast, Siresp e Abiquim, com atuação em várias frentes, tem dado certo. O grupo já colhe bons frutos para os setores da segunda e terceira gerações com apenas alguns meses de existência.

 Um deles é a carta conjunta das entidades ligadas ao setor. Preocupada com os efeitos gerados pelos exíguos prazos de apuração e recolhimento dos tributos e contribuições federais, a cadeia da indústria petroquímica brasileira fez uma carta conjunta entregue ao Ministro da Fazenda, Pedro Malan. O documento sugere a regulamentação e implementação de medidas para unificar e dilatar os prazos de apuração e pagamento dos impostos, já que a quase totalidade das vendas do setor industrial é realizada a prazo, ou seja, paga-se os tributos antes mesmo de euferir as receitas relativas à comercialização.

 Outras ações também estão sendo encaminhadas. Entre elas, o levantamento dos dados quantitativos e qualitativos sobre importação de produtos transformados no Brasil. Um estudo preliminar coordenado pelo “Força-Tarefa” aponta que as importações provenientes do Mercosul, Estados Unidos e Europa somam cerca de US$ 1 bilhão, o equivalente a 11% da produção nacional - o que representa capacidade de mais uma indústria. A pesquisa revela ainda um déficit nacional. “Esse trabalho também é uma forma de diminuir o déficit da balança comercial”, declara Jean Daniel Peter, presidente do Siresp.

 O trabalho indica dois fatores decisivos para esse cenário: importações por preço, como é o caso das embalagens - onde a cadeia produtiva pode e tem que reagir - e por falta de produtos similares com qualidade para atender ao mercado, no caso da construção civil - onde a cadeia tem que se capacitar. O destaque das importações de produtos com valor agregado fica com os setores de alimentos, com 43,8%, e construção civil, com 14,8%.

 O trabalho considera quatro diferentes grupos. O primeiro com produtos com similar nacional e com baixa performance no uso - fitas adesivas, revestimentos de paredes, pallets industriais, embalagem pouchet; o segundo com produtos com similar nacional e com boa performance no uso - filme BOPP e PVC, pré-formas de PET, caixas para CDs, bobinas de PS; o terceiro com produtos sem similar nacional e com média barreira inicial de capital e tecnológica - tubos conectores, caixas para telefonia, tampas especiais para remédios; e o quarto com produtos sem similar nacional e com alta barreira inicial de capital e tecnológica - filmes especiais de poliéster e fitas stretch.

O grupo I responde por 49,4% das importações, o II por 23,7%, o III por 15,4% e o IV por 11,5%. Considerando os produtos com similar nacional, percebe-se que eles representam 73% do total das importações. Um número expressivo, que a cadeia pode reverter a seu favor buscando sua capacitação, através de melhores tecnologias e máquinas mais adequadas.

 Outra ação conjunta é a demonstração prática do acúmulo de impostos que se somam ao longo de toda a cadeia produtiva e a distorção tributária que interfere na competição intermateriais.

 De acordo com o estudo realizado, o plástico tem perdido competitividade por não haver isonomia tributária com outros produtos iguais de materiais diversos. O IPI dos materiais sucedâneos (madeira, ferro, alumínio, aço, cerâmica etc), por exemplo, é sempre menor. Mas há casos em que chega até 15% a mais. Os casos mais gritantes ocorrem no setor de calçados, caixas e engradados, sacos e sacolas.

 Devido ás taxas elevadas, o plástico está sendo substituído por outros materiais em alguns setores. “Há uma visível discriminação do plástico e esses impostos viram custos através da cadeia produtiva”, avalia Merhege Cachum.

 A incidência de impostos não compensáveis também é discriminatória e incentiva as importações. O preço final de uma bandeja de PVC descartável, nacional, contém 8,4% de impostos a mais, somando PIS, Cofins, Cintribuição Social e IPMF. O caso dos sacos de polietileno não é diferente. A pesquisa revela que os números são bem parecidos, 8,3%, considerando toda a cadeia, desde o petróleo até o consumidor final, em 9 etapas.

CRESCIMENTO DO CONSUMO APARENTE É DE 10%

 O mercado brasileiro de resinas sintéticas continua crescendo. Os números provisórios do setor indicam um aumento de 10% no consumo aparente das resinas, fechando 97 com cerca de 3 milhões de toneladas.

 “O mercado está regular e é crescente. Há uma forte penetração do plástico em alguns segmentos, como o polietileno e o polipropileno no segmento de embalagens e do PVC na construção civil, num quadro típico de países em desenvolvimento”, comenta Jean Peter.

 A maturidade do mercado brasileiro pode ser verificada na manutenção dos índices de importação e exportação, mas, a partir da 2ª quinzena de novembro de 1997, o setor sentiu os efeitos do pacote fiscal e a expectativa é de que eles ainda persistam no 1º trimestre de 98.

 Para a indústria de transformação, 1998 também será um ano difícil, pois a capacidade instalada da produção petroquímica deverá ser absorvida totalmente pela demanda interna e todas as exportações de resinas vão ser compensadas por importações de resinas especiais, para as quais ainda não há produção nacional.

 Por outro lado, avalia Merhege Cachum, a tendência de crescimento das importações de artefatos, que no ano passado foi de US$ 54 milhões média/mês, aumentou para US$ 73 milhões média/mês em 97, o que demonstra uma tendência de mais aumento para 98.

