MARÇO DE 1998  

 

EDITORIAL: SIRESP: BALANÇO DE 97 * NOTAS SINTÉTICAS * COPENE DIVULGA BALANÇO ANUAL PELA INTERNET * SOLUÇÕES INOVADORAS PARA A INDÚSTRIA DE EQUIPAMENTOS MÉDICOS NA K'98 * FORTILIT ADQUIRE EMPRESA ARGENTINA E ASSUME A LIDERANÇA NAS VENDAS DE TUBOS E CONEXÕES DE PVC * COPLASUL PASSA A DISTRIBUIR PS, ABS E SAN ARGENTINOS * RHODIA PLÁSTICOS DE ENGENHARIA AMPLIA REDE DE DISTRIBUIÇÃO * PAPEL PLASTIFICADO * EURONETZ * NUVA DO BRASIL APOSTA EM REDUTORES DE VELOCIDADE DE PLÁSTICO * MCE-1000, COM NOVO SOFTWARE PODE GERENCIAR A QUALIDADE DA PRODUÇÃO DE FILMES PLÁSTICOS * PRODUTO AUSTRALIANO APROVEITA RESÍDUO RETIDO NO ENVASE * SENAI-SP FIRMA ACORDO COM AGÊNCIA JAPONESA * CANGURU, UMA HISTÓRIA DE SUCESSO * POLITENO MARCA PRESENÇA NA ARGENPLAS 98 * NOVOLIT TRAZ PARA O BRASIL IMPORTANTE GRUPO FRANCÊS * CRISE INFUNDADA: O PLÁSTICO TEM SEU CONSUMO ELEVADO * ARGENPLAS 98: 2 A 8 DE ABRIL DE 1998, BUENOS AIRES, ARGENTINA * SANEAMENTO BÁSICO, UM DESAFIO * UM CENTRO DE EXCELÊNCIA TÉCNICA * AS VANTAGENS DE UM NOVO SISTEMA * RARA OPORTUNIDADE: PRODUTOS DE PP SOB LICENÇA DA TARGO * PLASTIFORM SE PREPARA PARA O ANO 2000 * POLIPLAST PRONTA PARA NOVOS DESAFIOS * SEMINÁRIO-RS VAI AOS MUNICÍPIOS DO INTERIOR * COMERCIALIZAÇÃO DE MÁQUINAS: NOVA EMPRESA * K'98: ENCONTRO MUNDIAL DA INDÚSTRIA PLÁSTICA E DA BORRACHA

 


 

EDITORIAL

SIRESP: BALANÇO DE 1997

ESTÁVAMOS NO FECHAMENTO desta edição, quando recebemos, de parte do SIRESP, os dados finais sobre a situação das resinas plásticas em 97.

DEVIDO À IMPORTÂNCIA do assunto para o mercado, transcreveremos os principais tópicos:

"O BALANÇO DE 1997 para a indústria de resinas termoplásticas, medido pela Coplast/Abiquim, foi positivo. O índice do consumo aparente foi de +8,94%, revelando um crescimento três vezes maior que o PIB. Segundo o Presidente do Siresp, Jean Daniel Peter, o mês de janeiro deste ano foi melhor do que o esperado, embora com números menos expressivos do que o do ano anterior. Mas o setor deve crescer no mínimo 6% em 1998.

ANÁLISE POR RESINA: PVC - crescimento de 7,20%, considerado alto, embora abaixo da média. O "carro-chefe" das vendas foi o da construção civil; PP - cresceu 8,77%, apoiado no bom desempenho do setor automobilístico até setembro e da demanda por sacos de ráfia, não tecidos e filme de modo geral; PEBD - cresceu 7% devido ao mercado de filmes em ascenção; PEAD - foi o segundo que mais cresceu tendo se elevado em 11,83%. " O mercado foi bom, com destaque para sacolas de alto peso molecular, principalmente  de supermercado e varejo, segmento de sopro, cosméticos e produtos de limpeza, que tomou o mercado do PEBD Linear por estar compreço muito bom", avalia Jean Peter. " Com essa vantagem competitiva, o PEAD conquistou mercados tradicionais de outras resinas", completa."; PEBD Linear - recordista em crecimento - 32%. "O Linear está entrando agora no setor de embalagens para empacotamento automático", anuncia o Pres. do Siresp; PS - cresceu apenas 1,5%. O quadro é explicado pelo fato do setor eletroeletrônico, que vinha caminhando bem (bens duráveis, caixa de CD), ter sofrido forte queda, aliado ao elevado grau de importação da resina.

