JANEIRO DE 1999

Matérias do Mês

EDITORIAL: CBIP: Três Anos de Sucesso
Notas Sintéticas
Workshop: "Comércio Exterior: uma Grande Oportunidade para o Plástico
Brasilplast Retrata Novas Tecnologias da Indústria Plástica, que Movimentou R$ 8,9 Bi em 98
Natal do JP
Triunfo Incentiva Produção Cultural Gaúcha
Politeno na Brasilplast '99
Innova: Novidade no Copesul
Plastivida Conquista o Prêmio "O Melhor Projeto Ambiental do Ano"
O Futuro da Reciclagem
Reciclagem na Brasilplast '99
Perde, a Nossa Estimada Union Carbide do Brasil, um de seus Mais Devotados Servidores: Marcus G. Xavier
Lacres Plásticos
Gás Natural: Abiquim Defende "Livre Acesso" para Grandes Consumidores
Triunfo: a Melhor do País Segundo o Imic
Mecalor Busca Novos Representantes
A Mecalor
Ipiranga Petroquímica em Expansão
Triunfo Renova Diretoria
Aplicação da Espectroscopia de Impedância Eletroquímica em Avaliações Rápidas de Embalagens Metálicas e Laminados Plásticos Contendo Alumínio





EDITORIAL
CBIP: TRÊS ANOS DE TOTAL SUCESSO

APESAR DO VERDADEIRO PANDEMÕNIO em que se transformou nossa já combalida economia, após a liberação do câmbio, neste “finalzinho” de primeiro mês do ano, não podemos deixar de registrar importantes metas atingidas pelo CBIP-Curso Básico Intensivo de Plásticos.
TRÊS ANOS APÓS o lançamento dessa vitoriosa idéia, ainda temos em mente o editorial de janeiro/96, quando apresentamos o Curso como uma das iniciativas de comemoração do ano do 40º aniversário do JORNAL DE PLÁSTICOS.
DE LÁ PARA CÁ, só temos tido motivos para nos orgulharmos de nossa obra educacional dos plásticos.
NUM BREVE BALANÇO, gostaríamos de ressaltar que já recebemos mais de 2500 manifestações de interessados em cursar o CBIP. Destes, efetivamente, quase 1000, provenientes de todo o Brasil, estão cursando ou já terminaram.
SE CONSIDERARMOS que a média de alunos, por turma, de curso livre é de 20 alunos, chegaremos à impressionante cifra de 50 turmas!
CAMINHAMOS, NO MOMENTO, PARA duas centenas de alunos formados que expressam, de maneira espontânea, a satisfação por terem concluído o CBIP.
PARA COROAMENTO desses dados, a Politeno, através da visão avançada de seu Diretor Comercial, José Ricardo Roriz Coelho, acaba de renovar o parocínio ao CBIP, mantendo, dessa forma, uma parceria que tem dado certo.
ATRAVÉS DESSA INICIATIVA, poderemos continuar com a redução em mais de 30% no preço de inscrição dos alunos no curso, o que, certamente, propiciará um número cada vez maior de “experts” em plásticos em nosso País.

 

NOTAS SÍNTÉTICAS

• DE DANBURY, CONNECTICUT, VEM A NOTÍCIA DE QUE A UNION CARBIDE CORP., devido à queda dos preços dos produtos químicos e orçamento de despesas superado, teve uma receita 84% menor no quarto trimestre, apesar de ser a maior fabricante de produtos químicos usados em anticongelantes e plásticos poliéster.

• A CHINA, COM SUA CAMBALEANTE ECONOMIA, POSTERGOU SEUS PROJETOS DE EXPANSÃO na produção de produtos químicos básicos de bilhões de dólares: na “corda bamba”, a moeda chinesa - yuan - que o governo continua com o propósito de não desvalorizar ...

• A RECICLAGEM DE PVC PROJETA O VALOR DOS TERMOPLÁSTICOS, ampliando o mercado e provocando a redução de preços. A Waltubo, produtora de eletrodutos, acreditou e se propôs a produzir condutores plásticos na ordem de 30 toneladas, 40% mais baratos, graças ao PVC recuperado.

• EMBALAGEM DE POLIPROPILENO SUPERA as tradicionais de madeira conquistando, assim, o acondicionamento do já famoso queijo Catupiry. Produzido há, aproximadamente, 90 anos, o nosso queijo deve seguir para os EUA para ser comercializado, já com “nova roupagem” que, por ser de polipropileno, fica 30% mais barata.

• A EXTRAORDINÁRIA MATÉRIA PRIMA PLÁSTICA - PVC, teve um aumento de consumo da ordem de 12%. Segundo informa o Instituto de PVC, esse plástico teve, em 1998, uma produção de 681 mil toneladas, sendo que mais de 50% foram transformadas em tubos e conexões.

• A “DESVALORIZAÇÃO” DA MOEDA NACIONAL motivou a “valorização”, entre outros produtos, aqueles dos fabricantes de máquinas nacionais que deverão, em conseqüência dessa medida, ampliar suas exportações em 99.

• O MERCADO BRASILEIRO CONTINUA A OFERECER EXCEPCIONAIS CHANCES para aqueles que possuem visão e experiência na transformação dos plásticos. É o que vem de acontecer com a Fibope, produtora de Filmes Biorientados, em Portugal, do grupo Nelson Quintasm que instalará, em nosso País, de parceria com a canadense Intertape Polymer, uma unidade que se dedicará à fabricação completa de filmes termo-retráteis, filmes estiráveis e adesivos para uso industrial, favorecendo, paralelamente, o mercado empregatício com, inicialmente, 150 vagas.

• A BOLSA DE NOVA YORK VAI NEGOCIAR ações da Copene Petroquímica do Nordeste S/A, central de matérias primas do Pólo Petroquímico de Camaçari, na Bahia, na forma de ADRs (American Depositary Receipts) nível 2. A Copene é a maior empresa petroquímica da América do Sul, com um faturamento anual de R$ 1,4 bilhão, produzindo, anualmente, 1,2 milhão de toneladas de petroquímicos básicos.

• OBEBRECHT ENFRENTA 99 COM O SENTIDO DE DEFINIR suas atividades no setor da química e da petroquímica, voltada para a produção, corte de investimento e venda de ativos.

WORKSHOP “COMÉRICIO EXTERIOR:UMA GRANDE OPORTUNIDADE PARA O PLÁSTICO


1- O presidente do Siresp, Jean Daniel Peter, apresenta as medidas
para a redução do déficit comercial no setor plástico.
2- Jean Daniel Peter, presidente do Siresp, Alexandrino de Alencar,
presidente do INP, Guilherme Duque Estrada, vice-presidente da
Abiquim e Celso Guzzo, vice-presidente da Abiplast.

A indústria do plástico esteve reunida em dezembro, no auditório da Fiesp, em São Paulo, para tratar de uma questão que há muito tempo tem sido a grande meta do governo: a redução do déficit comercial. Para tanto, algumas medidas foram anunciadas pelas entidades que representam a cadeia do plástico no Brasil - Abiquim, Siresp e Abiplast -, incluindo incremento nas exportações e, conseqüente, redução nas importações, além, é claro, de uma reforma tributária, para que os resultados comecem a aparecer em curto prazo de tempo.