 

DESEMPENHO DAS RESINAS TERMOPLÁSTICAS
Análise comparativa para Abiplast - Período Jan-Dez (em toneladas)

  ANO 1995

RESINA Produção Importação Exportação Vendas VIPE Cons. Aparen.
PEBD 622.983  21.704  116.815 2.203 525.669
PEBDL 147.260  16.712 26.786 531 136.655
PEAD 496.210 72.427 90.485  560  477.592
PS 162.537  81.500  8.809  235.228
PP 568.686 52.082 87.954 7.520 525.294
PVC 580.565 39.490 148.680 14.965 456.410
TOTAL 2.578.241 283.915 479.529 25.779 2.356.848

 
 

ANO 1996

RESINA Produção Importação Exportação Vendas VIPE Cons. Aparen.
PEBD 578.971 25.999 108.363 1.127 495.480
PEBDL 170.238 17.902 42.134 564 145.442
PEAD 523.469 80.790 98.979 2.193 503.087
PS 142.878 112.264 4.886 0 250.256
PP 591.113 51.165 81.303 23.742 537.233
PVC 627.003 63.189 132.573 14.260 543.359
TOTAL 2.633.672 351.309 468.238 41.886 2.474.857

 

 

ANO 1997 (estimativa)

RESINA Produção Importação Exportação Vendas VIPE Cons. Aparen.
PEBD 652.548 43.669 171.329 15 524.873
PEBDL 175.760 42.085 26.471 0 191.374
PEAD 639.394 53.032 127.915 0 564.511
PS 135.544 126.869 3.280 0 259.133
PP 632.845 50.757 67.867 26.791 588.944
PVC 630.649 45.063 70.749 15.915 589.048
TOTAL 2.866.740 361.475 467.611 42.721 2.717.883

 

 

CONSUMO APARENTE

RESINA VAR. % 97/96 VAR. % 97/95
PEBD 5,93 -0,15
PEBDL 31,58 40,04
PEAD 12,21 18,20
PS 3,55 10,16
PP 9,63 12,12
PVC 8,41 29,06
TOTAL 9,82 15,32

 

 OBS.: Importações - Fonte: CIEF-SRF (1995) e Sistema ALICE (1996 e 1997) 
            Exportações - Produtores (1996 e 1997). 
            Produção e vendas: Produtores e ABIVINILA para o PVC.
            Consumo Aparente = Produção + Importação - Exportação - VIPE
            Fonte: COPLAST/ABIQUIM

 
 

CONHECER OS PLÁSTICOS EIS
A IMPORTÂNCIA DO CBIP

                                       José Carlos da Silva

 “Venho através desta, agradecer-vos pela brilhante idéia do lançamento do Curso Básico Intensivo de Plásticos, que proporcionou a nós profissionais um grande conhecimento técnico. Posso assegurar que, ao absorver as teorias técnicas,  somadas aos 30 anos de experiência prática, sou hoje um técnico de plásticos.

 Fico na esperança que os nossos empresários do plástico, que tanto reclamam da concorrência injusta dos importados, acordem para a necessidade dos investimentos nos profissionais do segmento e no pé de chão de fábrica.

 O JORNAL DE PLÁSTICOS, através do CBIP, tem contribuído, com grande relevância, para  nossas indústrias plásticas no tocante, não só da formação de profissionais, mas, sobretudo na  preparação do profissional responsável, participativo das atividades da empresa, um verdadeiro parceiro capaz, não só de solucionar os problemas que acontecem no dia a dia, mas, indo atrás dos mesmos para que eles não aconteçam.

 Que os nossos empresários possam ainda entender enxergar as soluções que o JORNAL DE PLÁSTICOS, através do CBIP tem oferecido ao setor.

 Muito obrigado pelo curso e que o mesmo continue com mais sucesso.”

 

 

FIEPAG/CONVERFLEX’98 INCORPORAM
TENDÊNCIAS MUNDIAIS DO SETOR

 A 15ª edição da Fiepag, que será realizada de 9 a 14 de março do próximo ano, passa a dividir espaço com a primeira edição nacional da Converflex, feira conhecida em todo o mundo e direcionada às empresas de acabamento gráfico e convertedores

 Até sua última edição, em 1996, a Feira Internacional da Embalagem, Papel e Artes Gráficas (Fiepag) acontecia sozinha e apresentava ao mercado os principais lançamentos e tecnologias desses segmentos. Em sua próxima edição, que se realizará de 9 a 14 de março de 1998, no Pavilhão de exposições do Anhembi, em São Paulo, ela ganha a companhia da Converflex- versão latino-americana da Feira Internacional de Acabamento Gráfico e Convertedores.

 Isso vai acontecer em função de uma nova realidade do mercado global, onde há a tendência de as feiras partirem para a setorização, em busca de atender as necessidades de público específico. “O evento se segmenta mas, em contrapartida, fica mais abrangente, pois passa a abrigar empresas que estavam desgarradas e oscilavam de uma feira para outra”, esclarece Evaristo Nascimento, diretor da Fiepag/Converflex.

 No que diz respeito à Converflex, ela introduzirá no País um novo termo, o de convertedores, já difundido em feiras do mesmo segmento no exterior. Na verdade, trata-se de empresas que convertem o papel ou imprimem em embalagens. O processo inclui desde a confecção de evelopes e etiquetas a sacolas de supermercados. “As feiras se complementarão, pois quase 50% das empresas do ramo fazem as duas coisas”, esclarece Nascimento. “No futuro, elas poderão até andar sozinhas.”

 Organizadas e promovidas pela Alcantara Machado, Fiepag e Converflex’98 contarão com o apoio de várias entidades, entre elas o da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf) e da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). Ocupando área de 28 mil m, os eventos reunirão cerca de 800 expositores, entre nacionais e estrangeiros. “Esperamos receber durante a Fiepag/Converflex’98 público estimado em 60 mil visitantes”, diz o diretor. Paralelos às feiras estarão sendo realizados seminários e palestras com executivos do setor.

 

 PELE DE PVC GANHA PRÊMIO

 

Ciêntista comemora reconhecimento da eficiência do 
“Bolus Vinílico”no tratamento de câncer

 A engenheira de materiais Karin Dias Salmam, da Unicamp, mostrou que a ciência brasileira é capaz de desenvolver tecnologia de ponta. Ela foi recentemente premiada pelo seu trabalho - “Determinação de Propriedades Radiológicas de Tecido Equivalente (“Bolus Vinílico”) feito de Policloreto de Vinila - PVC”, no XXVI Congresso Brasileiro de Radiologia, realizado entre os dias 13 e 16 de novembro de 97, em São Paulo.

 A apresentação do seu painel no congresso lhe rendeu o 1º lugar na categoria Radioterapia, mostrando o reconhecimento da área médica-científica. Foram apresentados cerca de 300 painéis, em cinco diferentes categorias, sendo que o destaque ficou mesmo com a Pele de PVC, uma espécie de placa ou segunda pele empregada para proteger áreas sadias da radiação emitida durante o tratamento de cânceres superfíciais.