AS IMPORTAÇÕES CAÍRAM 3,56% em relação ao ano anterior, enquanto as exportações cresceram 1,38%. Aliado a isso, todos os preços médios das resinas sintéticas caíram em dólar, considerando o preço de dez/96 a dez/97.

Mercado deve continuar a crescer: 'É difícil prever o ano de 98, tendo em vista que ainda não está clara a reação da economia com o pacote econômico implementado no ano passado', diz Jean Peter,considerando as perspectivas do setor. 'Em outubro de 97 o país migrou para um patamar inferior. Com os altos juros, o mercado se movimentou em direção à produtos de baixo poder aquisitivo', continua.

Apesar desse quadro, Peter acredita que o setor vai ter um ano bom. Janeiro e fevereiro, inclusive, superaram, qualitativamente, as expectativas iniciais. O cenário pode ser de crise, mas a probabilidade é, de pelo menos 50%, que o PIB seja de 2% a 3%, e que o setor apresente um crescimento de no mínimo, 6%. A preocupação está na entrada de produtos asiáticos, considerados predatórios, principalmente os transformados da Coréia, China e Tailândia, a exemplo do ventilador e do rolo de filme.

'O setor transformador está operando com estoques baixos, o que é natural para a indústria brasileira que, nesse momento, vive em função da estabilidade. E é apostando nessa estabilidade que o setor de resinas termoplásticas vai manter seu programa de investimentos', finalizada Jean Peter."

 

NOTAS SINTÉTICAS

* SOMMER ALLIBERT LTDA, A EXTRAORDINÁRIA INDÚSTRIA FRANCESA da linha dos revestimentos de interiores de automóveis, está construindo sua primeira fábrica no Brasil. Para tanto, investe R$ 45 milhões nessa admirável obra que está sendo implantada em São José dos Pinhais (grande Curitiba), cuja  produção poderá atender 200 mil veículos por ano.

* FECHAM-SE AS PORTAS DA UNIDADE DA LEGO EM MANAUS: é o que se informa, em Copenhague, sobre a grande fabricante de brinquedos dinamarquesa, cuja  projeção internacional se verifica, de maneira inegável, pelas encomendas do Papai Noel que, sem dúvida nenhuma, há de lamentar a notícia.

* ESSA EXTRAORDINÁRIA DUPONT COM SUAS INICIATIVAS EXTRAORDINÁRIAS vem se projetando cada vez mais na América do Sul e, agora, com o lançamento de uma usina que vai fabricar um novo filamento têxtil de poliéster, o Micromatic, incrementa a produção de tecidos da Argentina.

* ESTREMECEM OS ALICERCES À NOTÍCIA DA REDUÇÃO em até 40% no preço do polietileno obtido pela tecnologia Univation Technologies - "joint venture" entre a Union Carbide e Exxon Chemical - para a Rio Polímeros. A questão em pauta é o "esperar".

* A CENTRAL DE MANUTENÇÃO LTDA (Ceman)deverá ser negociada pela Copene apesar de ser a maior do setor no país, uma vez que sua controladora resolveu dedicar-se exclusivamente à fabricação de produtos petroquímicos básicos. Ao que tudo indica, a Asea Brown Boveri, Jaako Poyry e Raythecon Engeneers & Constructors estão estudando o assunto, tendo  feito, inclusive, visitas à sede da empresa localizada no Pólo Petroquímico da Bahia.