Medidas para fortalecer a participação dos produtos plásticos na área de comércio exterior:

1) Integrar e fortalecer a cadeia produtiva do plástico são passos fundamentais para alavancar um melhor desempenho do setor na área de comércio exterior. O objetivo é viabilizar políticas comerciais que assegurem a exportação de produtos finais de maior valor agregado e fabricar produtos que permitam substituir parte do atual quadro de importações.

2) Nesse processo, será possível fortalecer todo o parque industrial, em particular as pequenas e médias empresas, a semelhança do que já ocorre em países como EUA, Itália e Alemanha. O segmento de pequenas e médias empresas pode contribuir decisivamente, com produtos diferenciados, além de gerar milhares de empregos. A título de exemplo, caso o Brasil não tivesse importado 230 mil toneladas de resinas transformadas em produtos finais poderia ter gerado 6 mil empregos.

3) Reconhecendo a importância do mercado interno, o setor já identificou que 58% dos produtos importados têm similar nacional e podem ser substituídos. Para disputar esses nichos de mercado, o setor vai buscar melhor performance de uso e maior competitividade.

4) Tomando por base o diagnóstico realizado pelo professor João Bosco, da Fundação de Comércio Exterior (Funcex), as entidades do setor plástico estão formando um grupo de trabalho, Propex, sob a coordenação do Sr. Celso Guzzo, da Abiplast, para impulsionar as ações que vão permitir reverter o atual quadro. Neste grupo, estarão representantes de toda a cadeia do Plástico

5) Esse esforço da cadeia produtiva poderá ser INÚTIL se o governo não assegurar isonomia competitiva para as empresas brasileiras em relação aos nossos principais concorrentes. Essas condições, que visam desonerar a produção, são, basicamente, igualdade nas condições de financiamento e no peso da carga tributária em relação ao preço final do produto. O exemplo do sistema tributário de Hong Kong, talvez, seja uma das principais razões do sucesso daquele país nas exportações.

6) Nesse sentido, a atual TJLP compromete qualquer perspectiva de sobrevivência do parque produtivo nacional. A variação da taxa, mesmo sendo trimestral, compromete o resultado do ano inteiro. Portanto, deve ser reduzida imediatamente, adequando-se aos padrões internacionais. Enquanto isso, para minimizar os efeitos desta alta taxa, propõe-se uma redução imediata do spread cobrado pelo BNDES e seus agentes.

7) A cadeia produtiva do plástico se soma a outros setores industriais na defesa de uma reforma tributária urgente. A indústria defende a instituição do IVV (Imposto sobre Vendas a Varejo), um imposto moderno que pode garantir transparência (todos saberão quanto pagam de imposto), a desoneração da produção (fim dos impostos em cascata), a cobrança na ponta do processo (facilitando as exportações), a redução da informalidade e o fim da guerra fiscal.

8) Caso o governo e o Congresso Nacional façam a sua parte, o setor assume o compromisso de, num período extremamente curto de tempo, ano após promulgada uma verdadeira e completa reforma tributária, reduzir substancialmente o atual déficit do setor (atualmente, de US$ 540 milhões/ano), através da duplicação das exportações atuais (alcançando o patamar da Argentina de exportar pelo menos 6% do faturamento/ano) e da substituição de parte dos produtos atualmente importados. Como foi dito no Workshop, “A melhor defesa contra as importações é a exportação”. Com certeza, será um passo importante para o governo cumprir a meta estabelecida com o FMI (superávit de US$ 2,8 bilhões).


BRASILPLAST RETRATA NOVAS
TECNOLOGIAS DA INDÚSTRIA PLÁSTICA,
QUE MOVIMENTOU R$ 8,9 BI EM 98

Entre 8 a 13 de março próximo, cerca de 950 expositores estarão mostrando as novidades do setor na 7ª Brasilplast - Anhembi

“Somos uma ilha cercada de plástico”, diz Merheg Cachum, presidente da Associação Brasileira da Indústria Plástica - Abiplast. Boa parte de tudo que nos rodeia é feito com plástico, uma das principais matérias-primas do mundo.
Com consumos per capitas anuais que chegam a mais de 100 kg nos principais países consumidores, como Bélgica, com 157 kg, e Estados Unidos, com 145 kg, o plástico vem ganhando espaço em segmentos que antes utilizavam outros tipos de máterias-primas.
No Brasil, embora o consumo individual de 19 kg por ano esteja longe dos países de ponta, o plástico vem recebendo atenção especial das grandes empresas, que desvendam novas tecnologias para a fabricação e transformação do material.
Para manter o mercado informado sobre as atuais tendências do setor, que movimentou no Brasil, em 1998, cerca de R$ 8,9 bilhões no segmento de plástico comodites, que não pertencem à classe dos utilizados em segmentos técnicos, a Alcantara Machado Feiras de Negócios organiza a Brasilplast-Feira Internacional da Indústria do Plástico.
Realizada entre os dias 8 e 13 de março, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, a sétima edição da feira traz novidades em produtos, equipamentos e tecnologia utilizadas no setor pelas mãos das principais empresas mundiais, como Politeno, Himaco Hidráulicos e Máquinas, Rhodia do Brasil, Irmãos Semeraro, Rulli Standard, Moltec, Indústrias Romi, Carnevalli, Bayer e Indústria Bandeirante, entre outras. Da China está acertada a vinda de uma delegação composta por mais de 17 empresas, como a Asian Plastic, a Phyllis e a Jumbo Steel.
Segundo Evaristo Nascimento, diretor da feira, no total farão parte do evento 500 empresas nacionais e 450 estrangeiras, distribuídas em 75 mil m². O público esperado é de mais de 60 mil visitantes técnicos, que assim como as empresas chegam de vários países para ver de perto os lançamentos e o que foi mostrado recentemente na feira alemã K’98.
A Brasilplast é considerada uma das cinco principais feiras do setor em todo o mundo e vem arrebatando a cada versão mais credibilidade e importância. Cachum conta que muitos classificam a feira como a terceira de maior expressão mundial.
A seriedade adquirida requer mais estímulo para os organizadores, que garantem: a Brasilplast’99 estará maior e melhor em qualidade se comparada com, a última performance, em 1997.
“É o grande momento de trazermos tecnologia de ponta para o mercado brasileiro”, garante Cachum, entusiasmado com as novidades. Entre elas, novos conceitos sobre a reciclagem do material.
Barato e ainda com a alternativa de ser reaproveitado, o plástico vem reafirmando a posição de destaque que tem no panorama mundial. Segundo a Abiplast, no Brasil o consumo está aumentando. O atual per capita brasileiro teve como base índices mais baixos. Em 1992 o consumo individual era de apenas 8,81 kg.
De acordo com a associação, para tornar o quadro cada vez mais favorável, o principal passo caberia à estabilização da economia nacional, diz Cachum. “Quanto mais emprego, mais consumo de plástico pela população”, finaliza.