 Hoje, Karin comemora o bem sucedido desenvolvimento do produto, que reproduz as características de absorção do tecido humano, sua aplicação no Centro de Atenção à Saúde Mulher (CAISM) e no Hospital de Beneficência Portuguesa, em São Paulo. A cientista conta ainda com o apoio do Instituto do PVC, que tem como uma de suas ações estimular a produção de trabalhos científicos e pesquisas de desenvolvimento de produtos à base de PVC, que contribuam para o desenvolvimento da saúde e tratamento de doenças.

 
 

TRIUNFO SUPERA RECORDE DE PRODUÇÃO EM 1997

 

 A Petroquímica Triunfo atingiu recorde de produção em 1997: 143.289 toneladas de polietileno de baixa densidade, superando em mais de 2 mil toneladas seu recorde anterior - 141.457 toneladas, em 1994. Conforme anunciou ontem seu diretor-superintendente, Miguel Lampert, após o fechamento dos índices de produção relativos ao ano passado, este desempenho se deve a atualização tecnológica da Triunfo, que vem investindo no que há de mais avançado em processos petroquímicos: “Como a instalação do SDCD- Sistema Digital de Controle Distribuído, tecnologia que controla todos os processos de produção”, afirma. O investimento no SDCD foi de 1 milhão e 800 mil dólares.

 O diretor-superintendente da Triunfo observa que o positivo desempenho de 97 se deve aos excepcionais índices de outubro/97 - 12.692 toneladas, e dezembro/97 - este o recorde mensal, com 12.711 toneladas de polietileno produzidas.

 Lembrando que a Triunfo tem capacidade nominal para tingir a marca das 150 mil toneladas/ano de polietileno, Miguel Lampert argumenta que isso só não acontece devido ao fornecimento de matéria-prima no- caso, o eteno, atualmente em cotas abaixo da capacidade produtiva da empresa: “Deixamos de produzir 2.500 toneladas a mais em 97 devido a esse fator”, lamenta.

 Porém para 1998 as expectativas são extremamente favoráveis, pois a petroquímica Triunfo espera iniciar a ampliação de sua planta, visando a produção de polietileno linear numa projeção de mais 130 mil toneladas/ano.

 

BOLETIM DA ABIEF

“Com o Boletim Flex nº 17 de dez/97, completamos as atividades estatísticas do ano de 1997. Nele constam os dados obtidos a partir das informações de mercado fornecidas pelos associados da ABIEF.

 Durante este período, os principais indicadores observados pela ABIEF sofreram consideráveis flutuações demonstrando a situação pela qual passa o mercado de embalagens plásticas flexíveis.

 Os índices do mês de Dezembro são os seguintes, comparados ao mês anterior:

- Índice do número de empregados foi de 112, queda de 11,81%.
- Índice de toneladas faturadas foi de 185, aumento de 12,9%.
- Número de dias de pedido em carteira foi de 11, queda de um (01) dia.
- Número de dias de matéria-prima em estoque foi 13, sem alteração
- Percentual da capacidade utilizada foi de 70,3%, aumento de 4,6%.

 Todos os meses os associados entram em contato conosco para esclarecer e, as vezes, questionar os resultados obtidos. Esperamos que isto continue ocorrendo para que este boletim reflita a realidade do setor.

 Em 1998 estamos aceitando sugestões para aprimorar a pesquisa, desde a inclusão de novos temas até uma mudança de abordagem para melhor atender a você associado da ABIEF. Faça a sua! “

 
 
 

FLEXOMACK TRAZ INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS

A Flexomack está apresentando ao mercado nacional de embalagens plásticas e de papel, nova impressora flexográfica que traz inovações tecnológicas do mesmo nível das estrangeiras.

 O equipamento, projetado por uma equipe das mais competentes, que desenhou impressoras flexográficas para outras empresas congêneres, conta com muitos avanços, que permitirão a seus usuários a obtenção de embalagens de altíssima qualidade em seis cores.

 Projetada para operar a velocidades de 200 metros por minuto com controle automático de temperatura, a nova impressora Flexomack “Explorer 6 C” tem engrenamento externo, que equipa atualmente todas as máquinas de renome no mundo.

 A estrutura central, em ferro fundido GG25 e a estrutura restante em aço SAE 1020, permite ao equipamento operar sem problemas a qualquer velocidade e condições de trabalho, sem perda de qualidade.

 Tendo como componentes de linha normal de produção, freio com controle manual e rebobinamento semi-automático, possui o cilindro central, bem como os anilox e cilindro pescador em aço SAE 1045.

 Todos os rolamentos da impressora são da classe C-O e C-2 o que permite os melhores resultados na operação da máquina.

 Como opcionais, a nova impressora pode ser fornecida com sistema “doctor-blade” (sistema de lâminas dosadoras de tinta), bateção elétrica, sistema hidráulico de encosto e desencosto, alinhadores de entrada e saída, controle automático de freio, sitema de talha elétrica sincronizada, impressão no verso com barra cruzada, avanço micrométrico do grupo impressor, sistema  automático de avanço e recuo simultâneo do grupo impressor controlado por PLC (controlador lógico programado) para troca de serviços (troca de formato), além de rebobinamento automático. Como impressora flexográfica de alta tecnologia e sofisticação, permitirá o uso de cilindros anilox em cromo ou cerâmicos, cilindros porta-clichês com balanceamento dinâmico comprovado e cilindricidade máxima de 0,01mm.

 Com todos estes dispositivos de linha e opcionais, a nova impressora poderá atender as mais rígidas exigências dos convertedores de embalagens de plásticos, papéis e cartão, para impressão de alta qualidade.

 A impressora Flexomack “Explorer C-6” vai atender a um mercado crescente na área de impressão em seis cores, que dia a dia está exigindo equipamentos sofisticados, mas de fácil operação. O projeto da nova impressora, que reúne alta tecnologia - só encontrada nas melhores máquinas - e simplicidade de operação compatível com o mercado nacional.

 Os fabricantes da nova impressora, fazem parte do grupo Aeromack, empresa tradicional produtora de sistemas de ventilação industrial e bombas industriais para diversas aplicações.