* ESSE SÃO PAULO IMENSO TAMBÉM EM PLÁSTICO iniciou, por determinação da Divisão Química da Shell Brasil, em Paulínea (SP), a construção de uma nova unidade que irá fabricar um produto com características térmicas e acústicas. Trata-se de um poliestireno expandido (EPS) que, sob a marca de Styrocell, já vem sendo comercializado por essa multinacional para fabricação de embalagens, caixas térmicas,  tendo ainda aplicações na construção civil. Trata-se de um produto importado, uma vez que suas fábricas localizam-se na Europa. Segundo os entendidos, o Isopor é um mateirial similar produzido pela Basf.

* OS ARGENTINOS ESTÃO ATENTOS ÀS POSSIBILIDADES DE CONSUMO DO MERCADO BRASILEIRO. Entre outras empresas já divulgadas pela imprensa, o grupo Pérez Companc está querendo investir no Pólo Petroquímico de Triunfo. A Proplast está na composição do esquema que vai beneficiar o Pólo Gaúcho, apoiando-se a iniciativa nas perspectivas acenadas pelo Mercosul.

* O GOVERNO ACABA DE TOMAR UMA DECISÃO ACERTADA: com o estímulo oferecido pelo Fundo de Aval para o setor de máquinas, as empresas cujo o faturamento anual não ultrapasse R$ 15 milhões, de agora em diante, terão acesso aos empréstimos bancários.

 


Atenção Profissionais Ligados ao 
Setor de Plásticos e Polímeros

O JORNAL DE PLÁSTICOS pretende divulgar em seu site na internet, trabalhos técnicos relacionados a plásticos e polímeros. 
Se você é autor de alguma tese, monografia, artigo, etc.,
contate-nos pelo fone/fax: (021) 717-0375 ou pelo e-mail: jorplast@openlink.com.br 

 

COPENE DIVULGA BALANÇO ANUAL PELA INTERNET

Mantendo sua tradição de liderança e pioneirismo no campo da comunicação com investidores, a Copene disponibilizou no seu website (http://www.copene.com.br) suas demonstrações financeiras completas do exercício social de 1997, acompanhadas do Relatório Anual e do Balanço Social. Essas informações estão disponíveis na seção informações para investidores, desde o final de janeiro último, tendo sido a primeira empresa brasileira a apresentar, via Internet, as informações completas sobre suas atividades de 1997. Mesmo a nível mundial, poucas empresas já tornaram público suas informações financeiras completas de 1997. A Copene tem suas ações negociadas no Brasil e no exterior (na forma de ADR's), mantendo atividades diárias de comunicação com analistas e investidores. Considerada uma das empresas com melhor "disclosure", quanto a rapidez, quantidade e transparência na divulgação de informações, a Copene pretende usar cada vez mais a Internet no seu relacionamento com a comunidade de investidores e analistas.

 

Soluções Inovadoras para a Indústria de Equipamentos Médicos: Conferências e Palestras durante a K'98 em Düsseldorf

  Os equipamentos médicos constituem um segmento interessante do mercado de plásticos e borracha, e um campo de aplicação desses materiais no qual podem demonstrar sua versatilidade. Para tanto os pesquisadores, projetistas, desenhistas e “experts” em materiais da indústria construtora de equipamentos médicos constituem um grupo de visitante que merece a atenção de muitos expositores que participam da feira “K” de Düsseldorf. Fuandamentando-se na análise de mercado e conversas mantidas com “experts” da indústrai e cientistas, a Feira de Düsseldorf organizará, pela primeira vez, por ocasião da K’98 um conjunto de eventos dedicados, em especial, à engenharia médica.