Congresso do Plástico
Além de conhecer de perto o que há de mais atual no setor plástico, o visitante da Brasilplast terá a chance de participar do 2º Congresso Latino Americano da Indústria do Plástico, no dia 9, a partir das 8h30, no 3º Mezanino do Pavilhão de Exposições do Anhembi.
Com apoio da Brasilplast e realizado pela Associação Latino Americana de Indústria do Plástico (Aliplast), o congresso tratará de assuntos segmentados em quatro temas. Roger Kamps, da Associação Alemã do Plástico, traz “Tendência Mercadológica dos Produtos, Transformados de Plástico e Tecnologias e Reciclagem”, às 8h50. “A Globalização no Mercado do Plástico e Efeitos e Consequências” é o tema de José M.Cavanillas, da Confederação Espanhola de Empresários do Plástico, às 9h40. Jean Daniel Peter, do Sindicato das Indústria de Resinas Sintéticas do Estado de São Paulo, fala sobre “Matérias-Primas, Tendências para Améria Latina e para o Mundo”. Por último, “O Plástico e o Meio Ambiente” é assunto de Ernesto T.Weber, da Associação Brasileira da Indústria Química/Plastivida, às 11h40.

NATAL DO J.P.

NOITE FELIZ! NOITE FELIZ: Ainda se ouvem ao longe, as vozes contagiantes das crianças buscando com os olhos o eterno Papai Noel que ao som dos sinos vem nos abençoar e alegrar com seu sorriso incomparável, trazendo em suas mãos o presente tão esperado que nem os do aniversário nos fazem lembrar.
Adultos, aguardamos os cartões natalinos dos amigos sinceros, cartões que purificam o espírito e que nos animam a remeter por nossa vez, mensagem de amizade, por um de perdão e compreensão para aqueles que, por ventura nos magoaram.
Assim se encontram o JORNAL DE PLÁSTICOS e sua equipe, alegres pelo dever cumprido durante mais de um ano, pedindo ao Senhor suas bençãos para que neste ano, aqueles que nos são caros conosco comunguem os momentos felizes que, por certo, repetir-se-ão ao som de NOITE FELIZ! NOITE FELIZ!

MENSAGENS AO JORNAL DE PLÁSTICOS
Com a nossa gratidão, transcrevemos, na relação abaixo, o nome dos amigos que nos honraram com sua mensagem natalina:

• ABIEF
• Água & Saúde
• Alberto Mansur
• ARBURG
• Canguru Embalagens
• CARLOS AUGUSTO DO AMARAL JUNIOR
• Colortronic
• Dutisa
• Fábio Júnior
• Hidrossol Ind.Com.de Plásticos
• IBS/Duosoft Brasil
• Ingrupo Propaganda
• Instituto Nacional do Plástico
• Ipiranga
• José Carlos
• Juan Sabaté
• Madia e Associados
• Majestic
• MARIA SIDELMA PEREIRA DANTAS
• Menezes Comunicação
• Messe Düsseldorf International
• Monte Líbano
• National Meassures
• Pepasa
• Plasmar
• Polibrasil
• Polipolymer
• Politeno:
• Fernando J.S.de Freitas
• Jaime P.A.Sartori
• José Ricardo Roriz Coelho
• Refriac
• Rhodia
• SIMPERJ
• Union Carbide do Brasil
• Yara de Abreu Longo Najmann

BRINDES
O brinde de Natal tem um significado maior do que aquele que comumente recebemos. Assim acontece com as chamadas “Folhinhas” e Agendas que tradicionalmente nos oferecem com dois sentidos indiscutíveis: manter-nos atualizados com uma mensagem permanente das empresas com as quais lutamos em favor do progresso do mercado a que estamos servindo.

• INGRUPO
• MAJESTIC
• MONTE LÍBANO
• PEPASA
• POLITENO
• RHODIA

TRIUNFO INCENTIVA PRODUÇÃO
CULTURAL GAÚCHA

A Petroquímica Triunfo (associada à Plastivida), em parceria com a Fundarte, esteve promovendo até 30 de dezembro, em Montenegro, RS, o Salão de Artes em Plástico - a Plástica do Plástico. A exposição teve por objetivo incentivar a produção cultural do Estado e promover a pesquisa de materiais contemporâneos nas produções artísticas, como é o caso do plástico. A partir de janeiro de 99, a exposição passará a integrar a mostra itinerante do Museu de Arte do Rio Grande do Sul.



POLITENO NA BRASILPLAST ‘99

Com o objetivo de oferecer soluções específicas para clientes e visitantes, a Politeno vai montar um Espaço Técnico em seu estande de 297 m² na Brasilplast’99 – Feira Internacional da Indústria do Plástico, que se realizará de 8 a 13 de março, no Anhembi.
No Espaço Técnico, profissionais da empresa ligados à área de Assistência Técnica e Desenvolvimento de Mercado estarão à disposição para atendimento individual aos visitantes, com o objetivo de discutir soluções específicas em seis processos industriais (injeção, extrusão, coextrusão, moldagem a sopro, rotomoldagem e hot melt), além de aspectos ligados à logística oferecida pela Politeno.
Desta forma, poderão ser tiradas dúvidas específicas sobre os processos e as aplicações envolvendo os 52 tipos de resinas produzidas pela empresa a partir de seus oito produtos básicos: PEBD (polietileno de baixa densidade), PEMD (polietileno de média densidade), PELBD (polietileno linear de baixa densidade), PELMD (polietileno linear de média densidade), PEAD (polietileno de alta densidade), EVA (copolímero etileno-acetato de vinila), e as resinas especiais LINTECH (base octeno) e SUPLEX.
Cada visitante interessado receberá catálogos, um brinde-surpresa, e terá ainda à disposição o Manual de Moldagem por Sopro da Bekum, livro cuja edição em português contou com o patrocínio da Politeno. Também estará à disposição um CD-rom com informações sobre a empresa, seus produtos e aplicações, que permite a impressão dos catálogos. E estará em demonstração o Fast-line: uma linha direta entre o computador do cliente e a Politeno.
O estande da Politeno na Brasilplast se situará numa ilha, entre as ruas E-40 e F-41, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. A Politeno, que fabricou 296 mil toneladas de resinas em 1998, detém cerca de 20% do mercado de polietileno no Brasil.

 

INNOVA: NOVIDADE NO COPESUL


O diretor da Inova, Flávio Barbosa (dir.), assina o protocolo do Fundopem,
ao lado do diretor do grupo Perez Companc, Haroldo Dahm

Se depender dos esforços e do andamento das obras da Innova, o Pólo Petroquimico passará a fornecer estireno a partir de dezembro de 1999 e poliestireno a partir de junho de 2000. O cronograma está sendo cumprido à risca: os serviços de terraplanagem do solo e de drenagem da lagoa artificial estão concluídos. A urbanização do terreno - construção de ruas e de deságue pluvial - está praticamente concluída. “Todas as obras subterrâneas estão sendo terminadas”, afirmou o engenheiro químico José Alberto Larpin.
Na avaliação de Jorge de La Rua, vice-presidente do Conselho de Administração da Innova, a realização do projeto corresponde à concretização do Mercosul. “A efetiva integração entre argentinos e brasileiros, come este empreendimento, comprova que o intercâmbio entre os dois países agrega valor ao negócio”, afirmou o diretor no almoço de confraternização da Innova, no dia 18 de dezembro, na Copesul.
Segundo De La Rua, a meta da Perez Companc, ao estabelecer sua primeira empresa no Brasil - o grupo está instalado em quase toda a América do Sul - , não se resume ao desenvolvimento de mais um empreendimento. “A instalação de um negócio no Rio Grande do Sul se dá a partir de uma série de análises: grande potencial do mercado brasileiro, disponibilidade de matéria-prima e de recursos humanos”, explicou De La Rua.
A contretização do empreendimento avançou mais em outubro deste ano. “Assinamos o Fundopem-Proplast com o governo do Estado”, informou Flávio Barbosa, diretor da empresa. Ele explicou que o programa de incentivo permite o abatimento de 75% do ICMS durante oito anos. “O imposto que a empresa deixa de recolher deve, obrigatoriamente, ser investido em melhorias ou em capital de giro do próprio empreendimento, podendo aumentar ainda mais a arrecadação”, argumentou Flávio.

