JULHO DE 1998

Matérias do Mês
* Editorial: A Indústria de Transformação Plástica Apresenta seu Perfil * Notas Sintéticas
* Copene Completa 20 Anos de Operação * Vem Aí a Vinilforte * Triunfo é a Melhor do Setor Petroquímico * Renovam-se as Direções das Entidades dos Plásticos do Brasil * Dufaplast: A Diretriz do Reaproveitamento do Plástico * OPP Inaugura Área Vede em Parceria com a Prefeitura de Santo André * Novo Conceito para o Aumento da Produtividade na Indústria * Ingersoll-Rand Apresenta Novidade para a Indústria de PET na Fispal * Brasil é Fonte de Novos Imvestimentos para a Ingersoll-Rand * Nova Resina da Politeno para Embalagens * Comissão Européia Garante Segurança dos Brinquedos de PVC * Tria Vai Apresentar Novidades na K'98 * Uma Mensagem Especial pelos 42 Anos do JP * Piramidal Marca um Novo Tento no Mercado de Distribuição * Matéria Prima para Fabricação de Garrafas: Cresce o Consumo de PET * Reciclagem Ganha Força com Projetos Independentes * Janelas de PVC: um Negócio Lucrativo e Charmoso
* 42 Anos do Jornal de Plásticos

 

EDITORIAL
A Indústria de Transformação Plástica apresenta seu Perfil

PARA NÓS DO JORNAL DE PLÁSTICOS, que estamos comemorando, nesta edição, 42 anos de significativo trabalho na defesa e promoção de nossa estimada Indústria Plástica Nacional, com a qual colaboramos alavancando seu crescimento de 200 empresas, em 1956, para aproximadamente 6000, em 1998, constitui-se motivo de satisfação e orgulho constatarmos iniciativas de associações e sindicatos para cuja consolidação tivemos a oprtunidade de participar ativamente.

 JÁ LÁ SE VÃO quase 40 anos quando, a pedido do então Presidente do SINDIPLAST-Sindicato da Indústria do Material Plástico de SP o saudoso Frederico Jacob, o então jovem  jornalista, Ataliba Belleza Chagas, Diretor do JP, após assisitir as reuniões daquela entidade, muitas vezes  levava o livro de ata da reunião para algumas empresas assinarem e completarem o quorum de participantes..

 O TEMPO PASSOU, as entidades sindicais se fortificaram e, finalmente, em 1967, contribuimos diretamente com o nosso amigo pessoal, o inesquecível Dilson Funaro, na elaboração e concretização de um sonho: a fundação da ABIPLAST-Associação Brasileira da Indústria do Plástico, entidade que congrega, hoje, a quase totalidade de sindicatos regionais de transformação do plástico e Associações ligadas ao setor.

 POIS FOI EXATAMENTE proveniente da ABIPLAST que recebemos um trabalho que julgamos deva estar presente na mesa de todo empresário ligado aos setores petroquímico/plástico nacional e, também, àqueles do exterior que pretendam investir e estudar o mercado da transformação: trata-se do "Perfil 97 - Indústria Brasileira de Transformação do Plástico"   .

 COM UMA APRESENTAÇÃO gráfica de primeira, são enfocados dados estatísticos abrangendo o período 1992-1997 que revelam, por exemplo,  ao mercado,  que ao invés do que se tem apregoado com relação a um movimento de encolhimento do número de empresas transformadoras, através de fusões, incorporações, etc.., o que na realidade ocorreu, principalmente após o "Real", foi o crescimento do número de empresas de transformação:de 4.700 em 1992, para algo em torno de 5.900, no corrente ano.

 OS INTERESSADOS não devem perder tempo: entrem em contato com a ABIPLAST, através do telefone ou fax que publicamos na pág. 14 e  informem-se de imediato quanto ao procedimento para ter em mãos esta publicação de inegável importância.

 

 

NOTAS SINTÉTICAS

 


Atenção Profissionais Ligados ao 
Setor de Plásticos e Polímeros

O JORNAL DE PLÁSTICOS pretende divulgar em seu site na internet, trabalhos técnicos relacionados a plásticos e polímeros. 
Se você é autor de alguma tese, monografia, artigo, etc.,
contate-nos pelo fone/fax: (021) 717-0375 ou pelo e-mail: jorplast@openlink.com.br 

 

COPENE COMPLETA 20 ANOS DE OPERAÇÃO

A Copene Petroquímica do Nordeste S.A. - central de matérias-primas do Pólo Petroquímico de Camaçari - acaba de completar 20 anos de operação. Maior central da América do Sul e uma das 10 maiores produtoras de petroquímicos do mundo, a Copene chega à sua segunda década de atividade industrial com um faturamento médio anual de US$ 1,4 bilhão e capacidade de 2.800.000 toneladas/ano de petroquímicos básicos, atendendo sozinha por 50% de toda a demanda nacional. “Nós estamos num momento de ajustes para permitir à Copene sobreviver numa economia aberta, preparando-a para uma nova fase de crescimento”, avalia o diretor da empresa Marco Antônio Ebert.
O diretor - que se diz muito otimista quanto ao futuro da empresa - prevê uma significativa ampliação da capacidade produtiva da Copene por volta de 2003 ou 2004. “Assim que for resolvida esta questão do Conepar”, diz, referindo-se à disputa entre grupos como Dow e Odebrecht pelo controle acionário da Norquisa, a “holding” controladora do Pólo Petroquímico de Camaçari.
Segundo Marco Antônio Ebert, esta “nova fase” da Copene, estará atrelada a um processo de crescimento do complexo industrial baiano. “Nesse sentido, o programa Bahiaplast, atraindo empresas de fora para se instalar no Pólo, terá um importante papel”, afirma.
A Copene foi fundada oficialmente no dia 12 de janeiro de 1972, mas só entrou em operação em 29 de junho de 1978, após um período de implantação coordenado por técnicos da Petrobrás e da empresa norte-americana Lummus. Criada a partir da decisão governamental de construir no Nordeste o primeiro pólo petroquímico planejado do país, a empresa entrou em operação com uma capacidade produtiva de 380 mil toneladas por ano de eteno (seu principal produto) e 120 mil toneladas por ano de paraxileno.
Seu maior “boom” expansivo foi em 1992, com a construção da planta de Eteno 2, que possibilitou-a atingir a marca de 900 mil toneladas/ano de eteno. No ano passado, novas melhorias na planta de Eteno 2 garantiram à Copene uma capacidade de produção de 1,2 milhão toneladas/ano. Na mesma época, foram iniciadas também modificações na Unidade de Aromáticos, que deverá viabilizar à empresa até o final deste ano efetivar uma capacidade de 230 mil toneladas/ano de paraxileno. Com tecnologia licenciada pela empresa Mobil, o processo deve entrar em operação neste mês de julho.
Além de atender a cerca de 40 indústrias de segunda geração do Pólo de Camaçari com produtos petroquímicos básicos e utilidades (energia elétrica, água tratada e gás de serviço), a Copene fornece material para o Pólo Cloroquímico de Alagoas e diversas indústrias do Sul do país e exporta cerca de 10% de sua produção para clientes dos Estados Unidos, Europa, Ásia e países do Mercosul. Sua principal matéria-prima é o nafta, fornecido pela Refinaria Landulfo Alves (RLAM), através de oleoduto.