 Diversos especialistas do mundo científico, das indústrias usuárias e dos ramos que pertencem os expositores estudarão os quatro temas principais, abaixo descriminados, em uma série de eventos enquadradors no “Programa Especial K’98 de Engenharia Médica”, que incluirá um ciclo de conferências, “talleres”(?) e debates:

1. Potencial de Desenvolvimento da Técnica Médica

 Este tema girará, sobretudo, em torno das tendências gerais de desenvolvimento na medicina moderna, questões de higiene, endoscopia e cirurgia pouco “invasiva” (?), e às inovações relacionadas com o diagnóstico e a terapia.

2. Processo de Desenvolvimento de Produtos

 Neste caso, serão estudados, entre outras coisas os prazos de tempo que dizem respeito ao desenvolvimento de produtos e que é interessante ser abreviado, por ser um fator positivo transcedental. Serão examinados aspectos tais como: designe, função e ergonomia, assim como, a rápida execução de utensílios e protótipos no agrupamento de funções distintas.

3. Materiais Poliméricos

 Esses materiais desempenham um papel determinante. Serão analisados aperfeiçoamentos,  inovações e questões relacionadas com sua aceitação e seu emprego a longo prazo. A reação do material no processo de esterilização é tão importante quanto os problemas das embalagens.

4. Tecnologia de Transformação

 Este tema terá como ponto central as inovações da técnioca de transformação, novidades em maquinário, a combinação de materiais e a possível melhoria das propriedades, e o tratamento de superfície.

 Os referidos encontros ocorrerão nos dias 26, 27 e 28 de outubro de 1998, pela manhã, no Centro de Congresso de Düsseldorf (CCD) situado próximo aos pavilhões da Feira K’98.

Os expositores que participarem da K’98 e outras empresas interessadas, terão a oportunidade de exibir sua capacidade em solucionar problemas na indústria de equipamentos médicos. Pode-se participar de três formas no “Programa Especial K’98 de Engenharia Médica”: oferecendo uma conferência, instalando um estande informativo e/ou expondo “carteles” (?). Os trabalhos serão selecionados por um júri integrado por especialistas do qual participarão, entre ourtas personalidades, o professor D.F. Williams, Diretor do Departamento de Engenharia Clínica da Universidade de Liverpool, o professor Dr. Ing. W. Michaeli, do Instituto de Transformação de Plástico da Escola Superior de Tecnologia de Aquisgrán, e o professor Dr. Med. Ch. Mittermayer do Instituto de Patologia da Clínica Universitária de Aquisgrán.

 

FORTILIT ADQUIRE EMPRESA ARGENTINA E ASSUME A LIDERANÇA NAS VENDAS DE TUBOS E CONEXÕES DE PVC

 Com a aquisição da Tevnocom, a companhia abocanhou 55% do mercado argentino de produtos de PVC

Após ter anunciado investimentos a ordem de US$ 142 milhões na construção de uma moderna fábrica de tubos e conexões de PVC rígido e poliolefinas na cidade de Sumaré, Estado de São Paulo, que entrou em funcionamento neste mês de março, a Fortilit, empresa do grupo suíço Amanco, acaba de adquirir por US$ 60 milhões a Tecnocom, companhia argentina que produz compostos, tubos e conexões de PVC.

 Com a nova companhia, a Fortilit passa a liderar o mercado argentino com 55% da produção de 70 mil ton/ano, somando as produções da Tecnocom - 24 mil - e da SINPLAST - 12 mil - empresa já pertencente ao grupo. A Tecnocom produz, ainda, 30 mil toneladas por ano de compostos de PVC.

 Até o ano 2000, a Fortilit pretende ser líder do mercado brasileiro e investirá na construção das duas novas fábricas de tubos e conexões de PVC: uma no Nordeste, que vai produzir 25 mil ton/ano, e outra no Sul do País, com produção estimada de 35 mil ton/ano.

 Na construção das novas unidades, a empresa investirá US$ 70 milhões e espera, até o ano de 1999, elevar a produção total no país para 236 mil toneladas anuais, somando as produção das fábricas de Anápolis (36 mil ton/ano) e de Sumaré (130 mil ton/ano).