 O grupo, assim, que decidiu a produção dessa nova linha de impressoras- início de vasta linha de novos produtos -optou por contratar os melhores profissionais do mercado, cuja experiência é a certeza do sucesso do empreendimento.

 A empresa participará da FIEPAG 98 no Anhembi em São Paulo, estando ainda em seus planos, o lançamento de impressoras de quatro e oito cores, para suprir outros importantes segmentos de mercado.

 
 

 CHAPAS PLÁSTICAS DA MAIS ALTA QUALIDADE

A Waltap S.A. produtora de chapas plásticas de alta tecnologia e a Senoplast Klepsch & Co. indústria austríaca líder européia nesta área, realizaram um coquetel de lançamento da aliança tecnológica que celebraram, através de joint venture, e que colocará à disposição das empresas do Mercosul as mais avançadas linha de chapas plásticas especiais do mercado internacional com aplicações em diversos segmentos do mercado. A importante reunião foi promovida na Amcham - Câmara Americana de Comércio.

 Para maiores e melhores esclarecimentos dirigir-se à Av.João Paulo Ablas, 996 - Jardim da Glória - São Paulo  SP

 
 
 

FORTILIT VENCE CONCORRÊNCIA
PÚBLICA EM MINAS GERAIS

 A Fortilit Tubos e Conexões acaba de ganhar a concorrência da COPASA - Cia.de Saneamento de Minas Gerais para o fornecimento de mais de 130 toneladas de tubos e conexões na área de saneamento básico, no valor de R$ 500 mil. A primeira parte dos produtos - os tubos de esgoto de 100mm - será entregue ainda no mês de janeiro de 1998.

 A empresa anunciou, no começo do ano, investimentos de US$ 142 milhões na construção de uma moderna fábrica de tubos e conexões de PVC rígido e poliolefinas na cidade de Sumaré, estado de São Paulo e lançou, recentemente, dois novos tubos de PVC, para redes de água e esgotos, inéditos no mercado brasileiro: o Corrufort e o Novalock.

 
 

INDÚSTRIAS QUÍMICAS INVESTEM 
EM CONTROLE AMBIENTAL

 

Uma nova mentalidade tem tomado conta das indústrias químicas, que, cada vez mais, têm adotado uma postura ambientalmente correta como um comportamento natural. O respeito ao Meio Ambiente não é mais uma preocupação para o setor e sim uma atitude já incorporada pelas empresas que também são responsáveis pelo destino do planeta.

 A Carbolcloro Oxypar, por exemplo, continua investindo na melhora do controle ambiental de suas fábricas. A Solvay do Brasil também tem destinado boa parte de seus recursos para as questões ambientais em sua unidade de Santo André, além de ter se engajado no programa do governo de São Paulo de despoluição do rio Tietê. A Trikem também aderiu ao programa, atitude que, somada a outras ações ambientais, levou a empresa a buscar a certificação ISO 14000 e a Dow Química tem feito fortes investimentos nas áreas de saúde ocupacional, meio ambiente e segurança na sua planta de cloro-soda na Bahia.

 Todas as empresas são associadas da Abiclor - Associação Brasileira da Indústria de Álcalis e Cloro Derivados, que representa o conjunto do setor Cloro-Soda, dois importantes produtos para a vida moderna, que exercem papéis vitais na saúde pública e na economia do país.

Carbocloro: destaque para novos investimentos

 A Carbocloro esteve sempre atenta para as questões relacionadas ao Meio Ambiente. Segundo o diretor da empresa, Mário Cilento, já na década de 80, cerca de 10% do investimento total da fábrica da Carbocloro em Cubatão - US$ 190 milhões - foi aplicado na melhoria do controle ambiental.

 Seu investimento mais recente na área ambiental foi na unidade de EDC Dicloroetano (matéria-prima do PVC), instalada em abril deste ano, com um custo de US$ 37 milhões. Desse total, 13 milhões foram gastos em equipamentos de controle ambiental. A nova unidade é de última geração. Possui o que existe de mais moderno em termos de produção de EDC, sendo dotada de um moderno sistema de controle operacional, denominado SDCD - Sistema Digital de Controle Distribuído - todo computadorizado.

 O SDCD funciona como um sistema inteligente e garante total controle da unidade, tornando as operações mais seguras e confiáveis, além de minimizar os riscos ao meio ambiente. Seus sistemas de detecção de vazamento, de combate de incêndios e alarme, de alta tecnologia, têm permitido a otimização de processos e de controle ambiental, garantindo, ainda, a qualidade do produto com padrões aceitos internacionalmente. Tanto que a empresa exporta a maior parte de sua produção estimada em 140 mil t/ano.

Solvay do Brasil: mais de US$ 60 milhões em prol do Meio Ambiente

 Os investimentos da Solvay na área de Meio Ambiente também são expressivos. Em virtude do protocolo assinado em 1990, entre a Fiesp e a Secretaria de Energia, Saneamento e Meio Ambiente do Estado de São Paulo, para um programa de despoluição do rio Tietê, a Solvay investiu US$ 6,8 milhões no aperfeiçoamento do sistema de tratamento de efluentes das águas usadas no processo de produção de sua fábrica, entre 93 e 94. Segundo o coordenador de Segurança do Produto da Solvay do Brasil, Eduardo Prestes, essa obra diminuiu consideravelmente as emissões da empresa e a integrou, definitivamente, ao programa, se empenhando para atender às exigências da nova postura ambiental do setor.

 Outros investimentos foram feitos ao longo dos anos. Em 95, cerca de US$ 1,7 milhão foram aplicados num projeto destinado ao aprimoramento do tratamento de efluentes da área de produção de cloreto de vinila (matéria-prima para polimerização do PVC) e, em 96 mais US$ 1 milhão foi absorvido pela área ambiental, desta vez dirigido ao aprimoramento do tratamento de efluentes na área de produção de PVC.