VEM AÍ A VINIL FORTE

Empresa já nasce líder no mercado de espalmados de PVC na Região Nordeste.

Com a experiência trazida desde os tempos do início de carreira vividos na Plavinil, Plastin e Vulcan, no Rio de Janeiro, somada às responsabilidades exercidas na Plásticos Back, Ferro Enamel do Brasil e, por útimo, na direção comercial da Polipropileno S.A., o empresário Ruy Monteiro de almeida, atual diretor da Polipolymer, distribuidora de resinas, parte agora para um novo desafio, a constituição da Vinilforte Laminados do Nordeste S.A., empresa instalada em Fortaleza (CE), a qual, estará laminando cerca de 200 ton/mês de PVC.
Ocupando uma àrea construída de 5.000 m² e com um investimento inicial de 3 milhões de dólares, a Vinilforte pretende conquistar o promissor mercado calçadista do NE, segundo pólo daquela especialidade no Brasil. Com uma capacidade instalada de 5 bilhões de metros/ano de laminados, maior do que a demanda tual do mercado calçadista daquela região, a Vinilforte também estará voltada à conquista de parte do mercado do sul/sudeste do país, a par da possibilidade de vir a exportar para o Mercosul e outros países da América Latina, México e EUA.
Mas a grande estrela da festa é sem dúvida a enorme máquina Primec importada da Itália, já instalada, com exatamente 78 metros de extensão e três cabeças reguladoras, encarregada de toda a espalmagem, coagulação e acabamento têxtil e cujo custo final somou -nada mais, nada menos -que um e meio milhões de dólares.
E tudo isso, segundo afirma Ruy Almeida, é apenas o começo de um empreeendimento que espera totalizar nos próximos 5 anos um investimento total de US$ 10 milhões, com 50% de recursos próprios e os outros 50% oriundos do BNB/BNDES, aproveitando também os benefícios e os incentivos gerados pelo Governo e a Secretaria de Indústria e Comércio do Estado do Ceará.
Utilizando instalação já existente com àrea de 5.000 m², a Vinilforte disporá, além da primeira Primec e demais equipamentos fabrís, de um laboratório completo com máquina piloto e cromógrafo para color match, tanques para plastificantes de 100 mil litros, batedeiras, moinhos, mesas revisoras e tudo o mais necessário para o perfeito e mais atualizado processo de fabricação, a par de modernas instalações dos serviços de atendimento ao pessoal. A empresa contará, incialmente, com escritórios comerciais em Fortaleza e São Paulo.
Consumindo em sua 1ª fase cerca de 200 ton/mês de PVC (emulsão) e 120 ton/mês de plastificantes, a Vinilforte terá sua produção voltada principalmente para os mercados da indústria de calçados e artigos esportivos, indústria automotiva, base para grama sintética, espumas técnicas, indústria de móveis e revestimentos de paredes.
A composição acionária da nova empresa é formada por Ruy Almeida (30%), Grupo Paulista M.C.Abreu (57%) e o Grupo Cearense T.F.C. (10%).

 

TRIUNFO É A MELHOR DO SETOR PETROQUÍMICO

A Petroquímica Triunfo conquistou o Prêmio de Melhor Empresa do Setor de Química e Petroquímica dentro da seleção 500 Maiores e Melhores empresas do país, da revista Exame, sendo a única indústria gaúcha do setor a obter esse destaque nacional. Já o Prêmio de Maior Empresa de Química e Petroquímica ficou com a Petrobrás. Esta tradicional premiação da área empresarial brasileira está completando 25 anos, tendo como base uma rigorosa avaliação do desempenho dos setores produtivos do Brasil e, este ano, teve como tema central “Como o capital estrangeiro está mudando a cara da economia brasileira”.
O Prêmio Maiores e Melhores é, hoje, um dos guias de referência das empresas que atuam no país. Através dos balanços patrimoniais e financeiros do ano anterior, a revista seleciona as 500 maiores empresas, e analisa o desempenho de 21 setores da economia. A partir de indicativos de desempenho, destaca as melhores de cada setor que receberam os prêmios no dia 25 de junho, em São Paulo. A Natura,indústria de cosméticos, foi escolhida a “Empresa do Ano”.
Em 1997, o desempenho da produção da Triunfo foi considerado recorde, com um volume anual 10,8% superior a 1996. Esse percentual equivale a uma produção recorde, meta alcançada, principalmente, devido aos programas de atualização tecnológica, informatização e controle da produção.
Na área de comercialização, consolidou-se um rendimento 5% superior ao total verificado no exercício de 1996. As vendas totais atingiram 142,4 mil toneladas, das quais 113,3 mil para o mercado interno e 29,1 mil toneladas para o mercado externo. Essas exportações apresentaram um crescimento de 54% em 1997. O faturamento líquido também apresentou números 14% superiores aos do exercício passado, o que
equivale a R$ 150,726 milhões de reais.
No decorrer de 97, a Triunfo adotou estratégias direcionadas à melhoria do seu desempenho, imagem e condução dos negócios. Exemplo disso são o Projeto Linear (licenciamento de tecnologias destinadas ao projeto de expansão); a atualização do sistema de informática com treinamento de 80% do quadro funcional; a modernização de suas instalações na sede em Porto Alegre e no escritório em São Paulo e a reestruturação do prédio administrativo em Triunfo. O sistema de qualidade foi submetido a duas auditorias semestrais de monitoramento pela ABS (entidade certificadora das normas ISO), repetindo o excelente desempenho alcançado quando da certificação pela norma ISO 9002, em agosto de 96.
No ano passado, a Triunfo recebeu, pelo segundo ano consecutivo, o Prêmio Excelência Empresarial conferido pela Fundação Getúlio Vargas. A Companhia também foi destacada com o Prêmio Desempenho Industrial da Região Sul pela Fundação Instituto Miguel Calmon de Estudos Sociais e Econômicos da Bahia. 
Além da Triunfo, outras três empresas do Rio Grande do Sul foram premiadas : a Varig conquistou o Prêmio de Maior Empresa no setor de Serviço de Transporte; a Azaléia garantiu o Prêmio de Maior Empresa do setor Confecção/Têxtil e a Beira-Rio ganhou o Prêmio de Melhor Empresa do setor Confecção/Têxtil.