 

 

Coplasul passa a distribuir poliestireno,
ABS e SAN argentinos

Com satisfação registramos que,  nosso tradicional anunciante, Coplasul Ind.Com.Repr.Ltda, com sede em Porto Alegre, RS, a partir de Jan/98, foi nomeada Distribuidor Autorizado para os estados da Região Sul da Unistar do Brasil S/A, comercializando toda a linha de Poliestirenos (Cristal e Alto Impacto), ABS e SAN.

 A Unistar do Brasil é uma empresa que pertence ao grupo argentino Perez Companc atuando no mercado de Poliestireno e ABS nacional a partir de importações de suas unidades na Argentina. Está construindo no Pólo de Triunfo uma planta de Poliestireno dimensionada para 120.000 Ton/ano, que deverá entrar em operação no final de 1999

 
 

RHODIA PLÁSTICOS DE ENGENHARIA 
AMPLIA REDE DE DISTRIBUIÇÃO

A Rhodia Plásticos de Engenharia, para reforçar sua liderança de mercados no Brasil e na América do Sul, atendendo mais e melhor seus clientes, está ampliando sua rede de distribuição, com quatro novos distribuidores de seus produtos: Tecnomatiz Resinas Ltda., Activas Plásticos Industriais Ltda, Uniflon Plásticos de Fluorpolímeros e SPP Nemo S/A Comercial e Exportadora.

 As três primeiras empresas atuarão em São Paulo (Capital, Grande São Paulo e Interior) e a SPP Nemo atenderá outros estados, como o Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Amazonas e Pernambuco, comercializando os produtos Technyl (poliamida 6.6 e poliamida 6), Techster (poliester termoplástico), Techtal (poliacetal) e a linha de produtos Amodel (poliftalamidas), que é marca registrada de propriedade da Amoco Oil Company.

 Segundo o gerente-geral da Rhodia Plásticos de Engenharia, Francisco Ferraroli, a empresa tem objetivos ambiciosos para 1998. "Pretendemos aumentar em torno de 10% a nossa participação no mercado de plásticos de engenharia e para isso ampliamos nossa rede distribuição, visando estender a nossa carteira de clientes, melhorando ainda mais o atendimento para clientes diretos e clientes dos nossos distribuidores.

 A definição dos novos distribuidores da Plásticos de Engenharia seguiu critérios rigorosos, como a necessidade de terem ou estarem a caminho de obter certificação através do sistema da Qualidade das normas ISO 9000; credenciamento em armazenagem e movimentação de cargas; assistência técnica de pré e pós venda; equipes de vendas formadas telemarketing atuante e saúde financeira estável.

 "Alem da qualidade Rhodia, colocamos à disposição dos nossos distribuidores e seus clientes todo o suporte técnico oferecido aos nossos clientes diretos, como treinamento, assistência técnica especializada, serviços de pré e pós venda, laboratórios de análise, controle de qualidade e de extrusão, moldes protótipos; serviço de formulação de cores; desenvolvimento e concepção de novas aplicações; e serviço CAD/CAE, além de palestras técnicas nacionais e internacionais", informou Ferraroli.

 Segundo o gerente-geral da Rhodia Plásticos de Engenharia, a ampliação da rede de distribuição faz parte da estratégia comercial da atividade, que está investindo forte no Brasil, cerca de US$ 30 milhões, para aporte de novas tecnologias, aumento da polimerização, instalação de novas extrusoras e concentração de suas atividades industriais em um único pólo de produção, em São Bernardo do Campo (SP). Ferrarolli adiantou que a Rhodia Plásticos de Engenharia, que é certificada pelas normas ISO 9001, a mais abrangente desse sistema, está em processo para obter a certificação QS-9000, que habilitará a empresa a ser fornecedora da indústria automobilística, cujo nível de exigência é extremamente elevado.

 
 

PAPEL PLASTIFICADO

Nos dias de hoje procuramos nos adaptar à ininterrupta evolução humana que procura facilitar e tornar prática nossa vida.