 

PLASTIVIDA CONQUISTA O PRÊMIO
“O MELHOR PROJETO AMBIENTAL DO ANO ”

O projeto de reciclagem de resíduos plásticos da Plastivida, desenvolvido em parceria com a APAE, acaba de ser homenageado com o Prêmio PNBE de Cidadania, na categoria de “melhor projeto de meio ambiente do ano”. Concedido anualmente pelo PNBE, Pensamento Nacional das Bases Empresariais, o Prêmio tem como principal objetivo valorizar e reconhecer publicamente idéias e ações de empresas, entidades e cidadãos, que contribuam para melhorar as condições de vida dos brasileiros. A proposta da Plastivida, além de promover a solidariedade, estimula a preservação e a educação ambiental.
Atualmente, o projeto Plastivida-APAE coleta mais de 55 toneladas por mês de resíduos plásticos, em locais públicos e privados. Desse total, cerca de cinco toneladas são recolhidas em escolas da cidade de São Paulo, envolvendo 60 mil pessoas, incentivadas por aulas de educação ambiental do Instituto 5 Elementos. Transportados por caminhões da APAE, os resíduos seguem até a sede da Entidade, localizada em Mauá, onde se faz a triagem, prensagem e o enfardamento dos materiais. Com a comercialização dos resíduos para as empresas recicladoras, a APAE vem obtendo uma renda constante para manter e ampliar o atendimento que presta a excepcionais.
Para 1999 a Plastivida pretende realizar investimentos na unidade piloto de reciclagem da APAE Mauá, ampliar as aulas de educação ambiental e estimular a montagem de pólos estratégicos de recebimento e comercialização de resíduos plásticos em outras regiões do Estado de São Paulo.


Ernesto Weber,
Coordenador da Plastivida

O FUTURO DA RECICLAGEM

Pesquisa inédita, patrocinada pela PLASTIVIDA e pelo Instituto do PVC, devem contribuir para o crescimento da reciclagem no Brasil.

A Plastivida e o Instituto do PVC estão patrocinando a primeira pesquisa oficial sobre o mercado de reciclagem no Brasil, atividade relativamente nova no País e carente de informações.
“Os dados obtidos estarão à disposição dos que desejarem ingressar no mercado de reciclagem de plásticos ou mesmo daqueles que pretenderem incrementar negócios já existentes”, informa Silvia Rolim, assessora técnica da Plastivida, sobre a pesquisa a ser realizada pela empresa Interscience.
Com início em dezembro e conclusão prevista para abril de 99, a pesquisa deverá gerar dados que serão compilados e editados, pelas duas entidades, em forma de manual, contendo também o cadastro nacional das empresas de reciclagem.
Brevemente, os interessados poderão contar com uma importante ferramenta de trabalho para o incremento desse mercado.


RECICLAGEM NA BRASILPLAST’99

A Plastivida – Comissão de Reciclagem de Plásticos da Abiquim apresentará as ações que desenvolve em favor da educação ambiental e da reciclagem, na Brasilplast’99 – Feira Internacional da Indústria do Plástico, de 8 a 13 de março, no Centro de Exposições Anhembi, em São Paulo.
Ganhadora dos prêmios PNBE de Cidadania 1998 e Top de Marketing da ADVB 1997, ambos na categoria Meio Ambiente, a Plastivida mostrará seus projetos e sua atuação no estande da Abiquim e distribuirá material didático.
Entre seus projetos, a Plastivida impulsiona há quatro anos uma ação de educação ambiental junto a seis escolas de São Paulo, que envolve 60 mil pessoas entre estudantes, familiares e professores, além de entidades do Terceiro Setor como o Instituto 5 Elementos de Educação Ambiental e a Apae – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Mauá. Além disso, a entidade está mapeando os recicladores no Estado de São Paulo.

Palestra
O coordenador da Plastivida, Ernesto Weber, fará uma palestra sobre “O Plástico e o Meio Ambiente”, no 2º Congresso Latino-Americano da Indústria do Plástico, que se realizará simultaneamente à Brasilplast’99.
A palestra será realizada no dia 9 de março, às 11h30, no salão do mezanino do 2º andar no Anhembi. Antes dele, falarão, a partir das 8h30, o presidente da Associação Alemã do Plástico, H. Roger Kamps, sobre tendências mercadológicas; o presidente do Sindicato da Indústria de Resinas, Jean Peter, sobre tendências das matérias-primas; e o diretor da Confederação Espanhola de Empresários do Plástico, José Cavanillas, sobre a globalização no mercado dos plásticos.


PERDE A NOSSA ESTIMADA UNION CARBIDE DO BRASIL UM DE SEUS MAIS DEVOTADOS SERVIDORES: MARCUS XAVIER

Foi para mim um rude golpe, o que por certo o mesmo estará se dando com você, que teve a ventura de conhecer essa figura que deixará uma lacuna nos quadros de venda da tradicional Union Carbide do Brasil: Marcus G. Xavier.
Há 45 anos nos ligamos aos plásticos, sendo que a 42 anos lançamos no Brasil a tradicional publicação que constituil o setor numa família, que lamentavelmente nela se infiltra por vezes, elementos estranhos ao meio de nosso País.
Em nossa luta também temos a felicidade de conhecer homens como Marcus Xavier, que foi para o “plano superior” imprevisivelmente deixando uma bagagem de exemplo profissional aos seus colegas e admiradores.
Em nosso último contato de Marcus recebemos a seguinte mensagem:
“Aos amigos Ataliba e Ângelo meus sinceros votos de um Natal cheio de paz e alegrias e um 1999 de muita saúde e, se Deus quiser um Jornal de Plásticos cheio de atrativos e mensagens promocionais”.

MARCUS GUIMARÃES XAVIER
Nascimento: 27/04/36
Natural de:Belo Horizonte - MG
Casado com: Margarida de Souza Xavier
Filhas: Bianca Stefanini Xavier, Renata de Souza Xavier
Filhos: Marcus Guimarães Xavier Filho; Rodrigo de Souza Xavier
Admissão: 19 de julho de 1965
Cargo:Representante Técnico de Vendas e Produtos Industriais e Plásticos
Promoção: em 01/02/78 passou a ser Gerente de Desenvolvimento de mercado
Promoção: em 01/06/79 tornou-se Gerente de Vendas
Promoção: em 01/05/84 tornou-se Gerente de Marketing- Plásticos
Desligou-se: em 06 de Julho de 1995 como Gerente de Marketing Plásticos
Fixou-se:REPRESENTANTE DA UNION CARBIDE DO BRASIL EM BAURÚ - ESTADO DE SÃO PAULO.