RENOVAM-SE AS DIREÇÕES DAS 
ENTIDADES DOS PLÁSTICOS DO BRASIL

SIRESP
SINDICATO DA IND.DE RESINAS SINTÉTICAS NO EST. DE SÃO PAULO
TRIÊNIO - 1998/2001 

Presidente: Jean Daniel Peter (Union Carbide)
1º Vice-Presidente: Ernesto Teixeira Weber (Polibrasil)
2º Vice-Presidente: João Carlos Brasil Feijó (OPP)
3º Vice-Presidente: Eduardo Eugênio Gouvéa Vieira (Ipiranga)
4º Vice-Presidente: José de Sá Neto (Polialden)
1º Diretor Tesoureiro: Almir Daier Abdalla (Solvay)
2º Diretor Tesoureiro: José Ricardo Roriz Coelho (Politeno)
1º Diretor Secretário: Alexandrino de S.Ramos Alencar (OPP)
2º Diretor Secretário: Gonzalo Barquero(Dow)

 ABIPLAST
ASSOC. BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DO PLÁSTICO
TRIÊNIO - 1998/2001

Presidente: Merheg Cachum
1º Vice-Presidente: Ricardo Max Jacob
2º Vice-Presidente: Feres Abujamra
3º Vice-Presidente: Gilberto Jaramillo
4º Vice-Presidente: Celso Luiz Gusso

 DNMAIP
DEPTO. NAC. DE MÁQUINAS E ACESSÓRIOS PARA
A INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS DA ABIMAQ


Presidente: Francisco Augusto Semeraro Júnior (Semeraro)
Vice-Presidentes: Carlos Renato Borges (Imacom)
Fernando Moraes (Bekum)
Jorge Lakatos (Eletro-Forming)
Maristela S. de Miranda (Maqplás)
Mônica Vaders Mora (Maq. Ferdinand aders)
Ronaldo Cerri (Rone)

 SINDIPLAST
SIND. DA INDÚST. PLÁSTICA DO EST. DE SÃO PAULO
TRIÊNIO - 1998/2001

Presidente: Merheg Cachum
1º Vice-Presidente: Ricardo Max Jacob
2º Vice-Presidente: Feres Abujamra
Diretor 1º Secretário: Alberto Dias Coelho Gama
Diretor 2º Secretário: Ioannis Panagiotis Bethanis
Diretor 1º Tesoureiro: Enrico Trifiletti
Diretor 2º Tesoureiro: Takeshi Honda

 SIMPERJ
SIND. DA IND. DE MATERIAL PLÁSTICO DO 
ESTADO DO RIO DE JANEIRO
TRIÊNIO 1998/2001

Presidente: Gilberto Jaramillo (Neoplástica)
1º Vice-Presidente: José da Rocha Pinto (M.Agostini)
2º Vice-Presidente: Rubem Alves de Sá Freire (Dover)
1º Secretário: Jorge Saul Doctorovich (Idma)
2º Secretário: Claudio Patrick Vollers (Exaplas)
1º Tesoureiro: Adriano Bottino (Frabo)
2º Tesoureiro: José Carlos Almeida Torres (Poligran)

 DNFM
DEPTO. NACIONAL DE FERRAMENTARIAS 
E MODELAÇÕES DA ABIMAQ

Presidente: José Wilmar de Mello Justo Filho (Autômata)

 

DUFAPLAST: A DIRETRIZ DO REAPROVEITAMENTO DO PLÁSTICO

A Dufaplast Indústria de Plásticos Ltda. iniciou suas atividades em agosto de 1997 disposta a apresentar inovações significativas ao setor de transformação de termoplásticos.
Atuando em um mercado altamente competitivo e segmentado, a Dufaplast reúne a experiência de mais de 20 anos de seus sócios, que operaram nos diferentes segmentos do mercado de transformação de termoplásticos, tendo um conhecimento e uma experiência acumuladas que permitem à empresa agir de maneira diferenciada. Aliás é essa sua proposta de trabalho desde sua criação; mais que isso, é esse o signo sob o qual ela foi criada.
É um cenário de estabilidade econômica onde qualquer diferencial de custo tem peso inestimável no resultado e na competitividade e onde a preocupação com a qualidade cada vez mais deve ser uma constante, na medida em que tal preocupação também estabelece níveis diferenciados de competitividade. A Dufaplast tem como principal objetivo, garantir ao transformador de termoplásticos um ganho significativo através do reaproveitamente do seu próprio material.
Nesse sentido, a forma de atuação da Dufaplast é realmente diversificada: através da retirada (na empresa do cliente) da sobra da matéria-prima, das peças defeituosas, rebarbas, galhos, material moído, etc., é realizado o reprocessamento desse material, de maneira adequada às reais necessidades do cliente. Dessa forma, fica garantida uma economia diretamente proporcional à utilização que for dada ao material, o qual, após reprocessamento, é devolvido granulado em embalagens identificadas, facilitando assim seu manuseio.
O sistema desenvolido pela Dufaplast baseia-se no acompanhamento de todo o processo, prevendo inclusive, a orientação adequada aos funcionários do cliente, apresentando como principais características:
- economia de até 30% com a compra de matéria-prima;
- qualidade comprovada do material reciclado;
- melhor desempenho do material granulado, no processo produtivo;
- atividade compatível com norma ISO 9000
Com uma capacidade de produção de 25 ton/turno, com um pessoal especializado pronto a desenvolver a melhor solução individualizada, a Dufaplast surge no mercado disposta a acreditar cada vez mais no processo de reciclagem de materiais, o que já vem sendo feito há muito tempo nos centros mais desenvolvidos do mundo.
A Dufaplast tem a melhor solução para o reaproveitamento de suas sobras de produção. (Veja anúncio abaixo).