 As embalagens e os frascos descartáveis contribuíram muito para essa evolução.

 Porém, se de um lado esses produtos contribuíram para nos proporcionar um maior conforto, por outro lado nos apresentaram um sério problema ecológico, resultando em um grande acúmulo de resíduos no aterros sanitários.

 Um dos componentes desse resíduo é o papel plastificado. Por estar essas duas substâncias (papel e plástico) ligadas, não é possível reciclá-las nessas condições. Para tornar possível a reciclagem é necessário separar as duas substâncias.

 Depois de vários testes realizados em conjunto com empresas que atuam no mercado de fabricação de papel e celulose, já é possível separar o papel do plástico. Após passar por um critério de separação por tipo de termoplástico, as aparas passam pelo processo hidro puper. O resíduo do hiro puper, antes sucateado, passa agora pelo processo de lavagem na Lavadora Lucotec proporcionando a separação das duas substâncias.

 No processo de lavagem, a polpa de papel sai junto com a água, ficando na lavadora apenas o plástico perfeitamente limpo e pronto para ser aglutinado e extrudado novamente.

 

Euronetz

Sabemos que, para se estabelecer uma negociação eficiente entre empresas de culturas e países diferentes, uma comunicação sem dificuldades é hoje de vital importância. É seguindo este conceito que a Euronetz vem oferecer a sua empresa uma competente estrutura de apoio.

 A Euronetz é uma organização que, embora sediada na Alemanha, está bem perto do Brasil, trabalhando oficialmente nos idiomas português, alemão e inglês.

 Foi objetivando um assessoramento direcionado a médios e pequenos empresários brasileiros, de atividades e segmentos diversos, que a Euronetz veio atender com seriedade e profissionalismo sua empresa, independente de sua dimensão ou especialidade.

 A Euronetz exerce, acima de tudo, a função de um correspondente europeu para sua empresa.

 

 Nuva do Brasil aposta em redutores 
de velocidade de plástico

Mais leves, mais práticas e com maior durabilidade, as novas lombadas de plástico vêm disputar a liderança do mercado brasileiro

Desenvolvido e projetado na Argentina pela Nuva S.A. C.I.F.I, o redutor de velocidade de plástico apresenta vantagens significativas sobre os tradicionais de concreto, como maior durabilidade e menor tempo de instalação. Podem ser encontrados em grandes centros do Mercosul como Buenos Aires, Montevidéu e Santiago, além de outros nichos, como Porto Rico.

 No País, as lombadas de plástico estão sendo comercializadas pela Nuva PB Plásticos do Brasil Ltda. O Rio de Janeiro e Fortaleza foram alguns dos Estados que aderiram à novidade. "Instalamos uma lombada de 7 metros - a largura de uma rua normal - em duas horas, sem impedimentos no tráfego", explica o diretor comercial da empresa no Brasil. Oldack Jaoude.

 Feitas a partir de um composto de polipropileno com cargas e contando com refletores da marca 3M, as lombadas de plástico suportam 35 toneladas e foram aprovadas por testes do IPT em São Paulo e INSE em Buenos Aires. São facilmente instaláveis em pisos de asfalto e concreto e não precisam ser repintadas, pois têm proteção contra os raios UV e garantia de 3 anos.

 No preço, também levam vantagem, pois permitem uma economia de 32,5% por unidade. Custam *R$ 1.080,00 contra os *R$ 1.600,00 das lombadas convencionais (*preços finais abrangendo material, mão-de-obra e manutenção). Além disso, extinguem a necessidade de  manutenção mensal.

 A Nuva PB Plásticos do Brasil, criada em 1997, espera faturar US$ 6 milhões este ano vendendo os novos redutores, brindes institucionais, embalagens e embalagens de comida para viagens aéreas e até 2001, pretende elevar o número para US$ 18 milhões. Também está prevista, nos próximos 12 meses, a construção de uma fábrica no interior de São Paulo, que consumirá investimentos de aproximadamente US$ 2 milhões.