 Para modernizar a automação do sistema produtivo de cloeto de vinila, foi investido mais US$ 1 milhão, tendo como benefício a redução de emissões e menor risco de exposição ocupacional. Resultados que também foram obtidos entre 96 e 97 com os US$ 20 milhões destinados à modernização da produção de resinas de PVC emulsão. Mas a defesa do Meio Ambiente não para por aí. Só em 97, mais R$ 34,3 milhões foram aplicados na fábrica em prol do Meio Ambiente, manutenção e expansão de suas unidades indutriais.

 “As empresas estão tendo cada vez mais pessoas voltadas para o equilíbrio do Meio Ambiente e suas ações são fruto de uma nova mentalidade em que o Meio Ambiente é encarado não só do ponto de vista ambiental, mas, também, de negócios”, explica Eduardo Prestes. Ele fala ainda que quem não acompanhar a evolução da legislação ambiental, pode perder mercados, oportunidades de negócios e imagem. “É preciso encarar o desafio ético trazido para dentro das empresas e adicionar a questão ambiental nas suas atividades”, alerta.

Trikem: estratégia ambiental como ferramenta de competitividade

 Na busca da ISO 14000 e de uma posição competitiva no mercado mundial do setor, a Trikem tem a questão ambiental como uma de suas prioridades de investimento. Essa atitude vem desde a integração da CPC e da Salgema para formar a Trikem e agora, com a fusão da Trikem com OPP, a proposta ambiental só tende a crescer.

 Até 1996, a empresa investiu cerca de US$ 15 milhões em melhorias ambientais. Entre elas, está a criação de uma estação de tratamento de efluentes, dentro do programa de recuperação do rio Tietê, inaugurada em novembro de 93 pela unidade de São Paulo - PVC e Especialidades - no valor US$ 350 mil.

 Já em Alagoas, o destino dos recursos voltados para o Meio Ambiente foi para sua planta de cloro-soda. A fábrica ganhou um cinturão verde de 160 hectares, certificado pelo Ibama como “Criadouro Conservacionista de Espécie da Fauna Brasileira”, que hoje abriga centenas de espécies de plantas e animais silvestres. Esse investimento, iniciado na década de 80, totaliza hoje US$ 6 milhões e seve para evitar proximidade da vida urbana da fábrica.

 Além dessas aplicações de destaque, outras ações foram implementadas no período com o objetivo de promover melhorias ambientais, como a instalação de equipamentos de controle de produção e tratamento de resíduos químicos.

 De 97 a 99, os investimentos totais em Meio Ambiente somam US$ 18 milhões. Só esse ano, cerca de US$ 4 milhões estão sendo destinados a melhorias de sistemas de tratamento de efluentes líquidos, gasosos e sólidos nas cinco plantas da Trikem, em Alagoas, São Paulo e Bahia.

 No caso específico da planta de cloro-soda de Alagoas, o investimento atual é de US$ 6 milhões, que está sendo aplicado na colocação de um incinerador de resíduos, líquidos e gasosos. Já em Camaçari/BA, o investimento global de expansão de produção está em torno de US$ 110 milhões. Desse valor, US$ 20 milhões se destinam a uma nova unidade de EDC Dicloroetano, que vai aplicar US$ 8 milhões em projetos ambientais.

 A unidade de EDC vai entrar em operação em março de 99 e vai usar como matéria-prima eteno e corrente de HCL (ácido cloridrico) residual de uma empresa vizinha em Camaçari. Até então residual, o HCL será utilizado como um produto reciclado, diminuindo os efluentes da empresa.

Dow: compromisso ambiental

 A Dow Química tem uma política mundial de proteção ao meio ambiente e saúde e um forte compromisso com a segurança na produção do cloro. Na sua planta baiana, nos últimos cinco anos, a concentração média de cloro no ar na área operacional tem um índice 10 vezes menor do que o limite de concentração permitido pela legislação (0,8 ppm).

 O alto grau de conscientização do pessoal operacional e o gerenciamento de programas de saúde ocupacional, meio ambiente e segurança são alguns dos fatores responsáveis por esse desempenho. Mas, para isso, nosso período também foram investidos US$ 25 milhões em prol do meio ambiente, aplicados, principalmente, na redução de emissões gasosas e líquidas.

 Cerca de US$ 6 milhões se destinaram à construção de um oxidador térmico para incinerar todo o resíduo originado na produção do cloro, reduzindo, assim, os efluentes gerados, além de contribuir para a redução do consumo de energia no processo produtivo. Um sistema computadorizado tipo SDCD também foi implantado na fábrica, num investimento de US$ 8 milhões, e mais US$ 5,5 milhões foram colocados numa unidade especial que permitiu uma recuperação de cerca de 50% do sal enviado na corrente para a estação de tratamento de efluentes. Para neutralizar os efluentes alcalinos, a Dow gastou ainda US$ 4 milhões num sistema de produção de ácido clorídrico.

 Outros sete diferentes projetos, voltados para melhoramentos no sistema de lavagem de gases, instalação de tetos nos tanques de salmoura e mudança de material de construção de tubulações para materiais mais nobres e resistentes à corrosão, também favorecem a política ambiental da Dow, somando mais US$ 1,5 milhões em investimentos direcionados à proteção do meio ambiente.

 

ROTULO-TECH A SOLUÇÃO IDEAL PARA ROTULAGEM

Excelentes novidades para as indústrias nacionais de refrigerantes e bebidas em geral a partir de fevereiro, elas vão poder contar com melhorias significativas em termo de qualidade e preços para os seus rótulos.

 Segundo informa Rubem de Sá Freire, diretor da Rotulo-Tech, única indústria nacional 100% especializada em rótulos e filmes impressos retratáveis, seu parque fabril acaba de ser ampliado com a chegada de sofisticados equipamentos importados, dotando a Rotulo-Tech com o que de mais moderno existe em termos de impressão, laminação e acabamentoo de rótulos.

 Os investimentos já feitos e ainda programados para o biênio 98/99 elevam-se a RS$ 10 milhões, e que permitirá à Rotulo-Tech manter e ampliar sua liderança tecnológica em nosso continente além da entrada do novo milênio.

 Em paralelo aos investimentos em equipamentos, a Rotulo-Tech está complementando a implantação de “know-how” internacionalmente inédito para a aplicação de novas linhas de rótulos encolhíveis (shrink wrap-around) as quais, elevarão e produtividade e qualidade da rotulagem nacional.