OPP INAUGURA ÁREA VERDE EM PARCERIA
COM A PREFEITURA DE SANTO ANDRÉ

Como parte das comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente, a OPP Petroquímica promoveu, no dia 5 de junho, a solenidade de inauguração do Arboreto Tamanduatei. Trata-se de uma área de 10 mil m², cedida pela prefeitura de Santo André, situada ao lado da Unidade de Capuava, onde a empresa vai instalar um jardim botânico, com cerca de 10 mil árvores, divididas em mais de 250 espécies diferentes.
“Vamos refazer a vegetação de árvores nativas, onde todas as espécies serão identificadas”, afirmou o diretor responsável por Gestão de Pessoal, Organização, Qualidade e Meio Ambiente, Aloísio Galvão. Uma delas, aliás, um jacarandá-rosa, já recebeu a placa de identificação. A muda foi plantada, na ocasião, pelo prefeito de Santo André, Celso Daniel. “Precisamos aproximar as empresas da comunidade, que precisa conhecer de perto o trabalho, em parceria, das iniciativas pública e privada em prol do meio ambiente”, declarou o prefeito.
Disposta a integrar a comunidade local com o novo empreendimento, a OPP não poupou esforços. Mais de 3 mil mudas de plantas nativas foram distribuídas, durante o dia, em clubes, escolas e entidades da região, além das unidades regionais da empresa, em Itatiba, Mauá e Vila Prudente.
“Nosso objetivo é despertar hábitos ecologicamente corretos na comunidade local, que acaba de ganhar uma nova opção de lazer”, disse Nívio Roque, superintendente da OPP em São Paulo. Ele informou também que, ainda este mês, 7 mil mudas serão plantadas pela empresa, com o apoio do Departamento de Parques e Áreas Verdes de Santo André. A conclusão do projeto, que ainda contará com três lagos, está prevista para acontecer até o final do ano, com a plantação de mais 3 mil mudas.
A OPP e a prefeitura de Santo André esperam que, o Arboreto sirva de exemplo e incentivo para que outras empresa da região realizem projetos semelhantes.

NOVO CONCEITO PARA O AUMENTO 
DA PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA

A fim de evitar os desperdícios com o uso de solventes, óleos, produtos químicos e paradas prolongadas para a manutenção dos equipamentos, a Compri Technic Pty., uma empresa australiana, desenvolveu e vem comercializando há cerca de dez anos o Kit portátil C.E.System agora também no Brasil. Trata-se de um processo pneumático de limpeza interna de tubos, tubulações e mangueiras, a seco.
O sistema consiste na propulsão de “projéteis” de poliuretano expandido por dentro da tubulação, através de um lançador pneumático operado com um gás inerte (ar comprimido, nitrogênio, etc.).
Os “projéteis”, sempre 20% maiores do que os diâmetros internos dos tubos, tubulações ou mangueiras (que podem variar entre 2mm e 100mm), executam, em segundos e com eficácia, a limpeza em linhas de até 3 km de extensão, não importando a existência de curvas, cotovelos, válvulas de esfera, conexões em “T”, serpentinas e outras complexidades.

INGERSOLL-RAND APRESENTA NOVIDADE 
PARA A INDÚSTRIA DE PET NA FISPAL

A Ingerssoll-Rand, conglomerado internacional com vendas acima de US$ 7 bilhões em produtos e serviços para os mais diversos mercados industriais e comerciais, participou da XIV Fispal apresentando um compressor recíproco, modelo PHE 7&4X7, indicado para sopradoras de embalagens de polietileno tereftalato, PET. Entre as vantagens apresentadas, destacou-se o número reduzido de peças o que representa significativa redução de custo de manutenção.
As embalagens tipo PET, tendência para o acondicionamento de diversos produtos, têm sido largamente usadas na indústria e a Ingersoll-Rand participa ativamente deste mercado. O modelo PHE apresenta dois estágios de compressão, oito válvulas de admissão e descarga e sua estrutura é montada sobre base metálica com isoladores de vibração. A Ingersoll-Rand tem sido o maior fornecedor de sistemas de ar comprimido para sopro de garrafas PET desde 1975. Esta liderança se justifica, segundo informaram, pelo absoluto comprometimento da divisão Air Compressor, responsável pela produção e fornecimento de compressores, com o domínio e utilização de tecnologia de última geração em todo o seu equipamento.
A gama de equipamentos indicados para sopro de embalagens e garrafas tipo PET varia de acordo com a necessidade. Os compressores de quatro estágios, por exemplo, otimizam a produção e apliam o tempo de vida do equipamento quando operados em baixas temperaturas. Esse tipo de máquina requer um menor esforço conjunto, o que resulta em redução significativa no consumo de energia.
“Ar limpo, seco e isento de óleo é item fundamental no ambiente de sopro de embalagens tipo PET e a Air Compressor possui um leque de opções bastante indicadas”, salienta Hugo Morais Barros, gerente geral da divisão Air Compressor da Ingersoll-Rand. Uma variante que respeita esses requisitos são os compressores primários super-dimensionados que, atuando sob baixa pressão, mantém o ambiente em perfeitas condições. Outra variação bastante utilizada são os compressores centrífugos com poucos componentes de reposição, o que significa manutenção e reposição mínimas e sensível redução de custos.
Além destes modelos, uma alternativa bastante econômica são os compressores recíprocos Booster que operam apenas com oito válvulas, enquanto outros compressores recíprocos utilizam de 16 a 24 válvulas.
Líder mundial na fabricação de compressores para várias finalidades, a Ingersoll-Rand, através da divisão Air Compressor, vem atuando nesse segmento desde 1872 oferecendo equipamentos que atendem aos mais diversos mercados. O seu mix de produtos conta com compressores de ar centrífugos, recíprocos e de parafusos rotativos, bombas de vácuo, secadores de ar, sistemas de filtros, tubulações e outros acessórios de compressores.
A atuação da divisão Air Compressor pode ser observada em todas as atividades industriais de fabricação, montagem, petroquímica, alimentos, farmacêutica, processamento, construção de estradas e pontes, construção civíl, serviços públicos, reabastecimento de veículos movidos a gás natural e comércio em geral.
“Os constantes investimentos na modernização dos nossos equipamentos fazem parte da postura filosófica do grupo Ingersoll-Rand, em todas as suas unidades espalhadas pelo mundo. O progresso registrado nos últimos anos é responsável pela disponibilidade da mais completa família de compressores que equacionam qualidade, durabilidade e eficiência”, finaliza Jorge Glória, diretor geral da Ingersoll-Rand do Brasil.

BRASIL É FONTE DE NOVOS 
INVESTIMENTOS PARA A INGERSOLL-RAND

Empresa norte-americana instalada há quase cinquenta anos no Brasil 
prevê crescimento de 50% no ano de 1998.