 

LACRES PLÁSTICOS

A presença cada vez maior de lacres plásticos em bens de consumo revela a crescente preocupação dos fabricantes com a violação e a falsificação de seus produtos. Ao mesmo tempo, esses dispositivos estão sendo utilizados para agregar maior competitividade às empresas, como afirmam alguns fabricantes.
O uso de lacres plásticos começou na década de 70, com o famoso caso de adulteração do Tylenol líquido, da Johnson & Johnson dos Estados Unidos. Na época, a empresa teve que indenizar consumidores e promover rápidas mudanças na embalagem do produto. Surgia, então, o lacre plástico, ajudando a Johnson & Johnson a reconquistar a confiança dos usuários e a manter o Tylenol na liderança de seu segmento. Hoje, os lacres plásticos aparecem também nos alimentos, bebidas, cosméticos e artigos de higiene pessoal. Segundo Laércio Inaba, diretor-presidente da Oriplast, de Diadema, SP, fabricante de lacres em PVC, pequenos e médios fornecedores obtêm maior aceitação de seus produtos, nas grandes redes de supermercados, quando estes estão lacrados. Os lacres também podem cumprir outras funções, trazendo impressas as especificações e composições do produto, informações sobre a empresa e os serviços de atendimento ao cliente. Além disso, acrescente Laércio, os consumidores preferem produtos vedados. Para Moacir Menegotto, gerente de controle de qualidade da Seagran, o uso desses dispositivos plásticos é essencial para dificultar a falsificação das bebidas, colocação de corpos estranhos e a violação das embalagens nos locais de venda.
O Código de Defesa do Consumidor ou outras leis que regulamentam a produção de embalagens não exigem lacres, mas responsabilizam fabricantes pela integridade do produto. Desta forma, é inegável a contribuição desses dispositivos plásticos para proteger o consumidor, transmitir credibilidade e valorizar a imagem do produto.

GÁS NATURAL: ABIQUIM DEFENDE “LIVRE ACESSO” PARA GRANDES CONSUMIDORES

Ao contrário de outros países, o Brasil não garante, na prática, a negociação direta entre grandes consumidores e produtores e transportadores de gás natural. As conseqüências podem ser preços maiores para o gás, menor competitividade industrial e desestímulo à utilização deste insumo como fonte energética .
O Brasil pode ampliar a utilização do gás natural como fonte alternativa e complementar de energia e, ao mesmo tempo, estimular novos investimentos industriais no País. Uma das ações para que isto ocorra está na adoção dos mecanismos de “by-pass” e “livre acesso” dos grandes consumidores de energia aos produtores ou transportadores de gás natural. Sem esses mecanismos, aplicados na maioria dos países, há o risco de o gás natural ter o seu custo onerado pela obrigatoriedade da participação das distribuidoras nos contratos de fornecimento, mesmo no caso de grandes consumidores industriais de gás.
O “livre acesso” para grandes consumidores, ressalta estudo elaborado pela ABIQUIM e entregue ao Ministério de Minas e Energia, é prática comercial comum em países com os quais o Brasil compete, como Estados Unidos, Argentina, Canadá, México e Inglaterra. Nesses países, consumidores industriais de grande porte e geradores de energia elétrica podem negociar diretamente contratos de fornecimento com os produtorese transportadores, pagando entre 46% e 90% menos do que os consumidores residenciais. Essas vendas diretas acabam por se converter em referenciais de preços, possibilitando ao mercado regular as tarifas de gás natural.

Privatização
No Brasil, a legislação não garante a negociação direta entre grandes consumidores e produtores ou transportadores de gás. E, como há a possibilidade de inclusão nos editais de privatização das companhias estaduais de gás de cláusulas estabelecendo a obrigatoriedade da interveniência dessas empresas nos contratos de fornecimento, como já ocorreu no Rio de Janeiro, há o risco de que essas companhias sejam avaliadas e arrematadas por valores superiores ao do equilíbrio econômico. Como conseqüência, as tarifas poderão ser estabelecidas em função dos valores pagos nos leilões de privatização, o que pode retardar ou desestimular o uso do gás natural no País.
Embora o patamar de preços previsto para o gás natural importado pelo Brasil, no chamado “city-gate”, não esteja distante dos valores internacionais - em torno de US$ 2,7 por milhão de BTU -, no Brasil não existem as condições que permitem os descontos que caracterizam, em nível mundial, as relações comerciais entre grandes consumidores e produtores e transportadores de gás. Para a ABIQUIM, este fato, somado ao perfil da demanda (no Brasil, os consumidores residenciais e comerciais representam apenas 2,3% do consumo, enquanto nosEstados Unidos representam 42% e na Argentina 26%), são fatores negativos para o crescimento em bases econômicas da indústria de gás natural no Brasil.

GÁS TEM GRANDE IMPORTÂNCIA NA MATRIZ ENERGÉTICA MUNDIAL
O estudo da ABIQUIM considera de grande importância para o País aumentar a participação do gás natural na matriz energética nacional. Em 1996, a produção mundial de energia somou 377 quatrilhões de BTU. Desse total, 85% foram obtidos a partir de combustíveis fósseis. O gás natural, um combustível limpo e seguro, responde por cerca de 60% da energia gerada por todos os derivados de petróleo no mundo.
As reservas brasileiras de gás são modestas - apenas 228 bilhões de m3. Mas o acesso a fontes externas de gás natural, como as da Bolívia e da Argentina, abre novas possibilidades para a utilização deste nsumo no País. Hoje, enquanto na Venezuela a participação do gás natural no consumo global de energia primária é de 55% e na Argentina de 51%, no Brasil essa participação está limitada a apenas 2,5%.
(Enfoque Abiquim)


TRIUNFO: A MELHOR DO PAÍS SEGUNDO O IMIC

“A Triunfo não é a maior, mas é a melhor indústria petroquímica brasileira (IMIC)”

Dona apenas da 12ª receita operacional líquida entre as indústrias petroquímicas do País, a Petroquímica Triunfo é, entretanto, a melhor de todas - a considerar-se os seus resultados em rentabilidade sobre a receita operacional líquida, rentabilidade sobre o patrimônio líquido, liquidez corrente e nível de endividamento. Essa é a conclusão a que chegou o Instituto Miguel Calmon de Estudos Sociais e Econômicos (IMIC), da Bahia, ao analisar as demonstrações financeiras de quase 5.000 empresas brasileiras.
Por três anos consecutivos distinguida com o Prêmio Excelência Empresarial da Fundação Getúlio Vargas e premiada em 98 pela Revista Exame (Maiores e Melhores) como a empresa de melhor desempenho no setor químico-petroquímico brasileiro, a Companhia chega agora, também, ao segundo ano consecutivo de reconhecimento pelo Instituto Miguel Calmon. O Prêmio Desempenho Nacional foi entregue ao diretor Sérgio Guimarães Pessoa, no dia 3 de dezembro, durante uma cerimônia realizada na cidade de Salvador.
A distinção, segundo o Diretor-Superintendente da Petroquímica Triunfo, Vasco Nunes Leal, “enche de orgulho” todas as pessoas que trabalham na empresa - não apenas pelo seu caráter nacional, mas sobretudo por ter sido conquistada num setor dos mais desenvolvidos dentro da economia brasileira e em um ano de muitas turbulências no mercado.
“Nadando contra a maré”, justamente, é a primeira frase utilizada pelo próprio IMIC, no editorial de sua revista, para caracterizar a verdadeira façanha das empresas destacadas com o Prêmio Desempenho. A essas empresas, o Instituto dedicou sua homenagem e a “admiração pela pertinácia de lutar pela sobrevivência num País cuja arrecadação de tributos supera os 30% do PIB, mas onde os serviços públicos fornecidos em contrapartida são modestos e os juros escorchantes”.
Por essa razão, o Instituto não considerou estranho ou surpreendente que o lucro médio das 1.000 maiores empresas brasileiras, em relação ao seu patrimônio líquido, tenha sido de apenas 3,9% neste ano.