 Com os novos equipamentos recém-chegados e ainda por serem instalados, sua capacidade de produção mensal deverá exceder a 400 milhões de rótulos mensais e 150 toneladas de filmes impressos retratáveis.

 Sá Freire encerrou sua exposição informando que sua indústria está também instalando gratuitamente rotuladoras modernas nos parques industriais de seus clientes preferenciais, sem ônus adicionais para os mesmos.

 
 

LÍDER ARGENTINA INVESTE NO BRASIL

A empresa argentina Nuva S.A. C.I.F.I., líder no ramo de produtos plásticos para as áreas industrial, doméstica e promocional, está apostando no mercado brasileiro com a joint venture Nuva PB Plásticos do Brasil Ltda. Também está prevista, nos próximos 12 meses, a construção de uma fábrica no interior de São Paulo, que consumirá investimentos de aproximadamente US$ 2 milhões.

 “Oferecemos soluções à empresa. Na linha de brindes promocionais de plástico, já conquistamos clientes importantes como a Refinaria de Maiz, Refinações de Milho Brasil, Cia Gillete da Argentina, Sancor, Cargill, Villa del Sur, Cabana Santa Rosa e Gessy Lever”, declara o diretor presidente, Carlos Enrique Vadra.

 Apesar de estar há apenas 8 meses no País, a Nuva espera faturar US$ 6 milhões este ano. Até 2001, pretende elevar o número para US$ 18 milhões. A grande novidade da companhia são as lombadas de plástico, produto inédito que ocorre com as tradicionais de cimento brasileiras. “Instalamos uma lombada de 7 metros - a largura de uma rua normal - em duas horas, sem impedimentos no tráfego”, explica o diretor comercial do Brasil, Oldack Jaoude.

 Os artigos de uso doméstico e de limpeza são o carro-chefe da Nuva, que também está presente no Chile, Paraguai, Uruguai e Porto Rico através de escritórios comerciais e os exporta para o Mercosul. Os brindes promocionais, mercado bem trabalhado nos últimos três ano, têm uma participação significativa no faturamento de US$ 20 milhões anuais da empresa.

 Na área de “catering” (embalagens para refeições servidas em viagens aéreas), a Nuva atende a L.AP.A- Linhas Aéreas do Paraguai, a Austral e a Aerolíneas Argentinas. “Consideramos este um mercado emergente, no qual ingressamos no último ano com ótimas perspectivas de crescimento”, diz Vadra. E ainda, no setor de embalagens, a Nuva atende a Flora Dánica, Molinos (Grupo Santista Alimentos), Sancor, Milkaut e Sherwin Williams.

 

PVC NA REDE

 Site do Instituto do PVC traz informações atualizadas sobre 
o plástico mais pesquisado do mundo

 Você sabia que o consumo energético na produção do PVC é um dos mais baixos entre os materiais utilizados na construção civil? E que a utilização de petróleo bruto nestes processos representa, em média, menos de 0,25% da quantidade de petróleo bruto extraído no mundo? Pois agora, estas e outras informações sobre a mais polivalente matéria plástica existente, o PVC, já estão disponíveis no site do Instituto do PVC (http://www.institutodopvc.org).

 Representante da indústria brasileira do PVC, o Instituto pretende, através da Internet, criar um canal permanente de comunicação entre as empresas envolvidas na cadeia produtiva e o público geral, além de constituir na principal fonte de informações sobre o produto. O instituto mantém intercâmbio com entidades internacionais como o The Vinyl Institute (Estados Unidos), Japan PVC Association (Japão), European Council of Vinyl Manufacturers-ECVM (Europa) e Vinyl Council of Canadá-WC (Canadá). Ele trará em seu site informações atualizadas de todo o mundo sobre características, relação com o meio ambiente, aplicações do PVC, entre outras.

 A interatividade também está presente no site. Através dele, é possível tirar dúvidas diretamente com a equipe do Instituto (info@instituto dopvc.org) e, até mesmo, associar-se a ele. Agora, não só é possível saber tudo sobre o plástico mais pesquisado do mundo, como, também, alimentar as fontes de informação sobre ele.

 
 

ENTSORGA’98 APRESENTARÁ NOVIDADES 
EM RECICLAGEM E DESCARTE DE LIXO

Cerca de 1.400 fornecedores, de 25 países,são esperados 
para a 8ª edição da Feira

No período de 12 a 16 de maio, a Associação Nacional da Indústria Alemã de Descarte de Lixo (BDE) promoverá em Colônia, na Alemanha, a 8ª ENTSORGA-Feira Internacional para Reciclagem e Descarte de Lixo. A expectativa dos organizadores da Feira é de que haja uma participação de 1.400 empresas de 25 países, incluindo 300 estrangeiras; um número relativamente maior comparado ao da última edição em 1996.

 Numa área de 165 mil m² será oferecida uma visão dos produtos do setor: aplicações, veículos e plantas cobrindo todo o espectro de serviços de descarte de resíduos e de reciclagem, incluindo sistemas de coleta de esgoto e de tratamento de efluentes, compostagem, tratamento térmico de resíduos e aterros.

 Como esclarece Lauri Müller, Diretor da MDK Feiras Internacionais, promotora exclusiva do evento no Brasil, o visitante terá uma oportunidade única de ver reunidos, num mesmo local, produtos e serviços que atendem aos mais variados setores da reciclagem e do descarte do lixo.

 “Haverá um Pavilhão inteiramente dedicado às técnicas e tecnologias de descarte de lixo doméstico e industrial, incluindo serviços de coleta em estradas e de coleta durante o inverno”, conta Müller. Em outro Pavilhão serão apresentadas tecnologias de laboratório e de medição, elementos de segurança industrial, de gerenciamento de softwares de planejamento, além de pesquisa e desenvolvimento.

 O mesmo acontecerá com as máquinas e plantas de reciclagem e tratamento térmico de lixo, reunidos num único Pavilhão. Os sistemas de coleta de esgoto e de tratamento de efluentes também estarão representados num Pavilhão exclusivo. A Feira contará ainda com a apresentação de veículos, máquinas e aplicações para o descarte de lixos especiais, cadáveres de animais/resíduos de abatedores de lixo residual.