A Ingersoll-Rand, conglomerado internacional com vendas acima de US$ 7 bilhões em produtos e serviços para os mais diversos mercados, está projetando um crescimento de 50% de seu faturamento para 1998. Isso significa que a empresa, que em 97 registrou um faturamento da ordem de US$ 80 milhões, pretende chegar aos US$ 120 milhões. “Estamos muito otimistas com a possibilidade de incrementar investimentos e trazer novas linhas de produtos para o Brasil”, afirma Jorge Glória, diretor nacional da Ingersoll-Rand. Segundo o diretor, está previsto faturamento da ordem de US$ 250 milhões até o ano 2001 no Brasil. Essa cifra vai representar 50% do faturamento previsto para toda a América Latina e deixa clara as intenções da empresa no País.
Atualmente a companhia vem realizando uma reestruturação de seu modelo organizacional no Brasil visando a expansão de seus negócios. Dentro dos planos de investimentos, priviligia-se a prospecção de empresas dos setores de atuação da Ingersoll-Rand e a introdução no mercado nacional de linhas de produtos comercializados em outros países.
A Ingersoll-Rand do Brasil pretende intensificar sua participação nos mercados de construção civil, mineração e pavimentação de estradas através do grupo de Construção e Mineração, responsável pela produção de compactadores de asfalto, pavimentadoras, martelos pneumáticos e maquinário de última geração utilizado em grandes estruturas assim, como a divisão Bobcat, responsável pela produção de mini-carregadeiras e mini-escavadeiras hidráulicas compactas. Já o Grupo de Equipamentos de Produção fabrica ferramentas pneumáticas, bombas e sistemas de automação com grande penetração na indústria automotiva, aeroespacial, eletrônica e petroquímica. Chrysler, General Motors, Honda e Ford são alguns exemplos de clientes atendidos por essa unidade de negócio.
Como parte da estratégia de incrementar sua participação no mercado brasileiro, a Ingersoll-Rand pretende intensificar também as linhas Club Car - carros movidos a eletricidade usados em campos de golfe e em grandes ambientes como indústrias, hospitais, reparticões públicas, feiras, exposições, etc., e do Grupo de Sistemas de Ferragens para Edifícios (Architectural Hardware), que fabrica uma linha completa de fechaduras e sistemas de acesso para edifícios comerciais e residenciais. Essa divisão comercializa marcas líderes de mercado, com reconhecimento internacional como Schlage, Von Duprin e Newman Tonks.
No Brasil a companhia é responsável pela Torrington, empresa fabricante de rolamentos e colunas de direção situada em Nova Friburgo (RJ). Também no Rio de Janeiro a empresa é responsável pela joint venture Ingersoll Dresser Pumps(IDS) que produz bombas para uso industrial diversificado, com presença marcante em mercados que vão desde geração de energia fóssil e nuclear até distribuição de água. Essas bombas contam com um acessório diferenciado - o Pump Trac - instrumento que otimiza a utilização das bombas oferecendo um serviço on line, via telefone ou microcomputador, que atualiza o usuário em relação a procedimentos ou mudanças críticas na parte operacional.
No final de 1997 a companhia aumentou seu portfólio com a aquisição mundial da Thermo King, líder do mercado de sistemas de controle de temperatura para transportes. A Empresa, que pertencia a Westinghouse Electric Corporation, foi adquirida por US$ 2,5 bilhões. “A tecnologia de última geração da Thermo King, com fabrica em Campinas (SP), está inteiramente compatível com a exigência dos nossos padrões”, avalia Jorge Glória.
Ingersoll-Rand no Brasil
Instalada no Brasil desde 1951, a Ingersoll-Rand iniciou suas atividades com a inauguração de uma pequena fábrica de bombas industriais. Seus primeiros representantes de vendas já visitavam o País desde 1891, quando a empresa ainda se chamava Ingersoll-Sergeant. Após a fusão com a Rand Drill Company a companhia passou a se chamar Ingersoll-Rand dando continuidade ao trabalho dos representantes que já atuavam no País.
Ingersoll-Rand no mundo
Ingersoll-Rand fechou o ano de 1997 batendo seu próprio recorde, pelo quarto ano consecutivo. Com um faturamento que chegou aos US$ 7,1 bilhões em 97, 6% acima do ano anterior, a companhia ainda investiu em novas oportunidades de negócios (aquisição da Thermo King) em uma demonstração clara de diversificação de seu portfólio como forma de se solidificar internacionalmente.

NOVA RESINA DA POLITENO PARA EMBALAGENS

Para atender às necessidades do mercado de embalagens de papel higiênico, papel-toalha e de guardanapos, cada vez mais exigente, a Politeno está lançando uma nova resina linear de média densidade. Trata-se da FP-33, resina equivalente à F-2529, com todas as características dos polietilenos de média densidade convencionais, mas com um diferencial: mais transparência e brilho. Segundo Ricardo Pelegrini, coordenador de Flexíveis, “a demanda por embalagens com maior visibilidade e melhor qualidade de impressão se deve à crescente sofisticação dos produtos. Assim, para disputar o gosto exigente do novo público, os fabricantes estão em busca de embalagens cada vez melhores e mais aptas a analtecer seus produtos. Além de ótima soldabilidade e facilidade de rompimento, as propriedades óticas superiores da FP-33, melhoraram a qualidade de impressão”. A Politeno é a primeira e única empresa a produzir este tipo de resina em polietileno linear que, na visão de Pelegrini, “deve substituir gradualmente as resinas convencionais, de qualidade inferior”.
Depois de um ano de pesquisas, a FP-33 foi testada e aprovada a partir do segundo semestre de 97 em duas grandes empresas: Plaszom e Zaraplast.
Atualmente, a resina deve ser utilizada juntamente com outra resina de baixa densidade. Porém, ainda este ano, será lançada a formulação já pronta. Pelegrini lembra que a resina também está começando a ser testada no segmento de rótulos para refrigerante.

COMISSÃO EUROPÉIA GARANTE 
SEGURANÇA DOS BRINQUEDOS DE PVC

A Comissão Européia acaba de divulgar que as pesquisas científicas realizadas pelo Comitê Científico de Toxidade, Ecotoxidade e Meio Ambiente, revelaram que os ftalatos - substância utilizada para tornar o plástico flexível - podem ser usados sem qualquer problema na fabricação de brinquedos e outros produtos flexíveis de PVC destinados às crianças. Essa decisão reafirma a segurança dos brinquedos feitos com o plástico PVC, há cerca de 50 anos nesse mercado.
No Brasil, a Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos - Abrinq e o Instituto do PVC representante nacional da cadeia produtiva do PVC, se anteciparam ao resultado da pesquisa e tomaram uma iniciativa pioneira com o objetivo de oferecer ao consumidor um produto cada vez mais seguro e estimular o aprimoramento da qualidade do brinquedo nacional confeccionado com o plástico PVC. Eles assinaram um Termo de Compromisso para garantir a produção de brinquedos dentro da Norma Brasileira NBR, nº 11786. Assim, o instituto do PVC reafirma o compromisso da entidade com o fato científico e com o seu papel de empresa cidadã.