Contenção
O fato de que o ano de 1997 não tenha sido de grandes investimentos feitos pela Companhia pode, segundo Vasco Nunes Leal, ter contribuído para o desempenho por ela alcançado. “É preciso ter o timming para saber-se se é bom ou mau negócio fazer investimentos num momento de crise”, ensina, não esquecendo de creditar ao corpo técnico-funcional da Triunfo os méritos que lhe são devidos em cada nova conquista. “O nível de competência e dedicação dos nossos quadros é muito elevado. O maior patrimônio da Companhia são os seus colaboradores”, afirma.
A reportagem que a revista do IMIC traz sobre a Triunfo relaciona, ainda, outros bons motivos para o sucesso da empresa- como, por exemplo, a adoção de uma política financeira conservadora, porém muito atenta aos movimentos do mercado, a racionalização dos seus custos, a produção recorde alcançada em 97 e o aumento de 5,4% nas suas vendas totais.
Na reportagem, o que mais se destaca é o fato de a Triunfo ser uma empresa dita “pequena”, mas com ótimo desempenho. Aliás, vem sendo essa a circunstância que a levou a adotar uma tática que deu certo - a de otimizar a prestação de serviços junto aos seus clientes, preocupando-se mais com a qualidade no entendimento.


Em cerimônia realizada em Salvador, o IMIC entregou
distinção às melhores indústrias do país

 

MECALOR BUSCA NOVOS REPRESENTANTES

A Mecalor, líder na produção de sistemas d água gelada utilizados na indústria de plástico para resfriamento de moldes de injeção, sopro e extrusão está dando continuidade ao seu plano de expansão. Iniciado em 1998, com a introdução, muito bem recebida pelo mercado, da nova linha de Unidades de Água Gelada, o plano prevê um atendimento mais rápido e eficaz aos clientes de todo o Brasil. Já foi estabelecida uma rede de assistência técnica que cobre todo o território nacional e para 1999 trabalhos de triagem de novos representantes para o Brasil. Os interessados devem entrar em contato com o Depto.Comercial pelo telefone (011) 6954-51333, fax (011) 6954-5295 ou E-mail: homemeca@uol.com.br.

 

A MECALOR

“Fundada em 1960, a Mecalor é uma empresa de tecnologia que se dedica ao projeto, fabricação e instalação de equipamentos e sistemas de refrigeração e aquecimento de processos industriais.
Ao final de 1997, após grandes investimentos em treinamento e equipamentos, conquistou a ISO 9001 concedida pela renomada ABS Quality Evaluations, Inc, sagrando-se a única empresa do ramo a ter esta cobiçada certificação.
A Mecalor é líder de mercado nos dois setores em que atua: Unidades e Sistemas de Água Gelada (incluindo chillers) e Projetos Especiais. Cerca de 60% das vendas são decorrentes da linha de Unidades Móveis Compactas de água Gelada e de chillers utilizados para resfriar os mais diversos processos industriais incluindo:

- moldes de injeção, extrusão e sopro de plásticos;
- extrusão de borracha;
- rotativas gráficas;
- linhas de galvanoplastia;
- processos na indústria alimentícia;
- outras aplicações industriais

O restante das vendas refere-se a produtos com índice crescente de engenharia, produzidos sob encomenda, para atender necessidades específicas dos processos tais como:
- Câmaras para ensaios climáticos com recursos para controlar temperatura (de - 60 até 180ºC), umidade relativa e distribuição de ar. São utilizadas em diversos ramos industriais para testar produtos eletrônicos, geladeiras e freezers domésticos, componentes da indústria automobilística, cabos de fibras óticas, etc.
- Estufas para aquecimento, cura, secagem, ou bum-in.
- Câmaras frigoríficas para alimentos em restaurantes industriais ou para a conservação outros produtos industriais perecíveis.
- Túneis de resfriamento e de aquecimento em processos produtivos.
- Sistemas de condicionamento de fluidos indutriais (aquecimento, resfriamento, filtragem, etc.).

Durante 1997 a Mecalor investiu cerca de 100 mil reais no desenvolvimento da linha 1998 das Unidades de Água Gelada, que inclui modelos de 5.000 até 90.000 kcal/h de capacidade de refrigeração, com opção de condensação a água ou a ar. A excelente aceitação desta linha pode ser creditada ao seu projeto avançado, à nova central eletrônica inovadora e à grande facilidade de operação e de manutenção. Tudo isto aliado ao elevado nível de qualidade assegurados pelos procedimentos da ISO 9001 e à conveniência de atendimento de assistência técnica em todo o território nacional.
Em visista à k-98 (feira internacional da indústria de plásticos realizada em Düsseldorf em outubro de 1998) verificamos que a tecnologia nacional incorporada aos produtos da Mecalor nada deixa a desejar. Muito ao contrário, os produtos da Mecalor tem certos recursos inovadores e são comercializados a preços competitivos com qualquer concorrente interncional. Esta é a razão pela qual conquistamos contratos de fornecimento de quipamentos e de projetos especiais, enfrentando concorrentes internacionais, para empresas multinacionais com operação no Brasil tais como as japonesas (Nec, Denso, National), francesas (Valeo e Sommer Allbert), Italianas (fiat e Magnetti Marelli), sueca (Ericsson), alemãs (Bosch, Basf, e Siemens), americanas (General Motors, Xerox e Motorola), holandesa (Philips), brasileira (Multibrás, bauducco), entre outras.
A Mecalor se orgulha de ter como clientes empresa de todos os tipos e tamanhos, desde multinacionais de grande porte até empresas pequenas que estão iniciando suas atividades. O principal fator de sucesso tem sido atender cada cliente de forma personalizada orientando-o para alcançar a melhor solução técnica a um custo competitivo.
No período de 1993 a 1997 a Mecalor mais do que dobrou seu faturamento e espera fechar o ano de 1998 com um crescimento de 5% sobre as vendas do ano anterior. Ao longo do presente ano demos continuidade ao plano de investimentos e apesar da grande ênfase no aumento de produtividade e redução de custos o número de funcionários permaneceu estável. Acreditamos estar bem preparados para enfrentar os desafios de 1999, ano em que se pretende investir cerca de 50 mil reais apenas em treinamento de pessoal.
Existem em funcionamento várias milhares de Unidades de Água Gelada e Chilers da Mecalor. Há casos de clientes que operam com equipamentos com mais de 20 anos de idade. Por esta razão a recomendação “boca-a-boca” tem sido um fator essencial para o fortalecimento da nossa imagem.
Vale a pena destacar que a Mecalor teve uma atuação importante ao longo de 1998 no desenvolvimento e fornecimento de sistema de refrigeração de água potável para a produção de água mineral e de refrigerantes gaseificados, para algumas das importantes engarrafadoras do país. Estes sistemas incluem chilers, reservatório e tubulações totalmente de aço inoxidável.”