 
 

MCE - 1000, COM NOVO SOFTWARE, PODE GERENCIAR 
A QUALIDADE DA PRODUÇÃO DE FILMES PLÁSTICOS

A nova versão de software para o Sistema MCE - 1000, equipamento que mede e controla a espessura de filmes plásticos, produzido pela Digicon, está garantindo a qualidade do produto final e também o gerenciamento da produção de toda a linha de máquinas extrusoras das indústrias transformadoras de plásticos flexíveis. Destinados à fabricação de embalagens, os filmes plásticos produzidos com o controle do MCE - 1000, apresentam espessura padronizada e proporcionam economia de tempo na preparação da máquina, de matéria-prima e aumento da produtividade.

 O Sistema MCE - 1000 é composto basicamente por um medidor de altíssima precisão - sustentado por um braço móvel -, uma unidade de controle, um potenciômetro motorizado ligado ao motor do puxador do filme e um sofware de supervisão. O equipamento pode ser insalado em qualquer extrusora de filmes plásticos por balão, que trabalhe entre 10 e 1.000 micra, independente de marca ou modelo.

 O novo software, para ambiente Windows - desenvolvido para satisfazer as necessidades brasileiras - faz com que o MCE - 1000 transforme-se em um gerenciador da qualidade e da produção de toda a linha de máquinas extrusoras da indústria, já que pode ser ligado à rede de computadores da empresa, permitindo à diretoria e à outras áreas da empresa, informações on line do chão de fábrica.

 As principais características do MCE - 1000 são as seguintes: medição e visão contínua do perfil do balão, ajuste contínuo da espessura do filme com recalibragem automática, alarme de espessura máxima e mínima, histórico da produção, controle do chão de fábrica, relatório por ordem de serviço e geração de arquivos abertos.

 Empresa como Zaraplast, CRP, Henipack, Rhotoplas, Union Pack, Luplast, Viezzer e Retaplast já contam com equipamentos MCE - 1000 instalados em várias de suas extrusoras de filmes plásticos, podendo oferecer a seus clientes produtos com maior qualidade. Para o diretor industrial da CRP, Jorge Luiz Machado Furtado, o MCE - 1000 "tem sido valioso na redução do tempo de set up da matriz. Com isso, aumentamos a qualidade do filme que entregamos aos nossos clientes".

 O MCE - 1000 proporciona um retorno de investimento em um período de 4 a 7 meses, sendo que a Digicon oferece assistência técnica no local e, em certos casos, financiamento próprio. A Digicon, empresa brasileira, há 22 anos no mercado, é líder em segmentos do setor de automação industrial, bancária, projeto e desenho. O Grupo Digicon é o maior complexo de informática do Rio Grande do Sul e é formado por mais duas empresas: a Numericon (sistemas de manufatura) e a Perto (automação bancária).

 
 

PRODUTO AUSTRALIANO APROVEITA 
RESÍDUO RETIDO NO ENVASE

A Compri Technic, empresa australiana, desenvolveu um produto - C.E.System - para limpeza interna de tubos, tubulações e mangueiras, que além de deixar partículas de tamanho inferior a 25 micra e resíduos inferiores a 1 miligrama de contaminantes, ainda pode auxiliar as empresas a aproveitarem o material retido nas tubulações de envasamento.

 Durante o processo de envase de produtos, geralmente alguns quilos ficam retidos dentro da tubulação e são retirados apenas pelo flushing (processo de limpeza, muito utilizado no Brasil).

 Com o uso do C.E. System, revólver movido a ar comprimido, que injeta um projetil de poliuretano expandido sempre 20% maior que o diâmetro interno das tubulações, é possível recuperar o produto retido nas tubulações e reverter isso em material aproveitável, gerando benefícios para a empresa.

 A segunda vantagem do C.E. System é a redução dos custos com parada dos equipamentos. O projétil é bastante ágil mesmo em curva, cotovelos e conexões, executando o serviço em poucos minutos. Pode ser usado em qualquer setor da empresa, pois é portátil e atua em tubulações entre 2 mm e 100 mm de diâmetro interno.