TRIA VAI APRESENTAR NOVIDADES NA K’98

A tecnologia de sopro de corpos ocos se está desenvolvendo de maneira interassante em várias partes do mundo. Nestas áreas, está muito valorizada a importância de uma recuperação em linha (célula) de todas as sobras de produção a explicar: peças defeituosas, rebarbas e parison. Com o objetivo de oferecer um produto com características específicas para esta tecnologia, a Tria criou um novo modelo de moinho, o 35-25 BLM, dedicado exclusivamente para sopro. O moinho pode recuperar as sobras das sopradoras em qualquer condição de trabalho, sempre em linha com a máquina, para frascos de até 5 l. com uma capacidade de trituração máxima de 150 kg/h. A potência aplicada é de 7,5kW, o tamanho muito reduzido 800x800 mm. Está completamente insonorizado, o acesso ao seu interior é possível sem utilização de ferramentas, está dotado de microinterruptores de duplo circuito de controle, facas que podem ser ajustadas na bancada de serviço e facas reversíveis. Finalmente o novo moinho 35-25 BLM apresenta um custo que permite equipar as linha de fabricação com um investimento altamente competitivo.
No segmento de injeção e sopro, está se difundindo cada vez mais, a aplicação de sistemas de recuperação em linha também para produtos de grandes dimensões: bombonas de 20 até 50 litros, caixas injetadas, reservatórios, etc. Nestes casos se tem proposto máquinas de recuperação genéricas, válidas, porém custosas quanto à aquisição e uso, e nem sempre adequadas às exigências de meio ambiente. Para este segmento projetamos uma máquina dedicada, denominada 60-50 DN. Apresenta uma grande capacidade. Produtos soprados até 50 l. e injetados de 600x600x400 mm e moagem até 600 kg/hora. A motorização básica é de 37 kW com um nível de ruído apropriado para as seções de trabalho, corte tangencial e em tesoura, facas e contra facas que podem ser ajustadas no banco de trabalho. Uma série de acessórios dedicados a recuperação em linha, permitem ajustar com grande facilidade e moinho às característica de fabricação.
A tecnologia de moldagem térmica (termoformado) está ampliando cada vez mais seus setores de aplicação no que se refere à embalagem e âmbito técnico. Vários cliente nos solicitaram, à varios meses, uma máquina com possibilidade de recuperar em linha, sobras cortadas do processo de moldagem térmica (termoformado) muito compridas e de pouca espessura. Por conseguinte, desenvolvemos com êxito, o moinho 85-25 TR/LL em uma versão dotada de um grupo de arraste com dentes, ao invés das tradicionais rodilhas. A máquina está dotada somente de 4 kW, pode recuperar até 80 kg/hora, recebe peças cortadas diretamente de baixo do molde com somente 750 mm do solo. As sobras podem ter um comprimento de 30-40 cm e são dirigidas à câmara de trituração pelos dentes de arraste sem nenhum problema de ruído ou rejeição de material. A descarga se produz a poucos centímetros do solo e por meio de uma rosca, o material é transportado para um sistema de aspiração da extrusora.

UMA MENSAGEM ESPECIAL PELOS 42 ANOS DO JP

Dentre as mensagens que recebemos pela passagem de nosso 42º Aniversário, uma nos tocou em especial - a de nosso leitor José Carlos da Silva, de Piquete, Estado de São Paulo.
José Carlos é um dos milhares de leitores que o JP possui, em todo o Brasil, e que sempre nos distingue, através de carinhosas palavras a respeito de nosso trabalho, sendo que, este ano confeccionou, também, um logotipo alusivo aos nossos 42 anos. Por ter sido feito a lápis, não houve condições técnicas de reproduzi-lo em nossas páginas como gostaríamos.
São manifestações como essas que nos estimulam a seguir em frente em nossa luta.
Muito obrigado, José Carlos, de toda a Diretoria e funcionários do JP!


 PIRAMIDAL MARCA UM NOVO TENTO 
NO MERCADO DE DISTRIBUIÇÃO

Ao completarmos 42 anos de atividades, na divulgação e promoção dos setores petroquímico/plástico, nada nos é mais gratificante do que assistir ao progresso e desenvolvimento de empresas que assistimos nascer ao longo de nossa existência.
É o caso da Piramidal Indústria e Comércio, um dos principais distribuidores de resinas plásticas do país que, segundo palavras de seu diretor administrativo, Wilson Donizetti Cataldi, acaba de unir forças com outra grande distribuidora nacional, a Plásticos Ruttino.
A operação, segundo ainda nos informou Wilson Cataldi, concretizou-se no dia 1º de julho com a compra efetivada por ele e seu sócio, na Piramidal, Amauri dos Santos da totalidade das ações da Rutino.
Cataldi aproveitou a ocasião para informar, também, que as duas empresas permanecerão operando de maneira independente e conservando suas próprias razões sociais.

MATÉRIA PRIMA PARA FABRICAÇÃO DE GARRAFAS:CRESCE O CONSUMO DE PET

A regra geral de que os vasilhames deviam, primeiramente, proteger o produto e facilitar seu transporte, já não é aplicável sem reservas. Os recipientes têm que reunir os novos requisitos que exigem os consumidores, o comércio e a proteção do meio ambiente. Além de serem aptos para sua função básica, os vasilhames devem oferecer a possibilidade de serem fabricados economicamente, serem reutilizáveis e eliminados com segurança ao final de seu ciclo de vida. O polietileno tereftalato (PET), conhecido também como poliéster termoplástico, reúne alta porcentagem de tais requisitos. É o material de que são feitas as garrafas; não todas, mas, cada vez mais!. O PET está substituindo o vidro; mas não só este, como também, e em medida crescente, o PVC e outros plásticos com que são fabricadas garrafas e recipientes similares de consistência sintética. As evidentes virtudes do PET convencem cada vez mais os usuários e consumidores. Esse é o motivo pelo qual este plástico, típico para recipientes, prossiga em crescimento.
Segundo estimativas, o mercado mundial de PET deve atingir, atualmente, cerca de 17 milhões de ton/ano. Mais de 60%, ou seja, a maior parte chega ao comércio sob a forma de fibras de poliéster, restando, portanto, cerca de 7 milhões de ton., de PET, como matéria prima para recipientes. E, precisamente, nesse segmento, apontam-se taxas de crescimento extraordinárias para os próximos anos. A empresa consultora Maak Business Service de Zurique (Suiça) estima que, no ano 2005, o mercado mundial de PET para recipientes atingirá 15 milhões de ton/ano, o equivalente ao crescimento anual de 16 a 18%. De seu estudo de mercado, os consultores suiços concluem que cabe esperar esse crescimento devido ao emprego do PET em garrafas para água mineral.
A Shell Chemicals, um dos principais produtores mundiais dessa resina, aposta no PET e em seu crescimento de consumo.Essa empresa está planjendo e construindo novas instalações, em diversos lugares, como no norte e sul da Europa, bem como na América Central e Estados Unidos ou ampliando sua capacidade de produção atual. Em meados de 1997, inaugurou-se, ao sul de Roma a nova planta da filial italiana Sipet, que conta com capacidade de produzir 90 mil ton/ano de PET, podendo chegar a produzir 180 mil ton/ano. Junto com os centros de produção situados no Reino Unido, nos Estdos Unidos e México, a Shell teve, em finais de1997, a capacidade de produzir 600 mil ton/ano de PET.