 

IPIRANGA PETROQUÍMICA EM EXPANSÃO

1- CERTIFICAÇÃO ISO 9001 DAS FILIAIS IPQ
“As Filiais da Ipiranga Petroquímica na Argentina e no Chile foram certificadas na norma ISO 9001 pela ABS/QE no final de 1998, juntamente com a Auditoria Semestral de manutenção da Certificação da Empresa no Brasil. Desta forma, a IPQ passa a garantir para seus clientes neste dois países o mesmo padrão de qualidade de produtos e serviços oferecido a seus clientes no Brasil desde fevereiro de 1995. As duas Filiais foram estruturadas a partir do final de 1997 e tem como função executar as vendas naqueles dois países, mantendo estoques locais para garantir plenamente a satisfação de seus clientes. Trata-se de mais um diferencial oferecido pela IPQ, pois trata-se da única empresa petroquímica brasileira a ter sua própria estrutura no exterior a fim de garantir a seus clientes na Argentina e no Chile o mesmo padrão de qualidade de serviços oferecido a seus clientes no Brasil.”

2- PROJETOS DE EXPANSÃO DA IPQ
“Os projetos de expansão da Ipiranga Petroquímica em Triunfo continuam em andamento estando em fase final de montagem. Mantém-se a expectativa de partida da nova unidade de 150.000 t/ano de PP para abril/99, e da unidade de 150.000 t/ano de PEAD/PEBDL para junho/99 em conjunto com a partida do novo cracker da Copesul. A obra está mobilizando 1.500 pessoas de diversas empresas juntando esforços para atingir os prazos o orçamento de investimentos estimado em US$ 300 milhões.”

TRIUNFO RENOVA SUA DIRETORIA


Da esquerda para a direita:
Sergio Bezerra, Vasco Nunes Leal,
Luiz Briones e Sergio Pessoa

A diretoria da Petroquímica Triunfo tem nova composição. Seus dois novos integrantes, são Vasco Nunes Leal (Diretor-Superintendente) e Sergio Guimarães Pessoa. Completam o staff diretivo da Companhia os diretores reeleitos Sergio Martins Bezerra e Luiz Arthur Ribeiro Briones
Essa formação, segundo Vasco Nunes Leal, “inicia uma nova fase na Triunfo, muito positiva e de melhor entendimento” entre os acionistas da empresa. A sócia Petroplastic passa a ter um diretor: Sergio Pessoa.
O novo Diretor-Superintendente, oriundo da Petroquisa, prevê um futuro de harmonia, “pois todos temos o propósito de fazer com que a Triunfo caminhe sem qualquer percalço”. Sobre o futuro da Companhia, ele apenas afirma que “ela tem um plano de investimentos que no momento está dependente de matéria-prima”.
Mineiro, Vasco Nunes Leal é químico industrial com especialização em tecnologia de álcalis na França e na Polônia e tem uma longa história de serviços prestados ao setor, passando por cargos técnicos e diretivos na Polialden Petroquímica, na Companhia Nacional de Álcalis e na Acrinor. Sergio Pessoa, natural da Bahia, é administrador de empresas. Iniciou suas atividades no mercado financeiro em corretoras e distribuidoras de valores, passando pela Companhia de Eletricidade da Bahia e pela Construtora Habitacional. Há três anos, presta consultoria na Petrochem, holding da Petroplastic.

 

APLICAÇÃO DA ESPECTROSCOPIA DE IMPEDÂNCIA ELETROQUÍMICA EM AVALIAÇÕES RÁPIDAS DE EMBALAGENS METÁLICAS E LAMINADOS PLÁSTICOS CONTENDO ALUMÍNIO

por Dantas, S. T.

Alumínio e aço são materiais básicos na embalagem metálica. Paralelamente aos tratamentos superficiais químicos e físicos, várias etapas de acabamento superficial são realizadas, de forma a aumentar a estabilidade em relação à interação das superfícies metálicas, principalmente por meio da aplicação de revestimentos orgânicos como os vernizes ou laminados. Os materiais plásticos laminados contendo alumínio requerem uma adequada resistência à delaminação, de forma a apresentarem desempenho adequado em relação à interação com os produtos acondicionados.
A espectroscopia de impedância eletroquímica (EIS) permite, além da avaliação dos processos eletrocondutores descritos em termos de resistência ôhmica, quando se utilizam as medições por corrente contínua (DC), a avaliação das propriedades das camadas não-condutoras entre eletrodos. Estas camadas atuam como capacitores, mostrando uma resistência dependente da freqüência (impedância), expressa como amplitude (Z) e ângulo de fase (ø). Normalmente são registrados aspectros em freqüências variando de 10-2 a 105 Hz. Aplicam-se principalmente a sistemas de eletrodo onde a aparência do espectro é influenciada por uma mistura de diferentes processos de eletrodo, ou seja, ôhmico, capacitivo e indutivo. O espectro obtido é complexo e é interpretado através de recuros de computação, para estabelecer circuitos equivalentes, os quais servem, por exemplo, como modelo para a estrutura da superfície do material. Processos de corrosão específicos em superfícies metálicas envernizadas, assim como as propriedades de proteção dos revestimentos, podem ser estuados com detalhe por esta técnica.
A aplicação da EIS tem se tornado uma ferramenta muito útil no campo de avaliações de embalagens metálicas à base de aço e de alumínio, com o objetivo de aumentar a estabilidade em relação à corrosão e minimizar a migração de metais para os alimentos e bebidas. As diferentes possibilidades de aplicação da EIS permitem que muita informação seja levantada a respeito da condição de uma superfície metálica, acerca das propriedades dos revestimentos, tais como espessura, peso, porosidade, aderência e etabilidade mecânica, e a respeito das tensões em tratamentos térmicos.
A estabilidade em relação à interação dos materiais de embalagem se referem a processos de degradação do material em conseqüência do ataque dos componentes do produto acondicionado. Existe a possibilidade de ataque direto, como ocorre nos processos de corrosão dos materiais metálicos, ou a interação resultante dos processos de permeação através das camadas de material, especialmente em polímeros orgânicos utilizados como filmes laminados em um substrato de material de embalagem. Embora os polímeros utilizados como substrato dos laminados em um substrato de material de embalagem. Embora os polímeros utilizados como substrato dos laminados, como as poliolefinas, o polietileno tereftalato, o policarbonato e o PVC, em geral, não apresentem problema do tipo porosidade, também em função da espessura normalmente empregada, as camadas intemediárias, utilizadas como auxiliares para formação dos laminados, compostas por adesivos e por revestimentos de pré-tratamento, assim como as interfaces entre materiais, como as camadas de passivação ou de conversão das superfícies metálicas, não apresentam boa estabilidade contra os componentes dos alimentos. Neste caso, embora não exista contato direto do produto acondicionado com estas camadas, pode ocorrer falha do material, principalmente por separação parcial ou total das camadas. Além disso, pode haver desenvolvimento de processo de corrosão na superfície metálica.
Estes processos são muito complexos, dificultando a previsão de desempenho em relação à interação com base nas propriedades do material. Em materiais metálicos revestidos, os principais fatores de influência são a composição e qualidade de produção do substrato metálico, as propriedades de resistência química e física do revestimento orgânico, assim como as condições de aplicação. Em materiais laminados, os fatores de influência resultam das propriedades das camadas individuais a serem laminadas, da composição química dos adesivos e da condição real de produção em relação ao revestimento, cura e têmpera. Deve-se lembrar ainda da importante contribuição do produto acondicionado propriamente dito, em função de se tratarem de matrizes com composição muito complexa.
O desempenho em relação à interação tem sido geralmente levantado por meio de testes de estabilidade através da manutenção do material em contato com o produto ou com um simulante por período previamente determinados, podendo-se fazer uso do aumento da temperatura como recurso para a aceleração dos processos. Estes estudos são, sem sombra de dúvida, os mais eficientes para avaliações completas, permitindo a reprodução dos mecanismos reais de interação e a determinação da cinética de reação.
Entretanto, em algumas situações, faz-se necessária a realização de avaliações prévias rápidas, que possibilitem que se obtenha uma indicação preliminar dos processos críticos de interação embalagem/alimento. Neste sentido, a utilização de método envolvendo a EIS em avaliações de materiais para pesquisa e desenvolvimento na indústria de embalagem tem se mostrado promissora. Os campos de aplicação são as superfícies metálicas, os tratamentos superficiais e os processos de conversão ou de formação de camadas, os revestimentos metálicos com vernizes, primers, adesivos e filmes laminados ou coextrusados. As propriedades da superfície são avaliadas em relação à reatividade, resistência à corrosão, inibição e passivação do metal, assim como em relação à estabilidade à interação, porosidade e aderência de sistemas revestidos.
A seguir, serão resumidas três aplicações da EIS na avaliação de materiais de embalagem, ou seja, a avaliação de superfícies metálicas revestidas por método combinado com tratamento catódico, o método rápido de avaliação de latas para bebidas e o método denominado cut edge para avaliação de materiais laminados.