 
 

 RECICLAGEM DE PLÁSTICO É TEMA DA ENTSORGA’98

Nos últimos anos a Associação Nacional Alemã da Indústria de Descarte de Lixo (BDE) investiu cerca de US$ 5 bilhões no desenvolvimento de uma série de sistemas logísticos e de tecnolgias de reciclagem. Durante a ENTSORGA’98 - Feira Internacional de Reciclagem e Descarte de Lixo, agendada para 12 a 16 de maio, em Colônia, Alemanha, estes sistemas e tecnologias serão expostos por cerca de 1.400 empresas, de 25 países, que ocuparão uma área de 165 mil m². Como explica Lauri Müller, Diretor da MDK Feiras Internacionais, promotor exclusivo da Entsorga no Brasil, em 1996, na Alemanha, cerca de 792 mil toneladas de plásticos foram processadas antes de tornarem-se embalagens. Outras 535 mil toneladas de material plástico retornaram à cadeia de reciclagem, o equivalente a uma taxa de reciclagem de 68%. “Deste total, mais da metade, ou seja, 284 mil toneladas ou 53%, foram processados para a produção de novos itens. Os 47% restates (251 mil toneladas) foram quimicamente transformados e usados como matéria-prima.”

 Para acompanhar esta realidade, a Entsorga’98 será palco de apresentação das modernas técnicas de detecção e seleção de plásticos baseadas, principalmente, em sistemas óticos. Outra técnica que será apresentada nos cinco dias de evento é a de sepração do plástico por densidade. Os estudiosos, contudo, alertam que até maio novas tecnologias surgirão.

 Cientistas da Universidade de Berlim estão trabalhando num novo método de separação à base de solvente. O princípio é sissolver a mistura plástica em líquido. A solução líquida é despejada sobre o plástico, já em pó, filtrando-o lentamente.

 
 

PVC BRILHA NA AVENIDA

Seja nas escolas de samba do Rio e São Paulo ou nas ruas de Salvador, o plástico ajudou a fazer a alegria do carnaval.

Quem pode imaginar que o mesmo material que vira tubo de rede de água, revestimento de parede, computador, bolsa de sangue e até mesmo peças de carro pode ser um dos responsáveis pela beleza do carnaval?

 Muita gente não sabe, mas a versatilidade do PVC é tão grande que ele é capaz de tudo isso e muito mais. O próprio instituto do PVC, representante nacional da cadeia produtiva da resina, surpreende-se com a infinidade de aplicações desse tipo de plástico neste segmento, que também tem na área de lazer e entretenimento um grande filão de mercado.

 Mas, para os carnavalescos, nada disso importa. Eles só estão interessados nas fantasias, alegorias, adereços e no brilho do carnaval. E é por isso que eles usaram toneladas de PVC.

Samba de PVC

 Elas desfilam apenas por algumas hora, mas para isso é preciso um ano inteiro de trabalho e dedicação. Os barracões, oficinas e quadras das escolas de samba funcionam 24 horas. Como diz Graça Oliveira, da escola do Casarão das Artes Carnavalescas, no Rio de Janeiro, o carnaval é coisa séria. Tem dia, hora e minutos determinados para entrar na avenida.

 A responsabilidade dos aderecistas é enorme. São eles que dão a interpretação visual do enredo das escolas, criando e montando a estrutura dos carros, alegorias e fantasias que ganharam os aplausos nos sambódromos. Entre os materiais utilizados, o PVC foi um dos que deram vida, forma e brilho às peças que desfilaram nas avenidas, longe ou perto das baterias, enfeitando até mesmo suas madrinhas. Um trabalho colorido, alegre e subretudo prazeroso, coordenado e executado por quem faz do carnaval a sua vida.

 No Rio de Janeiro e São Paulo, uma média de 3 mil componentes por escola de samba desfilaram em alas reluzentes, acompanhdo dezenas de carros alegóricos com mais de 10 metros de altura, movimentados por pura emoção. Grande parte deles foi revestida de PVC, descoberto há 15 anos pelos carnavalescos da Marquês de Sapucaí e do Sambódromo paulista.

 Metros e mais metros do plástico foram usados para fazer as placas de vácuo que deram as mais diversas formas aos carros do desfile, em vários tamanhos e cores. "Cada dia mais o uso do PVC tem crescido nos barracões das escolas de samba", comenta Graça Oliveira, do Casarão das Artes. Segundo ela, a utilização da resina faz parte da transformação do carnaval.

 "Estamos sempre buscando e pesquisando novos materiais e quando os encontramos eles tornam-se úteis em todo o mundo do carnaval. O PVC, por exemplo, permitiu o adereçamento e o embelezamento da decoração com facilidade. Podemos colar, dar forma a qualquer tipo de objeto. E o custo é bem mais em conta, cerca de 90% mais viável do que qualquer outro material. Já testamos isso. As escolas usaram toneladas", revela.

 O Casarão trabalha para diversas escolas, como a Beija-Flor, Império Serrano, Rocinha, Estácio de Sá, Caprichosos de Pilares e Arrastão de Pescadura, no Rio, e para a Camisa Verde e Branca, em São Paulo. Só com placas foram gastos 660 quilos e quilos de PVC, fora o que é usado nas 8,5 mil fantasias e nos materiais flexíveis, como bastões, que servem para uma infinidade de adereços, como máscaras e chapéus onde plumas, paetês e lantejoulas ganham ainda mais brilho.

 Para a carnavalesca da Nenê da Vila Matilde, Vaníria Nejeischi, a maior vantagem do PVC foi a facilidade de trabalhar com ele. "Não existe um material similar. Acho que usamos o PVC desde que ele existe", brinca. Ela também usou o plástico nas fantasias, enfeites e carros alegóricos. Dos seis que a escola desfilou no sambódromo, dois tiveram um revestimento especial à base de tubos espelhados que aumentaram o volume a altura dos estandartes

 Nada escapa de um leve toque do plástico. Difícil dizer um lugar da avenida em que ele não estivesse. Até nas arquibancadas, engarrafando a água que refresca os foliões. Mas aí já é outra história...