A garrafa de PET para água mineral “aguarda na sala de espera”
Seu reduzido peso e sua notável resistência são os argumentos decisivos a favor da garrafa de PET. Segundo Steve Wood, responsável pela área de PET da Shell Chemicals Europe: “Quem gosta de subir escadas carregando caixas de garrafas de água mineral, pesando duas arrobas?” Porém, apesar de suas vantagens em relação a peso e resistência, na Alemanha, a tradicional garrafa de água mineral continua a ser de vidro.
O Instituto Fraunhofer de Tecnologia de Produtos Alimentícios e Embalagens, de Munique, apresntou um balanço ecológico do qual deduziu-se que implantando um sistema de envasilhamento retornável com base na garrafa de PET resultariam “nítidas economias em relação à demanda de matérias primas”. Não obstante, a Central da Cooperativa Alemã de Produtores de Águas Minerais (GDB), em Bonn, vê outros problemas completamente distintos: “Enquanto não puder garantir-se a absoluta inalterabilidade do sabor pela limpeza das garrafas de plástico, não será lançada no comércio a água mineral engarrafada em PET. Considerando que, na Alemnha, estão em circulação cerca de 2,5 bilhões de garrafas (cerca de 80% delas de água mineral), não se pode correr o risco de utilizar um produto tecnicamente imaturo.”
Em outubro de 1997, a Cooperativa GDB ratificou seu ponto de vista e reafirmou suas reservas. Durante a reunião geral dos fabricantes alemães de bebidas, o presidente da GDB declarou: “A garrafa de PET não se encontra a ponto de se impor na Alemanha. Das garrafas de PET que circulam em pequenas quantidades no mercado, nenhuma satisfaz os critérios de qualidade aplicáveis a um produto sumamente delicado, como o é a água mineral.” Ele estima que, em seu setor, não há nenhuma chance de êxito, do emprego de outro material, mais caro do que o PET, como o PEN (polietileno naftalato). A proporção de aldeído acético, um ponto crítico do PET, é ainda mais alta no caso do PEN. Apesar de não ser nociva para a saúde, essa substância altera o gosto da água mineral. 
Outros, como a Coca-Cola, não compactuam com essa opinião, uma vez que, no verão de 97, foram lançadas garrafas retornáveis de 1 litro, de PEN, contendo água mineral de sua marca, “Minaqua”.

Além de peso se poupa combustível
Na “sala de espera” se encontram igualmente os fabricantes de PET e os construtores de máquinas de sopro para fabricação de garrafas. A esperada introdução do vasilhame de poliéster para água mineral traria consigo um negócio colossal. O assunto havia iniciado de forma promissora, já que no segundo semestre de 1994, aprovaram-se alternativas para a tradicional garrafa de vidro a uma escala limitada e somente em algumas regiões. Na bancada de testes, colocaram-se a garrafa de l litro de PET e, depois, uma garrafa de vidro, igualmente de 1 litro.
Nunca se chegou a saber, com exatidão, o resultado final desse teste. Enquanto a garrafa de vidro clássica pesa vazia entre 400 e 600gr., a garrafa de PET não chega a 80gr., o que representa uma redução de mais de 6kg, em cada caixa contendo 12 garrafas. Essa redução, obviamente, também reflete-se nos gastos em transporte.

Proporção de reciclgem: até 100%
Os recipientes de PET oferecem uma série de vantagens quando comparados com os de vidro, tanto no aspecto econômico como no ecológico. Segundo estima o Fórum PET de Ratingen, um escritório de informações de renomados produtores e consumidores de PET, graças à notável resistência do material polimérico, é possível alcançar altos índices de recirculação com o sistema de vasilhames retornáveis. A Federação de Ecologia e Proteção da Natureza (BUND), instituição conhecida por sua postura crítica frente ao mascaramento dos fatos pela indústria, confirma que o PET é mais ecológico do que a garrafa de vidro. E o engenheiro G. Birnbaum de Nürenberger Gesellschaftfür Konsumforschung afirma que os estudos realizados por sua empresa manifestaram o alto grau de aceitação dos recipientes de PET entre os consumidores. Destacou como vantaganes adicionais decisivas, em comparação com o vasilhame de vidro, o reduzido peso e ser inquebrável. 
Birnbaum considera outra vantagem mais essencial a possibilidade de reciclagem do PET. Sendo 100% reciclável, o PET “possui um enorme potencial e espera-se que se mantenha o interesse, com que se tem atuado, até agora, a indústria e os municípios e de que siga-se incrementando a disposição do público na contribuição para reciclagem de garrafas PET.”
O PET, esse material termoplástico, deverá atrair muita atenção durante a K’98, XIV Feira Internacional do Plástico e Borracha, pois parece ser o material adequado para garrafas no futuro.

Público seleto de todas as partes do mundo 
sempre presente às tradicionais Feiras "K"

 

RECICLAGEM GANHA FORÇA 
COM PROJETOS INDEPENDENTES

“Seu lixo vale ouro”. Foi com essa campanha que o condomínio Riviera de São Lourenço, no Litoral Norte paulista, começou a despertar a consciência ecológica nos freqüentadores do local para a coleta seletiva, em 1993. Nota 10 para o projeto, que tem iniciativa da construtora Sobloco e parceria do Instituto do PVC. Prédio a prédio, a ação vem mobilizando um número crescente de pessoas. Hoje, cerca de três mil, entre os que vivem e trabalham no condomínio, participam da ação, que também seduz os visitantes da alta temporada a volorizarem a reciclagem do lixo.
A coleta é feita de porta em porta nos mais de dois mil domicílios existentes no condomínio. São coletados vários tipos de materiais: papel, alumínio, sucata ferrosa, vidro e plástico. O volume de lixo coletado é crescente. A média mensal passou de 679 kg, em 93, para 17.480 kg. em 97, num total de 465.124 kg de lixo coletado em cinco anos. Somando os valores do primeiro trimestre deste ano, 24.620 kg, o volume total chega a quase 500 toneladas. Para a coordenadora do projeto. Georgeta de Oliveira Gonçalves, a média de 98 ficará acima do patamar de 97, confirmando o sucesso de ação.
Em fevereiro deste ano, o Instituto do PVC firmou uma parceria com a Sobloco para criar um programa piloto de compra de materiais. Agora, a comercialização do plástico PVC é feita diretamente com o reciclador, sem intermediários. O Instituto também está dando apoio técnico ao programa, na identificação do que é PVC, no processo de separação do plástico e na sua reciclagem. A parceria ajudou o programa a dar um salto de qualidade e a melhorar o preço de venda da sucata de PVC no mercado. O PVC reciclado é reutilizado em pisos, solados, botas, mangueiras, produtos de utilidade doméstica, eletrodutos, entre outras aplicações.