Método combinado AC/DC/AC
Os métodos de ensaio na área de embalagem não se restringem ao simples status de uma medição única. A aplicação de métodos combinados é uma importante ferramenta, onde a amostra, ou seja, a superfície do material, é tratada por meio de ação química e/ou física entre dois momentos de medição. Os tratamentos podem envolver, por exemplo, a interação com energia química, pelo contato com meio agressivo, térmica, pela aplicação de temperatura, ou mecânica, pela introdução de deformação.
O método AC/DC/AC caracteriza-se pela aplicação de energia eletroquímica, por meio da introdução de um tratamento catódico a 2000 mV em corrente contínua, pelo período de 120 segundos. O método combinado objetiva a indução da delaminação de camadas orgânicas aplicadas sobre a superfície metálica, o que resulta em informação sobre as propriedades de aderência do revestimento. Este procedimento pode ser usado também em combinação com outro tratamento do material, a exemplo da introdução de deformação.
O sistema ideal à aplicação deste método é a superfície envernizada apresentando algum defeito ou alguma porosidade residual.

Método rápido para avaliação de latas para bebidas
A análise simples pode ser utilizada para uma rápida estimativa do nível de qualidade de latas de duas peças para bebidas, fabricadas em alumínio ou em aço. O ensaio é restrito a uma faixa de freqüência específica, ou seja, entre 1000 e 1Hz, o que permite que o ensaio seja executado em curto período de tempo. A informação sobre o revestimento de uma embalagem em particular é obtida pelo valor de impedância à freqüência de 1000 Hz, e o ângulo de fase a 1Hz é usado como uma indicação da porosidade do revestimento. Este teste pode ser realizado com a lata na posição normal ou na posição invertida, sendo que, neste caso, avalia-se o efeito e a condição da recravação da lata no espectro de impedância, podendo-se concluir sobre a existência de danificação do revestimento durante a operação de recrevação.
A avaliação estatística é realizada por meio da construção de diagramas de freqüência acumulada, os quais permitem a obtenção de informação sobre o critério de qualidade de uma determinada amostra de latas. A figura 1 apresenta um exemplo da aplicação deste método em dois tipos de latas de refrigerantes tipo cola, mostrando que a amostra identificada como D apresenta maior porcentagem de latas cujas medidas de fase à freqüência de 1Hz estão próximas à ideal (90º), quando comparada à amostra identificada como B, mostrando uma condição superior da primeira.

Figura 1. Aplicação do teste rápido para latas de bebidas em dois tipos de embalagem para
refrigerante tipo cola, mostrando melhor condição na lata identificada como D (HOLLAENDER, 1998).

Método cut edge para laminados
Baseado no princípio de que a redução catódica durante o teste AC/DC/AC causa delaminação entre a superfície metálica e a camada de revestimento orgânico, este sistema de análise foi aplicado também para a avaliação de materiais laminados com folha de alumínio. Devido às propriedades do material, ou seja, material orgânico em ambas as faces do material metálico, praticamente inexistem poros ou defeitos que permitam a aplicação do tratamento catódico na superfície. Assim, é necessário um acoplamento direto com o metal, de forma a induzir a delaminação, o que é alcançado pelo corte do corpo-de-prova em tiras, cuja seção transversal expõe o alumínio, as quais são imersas em um eletrólito. Desta forma, é possível a ocorrência da delaminação durante o tratamento catódico, que se inicia nas extremidades cortadas.
A avaliação dos resultados é efetuada no espectro de impedância com base na capacitância de transferência de carga (CCT)da superfície exposta do alumínio. O valor de CCT corresponde diretamente à área da superfície exposta, a qual, por meio de calibração antecipada, permitiu estabelecer a equivalência entre a capacitância e a área de alumínio exposta. Assim, pela medida de impedância antes e após o tratamento catódico, é possível calcular a área de delaminação por subtração, e, portanto, verificar a tendência do material à delaminação, o que permite a avaliação da condição de fabricação, principalmente quando se dispõe de um material de referência, ou seja, de desempenho conhecido. A figura 2 apresenta uma representação do método.

Figura 2. Princípio do método de ensaio cut edge (de delaminação induzida catodicamente)
aplicação a laminados poliméricos contendo folha de alumínio (Hollanender, 1997).

Estes ensaios foram recentemente introduzidos no CETEA, e acreditamos que sua aplicação em diferentes materiais, de forma a estabelecer critérios para a avaliação comparativa entre diferentes embalagens e/ou estruturas, permitirá que esta ferramenta analítica seja bastante útil em estudos preliminares de desempenho de embalagens ou de matérias-primas para laminados, como por exemplo os adesivos, assim como diferentes situações de falha no desempenho destas estruturas.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
HOLLAENDER, J. Implementation of EIS test routines into industrial application. Eletrochemical Applications, Freising, n.1, p2-4, July, 1998.

HOLLAENDER, J. Rapid assessment of food/package interactions by electrochemical impedance spectroscopy. Food Additives and Contaminants, v.14, n.6-7, p. 617-626, 1997.

HOLLAENDER, J.Aplicações EIS em avaliações de embalagens. Campinas: CETEA/ITAL, 14/08/98.

(Palestra apresentada no CETEA)
(Informativo CETEA)