Painéis gigantes relembram a Tropicália em Salvador

 O carnaval de Salvador é um dos mais tradicionais do Brasil, conhecido pela magia do axé e originalidade de suas músicas e danças. A festa baiana leva milhões de pessoas a correr atrás dos trios, admirando a decoração das ruas, avenidas e praças que compõem o circuito do carnaval em quase 20 km de extensão. Este ano, a cidade recebeu mais de 400 mil turistas, fora o efetivo local com seus familiares, pessoas que só assistiram aos desfiles dos blocos e os foliões que vieram do interior da Bahia. A imensidão da festa contou ainda com quase 200 entidades carnavalescas e milhares de artistas. Uma energia contagiante.

 Nesse cenário, um personagem anônimo também se destacou. Embora admirado por todos, não foi reconhecido: o PVC, um plástico que é utilizado para decorar painéis, peças aéreas e de solo há quase 20 anos.

 Com o tema Tropicália, Salvador esteve mais bonita. O artista plástico Zu Campos, co-autor da decoração do carnaval de Salvador, confirmou a importância desse plástico para fazer a beleza da festa. Segundo ele, foi possível obter uma maior variedade de cores com o PVC, o que foi extremamente importante num evento como o carnaval. Ele substituiu o tecido e a madeira com grandes vantagens, inclusive com menor custo. "Ele tem maleabilidade, translucidez e é muito mais econômico do que outros materiais", revela.

 Quem teve a sorte de estar na Bahia, com certeza se encantou com o painel que trouxe as caricaturas de Caetano, Gil e Gal, grandes nomes da Tropicália, exposto num dos grandes cartões postais da cidade, o Elevador Lacerda. Na Praça Castro Alves, o público pôde admirar e se emocionar com um painel em homenagem a Dodô e Osmar, os pais do trio elétrico.

 Mas a decoração não parou por aí. Teve PVC por todos os lados, revestindo praticamente todas as obras. Só na avenida principal do carnaval, foram mais de 600 peças com cerca de 3 metros de altura. No Centro Histórico de Salvador, imagens de Carmem Miranda alegraram as ladeiras do Pelourinho. Isso fora os 25 postes estilizados com figuras presas em suas astes, como coqueiros e bananeiras, compondo o carnaval tradicional da avenida. Se contarmos as fitas e adereços, que saltitaram ao vento, o carnaval virou uma festa de plástico

 

PLÁSTICOS NA INTERNET

clique nas imagens para visitar os respectivos endereços

Argenplas 98

A feira bianual argentina está no endereço: 
http://www.expocenter.com.ar/argenplas/loadframe.htm.

A exposição portenha, que a ser realizada em abril, é, depois da nossa Brasilplast, a mais importante feira de plásticos latino-americana e  apresenta alguns expositores brasileiros dos setores de matérias primas e  de máquinas e equipamentos.

O site, apesar de  sucinto, presta  as informações necessárias, principalmente para o empresário brasileiro que está pensando em visitar a Argenplas.

 

K’98

 

Com relação à feira alemã em outubro , a apresentação do site é um “show” a parte!

“Gifs” animados, visualização perfeita, um espetáculo em termos de informações, enfim uma verdadeira prévia do que ocorrerá durante o evento sem deixar de prestar todas as “dicas” importantes para quem for a Alemanha.

Para “viajar” virtualmente adicione ao seu”bookmark”: http://www.tradefair.de/K98  e bom proveito!

 

Mensagens Natalinas

Nesse desfilar dos nomes e empresas constantes da relação abaixo, ficam evidenciados os princípios de fé na natureza humana. São criaturas imbuídas dos mais puros sentimentos, querendo, na oportunidade, transmiti-los a todos, notadamente, àqueles que estão a seu alcance e precisam acreditar, como acreditamos, que a única saída para a conquista da Paz, tão almejada, é o Amor.

Estejam certos, prezados amigos, que suas mensagens natalinas têm o dom de traduzir essa esperança de tornar o mundo melhor.

Abief - Israel Sverner - Presidente
Água & Saúde - Humeberto Lemos
Alberto Mansur - Grão Mestre da Ordem de Molay
Alcântara Machado - Camilinha Cardoso
Alomar de Mendonça
Brampac S/A - Div. Cromex
CARLOS AUGUSTO DO AMARAL JR.
Canguru Embalagens
Cláudio Maurício Freitas
Copebrás - Marcus Vinícius Martins
Coras do Brasil - Miguel Ignácio Pereira
Danilo de Castro Abreu
Fernando Chinaglia - Neusa O. Chio
Hercules do Brasil - Juan Sabaté
Idma S/A
Idma S/A
Imacom
José Maria Pinto Ferreira
INP Instituto Nacional do Plástico
Ingrupo Propaganda
Itelpa Ind. Com. Ltda.
José Carlos da Silva
José Carlos da Silva
Madia & Associadas
Majestic
Maria Sidelma P. Dantas
Monte Líbano
Olympio de Mello
Olympiode Mello
Ordem de Molay
Petroquímica Triunfo - L. Thomé
Petroquímica Triunfo - L. Thomé
Plasmar Ltda. - Wilson/Ney/Cícero
Polialden - João Carlos Piazi
Polibrasil - Taily
Politeno - Marina Galvão
Politeno - Marina Galvão
Politeno - Eduardo Berkovitz
Politeno - José Ricardo Roriz Coelho
G. Racca
Ramon Ind. Plástica
Rhodia Comun. Social
RNO Indl. Plásticos Ltda.
Senai-Cetind
Sergio Malta & Associados
Simplast-Sindicato Inds. Mat. Plásticos MG - Magda Regina - Presidente
Simperj - Sindicato Ind. Mat. Plástico RJ - Gilberto Jaramillo - Presidente
Sind. Ind. Mat. Plástico do Est. do Paraná - Milton Bin - Presidente
Siresp - Eduardo Sene Filho - Secretário Executivo
Sydnei Latini
Union Carbide - Jaime Utrera
Brindes Natalinos

Agradecemos a gentileza da parte nossos amigos pela iniciativa de nos remeter brindes natalinos.
ECT
Fernando Chinaglia
Monte Líbano
Pepasa
Petroquímica Triunfo
Politeno
Rhodia

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