JANELAS DE PVC: 
UM NEGÓCIO LUCRATIVO E CHARMOSO

Elas ganham fama e glamour em cenários como a residência do escritor Paulo Coelho e no filme Asas do Desejo, do cineasta alemão Wim Wenders. Mas a indústria nacional aposta no sucesso também nas casas populares. As características de isolamento térmico e acústico, imunidade ao cupim e à ferrugem, além de dispensar repintura, são grandes vantagens das janelas de PVC, que a partir de outrubro contará com a entrada da Tubos e Conexões Tigre nesse nicho de mercado. A empresa vai utilizar 2,5 mil t/ano de PVC para fabricar milhares de perfis. Atualmente, 500 t/ano de PVC são transformadas em janelas, cuja liderança de mercado é da Multiplast. Com mercado já garantido no Rio Grande do Sul, onde está instalado o pioneiro Irmãos Petroll, São Paulo, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso, as janelas de PVC estão prestes a conquistar o Mercosul e países sul-americanos. Charme é o que não falta!

42 ANOS DO JORNAL DE PLÁSTICOS

Eméritos Empresários de Dedicação à Luta para o Desenvolvimento da Indústria Nacional do Plástico Cumprimentam o JORNAL DE PLÁSTICOS pela Passagem de seu 42º Aniversário

 

POLITENO
Caros Amigos:
É com muita alegria que os cumprimentamos, e a todos os seus colaboradores, pela passagem do 42º aniversário desse tão prestigiado veículo de comunicação.
Sempre presente a cada passo da indústria petroquímica nacional e internacional, o JORNAL DE PLÁSTICOS vem acompanhando, incansável, os mais dirvesos cenários vividos por nosso País e pelo mundo afora, luta esta que nos deixa muito orgulhosos e felizes, sabedores que somos da força proveniente de sua direção.
Parabéns!!
POLITENO INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A.
José Ricardo R.Coelho - Diretor Comercial



SIRESP
Querido Amigo
Parabéns pelos 42º aniversário do Jornal de Plásticos e pelos 2 anos de CBIP, que tive a oportunidade de acompanhar o seu crescimento que já sabíamos, fadado ao crescimento e ao sucesso.
Um abraço amigo ao batalhador "Ângelo",
Parabéns
Eduardo Sene Filho


DNMAIP/ABIMAQ
Prezados Senhores,
Em nome do Sr. Francisco Augusto Semeraro Jr, Presidente do DNMAIP - Departamento Nacional de Máquinas e Acessórios para a Indústria de Plásticos, de sua Diretoria e Associados, parabenizamos, na sua pessoa, A Direção e Redação do JORNAL DE PLÁSTICOS, pela passagem do 42º aniversário, augurando sucesso crescente e continuidade no trabalho que desempenha com tanto profissionalismo e dedicação em prol do setor de plásticos em geral.
Atenciosamente,
MARIA CECÍLIA CORTEZ
Coordenadora Setorial 
CASEMIRO BRUNO TALEIKIS
Ger. da Divisão de Integração Assossiativa


CIOLA
PARABÉNS JORNAL DE PLÁSTICOS PELO 42º ANIVERSÁRIO!
É com grande satisfação que a CIOLA INDÚSTRIA DE MÁQUINAS, por mais um ano junta-se aos fabricantes e transformadores de plástico para congratular e brindar a este importante órgão de divulgação do setor de plásticos, pela passagem de mais um aniversário.
Parabéns!!
Engº Aldo Ciola


GOTALUBE ADITIVOS
Gotalube deseja a todos dessa magnifica equipe do Jornal de Plásticos um grande abraço neste aniversário 09/07/98.
JOSÉ FÉLIX


IPIRANGA PETROQUÍMICA
Parabenizamos a todos da “família Jornal de Plásticos” pela passagem de seu 42º aniversário e desejamos muito sucesso para as próximas edições.
Temos certeza de que este resultado deve-se, também, à sua dedicação e luta pessoal, fazendo com que este Jornal tenha o reconhecimento nacional merecido.
Atenciosamente,
Daniel Blumental
Assessor Comercial


NOVOLIT-FLEXOLIT S.A.
Caro Ataliba,
Não podia deixar de cumprimentar o nosso grande herói, defensor da Indústria do Material Plástico no Brasil, pela passagem do 42º Aniversário do JORNAL DE PLÁSTICOS.
O verdadeiro pioneiro na defesa do nosso setor, a quem tanto nós devemos.
Abraços
Celso Hahne - diretor


M.X. REPRESENTAÇÕES
Ataliba e Ângelo,
Recebam meu abraço e as congratulações pelos 42 anos de muita luta.
Marcus Xavier


INP-INSTITUTO NACIONAL DO PLÁSTICO
AOS AMIGOS ATALIBA E ÂNGELO
O dia 09 de julho é novamente feriado. Resgatou-se, com isso, uma data importante da nossa história. É também uma data ligada à história do plástico no Brasil, pois o JP sempre foi um importante canal de comunicação e integração da cadeia produtiva.
Vamos sempre caminhar juntos.
Parabéns a vocês
José Simantob Netto-Superintendente


SUPREMO CONSELHO DA ORDEM DE MOLAY 
PARA O BRASIL
Em nome da Alta Administração do Supremo Conselho da Ordem DeMolay para o Brasil e todos os jovens da Ordem DeMolay e Filhas de Jó do Brasil, parabenizo ao ilustre e Querido amigo e aos demais Membros da Diretoria do Jornal de “Plásticos”, pela passagem do 42º aniversário de Fundação do Jornal, nesta data.
Alberto Mansur Vivaldo Chaves Nogueira
Grande Mestre Grande Secretário Geral


PROFAMA
À toda equipe do Jornal de Plásticos,
Parabéns pelo 42º aniversário. Esperamos que continuem o seu trabalho que é de estimável contribuição para nossa sociedade.
Marcos Campos Dallapé


PLASMAR
A Plasmar parabeniza o Jornal de Plásticos por mais um ano de sucesso.


AO JORNAL DE PLÁSTICOS
Não Poderia deixar de parabenizar estes bravos heróis neste mês de julho/98-42º anos. Sem a comunicação cada pessoa seria um mundo fechado. Pela comunicação as pessoas compartilham experiências, idéias e sentimentos.
Parabéns... Engenheiro ângelo e Sr. Ataliba B. Chagas.
Olympio de Mello


CUMPRIMENTOS
Carlos Augusto do Amaral Júnior
Fernando Martins Guimarães
Roberto Muniá
Yara de Abreu L. Najmann
Waldyr Pires Rosa
Newton Pires Rosa