 Porém, o maior benefício é para o meio ambiente. Em substituição ao flushing, o C.E. System evita que sejam liberados para os efluentes materiais normalmente tóxicos ou gordurosos, descartados pelo processo.

 Na Austrália e Europa é utilizado por empresas como Alcan, Alcoa, caterpillar, Coca-Cola, Pepsi, Ford, Nestlé, Shell, General Motors, Chrysler, entre outras. "Procuramos trazer um produto inédito para o País e que otimize a utilização de equipamentos e máquinas e com isso traga o aumento da produtividade, pois sabemos do alto custo de qualquer equipamento industrial ou automotivo parado", comenta Osiris Rocha, diretor da Compri Technic do Brasil.

 

SENAI-SP FIRMA ACORDO COM AGÊNCIA JAPONESA  PRIMEIRO LABORATÓRIO DE ROBÓTICA

Acordo assinado entre o Senai e a JICA(Agência Japonesa de Cooperação Internacional) investimentos de US$ 700 mil.

A operação e o desenvolvimento de softwares para controle dos mais avançados robôs japoneses passará a ser realidade corriqueira para os alunos do Senai-SP. O diretor da divisão de Cooperação Técnica da JICA- Agência de Cooperação Internacional do Japão, Hirofumi Matsuyama, e o diretor regional do Senai-SP, Fábio Luiz Marinho Aidar, assinaram um acordo para implantação do novo Laboratório de Robótica na Escola Senai "Armando de Arruda Pereira", em São Caetano do Sul, considerada Centro Nacional de Tecnologia de Mec atrônica.

 O novo Laboratório de Robótica será o primeiro com atualização tecnológica internacional montado em uma escola brasileira. Pelo acordo, a contar de abril próximo, a unidade Senai especializada na área de automação da manufatura receberá do Japão ao longo de 1998 o repasse de tecnologia de ponta, treinamento de especialistas brasileiros, consultoria de tecnólogos japoneses, além da doação de robôs e equipamentos de última geração, num investimento da ordem de US$ 700 mil. Ao final do primeiro ano de acordo, no primeiro semestre de 1999, o Senai-SP se compromete a abrir as portas deste laboratório para os alunos, comunidade e indústrias, administrando a disseminação das tecnologias da robótica pelo território nacional.

 O diretor da escola Senai "Armando Arruda Pereira", João Ricardo Santa Rosa, afirma que o projeto de criação do laboratório vem sendo estuturado há três anos, visando atender à demanda crescente das indústrias por este forte segmento da automação da manufatura. "A instalação de robôs nas empresas brasileiras cresceu 1.500% nos últimos três anos", argumenta o diretor. O reflexo é sentido imediatamente pelo Centro Nacional de Tecnologia da Mecatrônica, que recebe cada vez mais encomendadas de treinamentos sob medida das indústrias e solicitações de profissionais ansiosos por se especializarem nestas avançadas tecnologias.

 O repasse de tecnologia pela Jica ao Senai será feito por meio da visita de especialistas brasileiros ao Japão, pela vinda de peritos japoneses à escola e pela comunicação on line entre as duas entidades, com direito a pesquisa e consultoria junto a profissionais de institutos e universidades japoneses. Esse processo consumirá US$ 350 mil metade da verba investida pela Jica no laboratório brasileiro. O diretor João Ricardo Santa Rosa explica que o repasse de tecnologia ao Senai será feito em quatro grandes áreas: instalação de robôs; desenvolvimento de sofwares para a programação dos robôs; operação; manutenção. "Para começar, ampliaremos o currículo de nosso curso Técnico em Mecatrônica, possibilitando ao aluno exercitar na prática as noções de robótica que já constram do programa hoje", conta. A previsão é de que, no máximo em abril de 1999, a escola possa oferecer às indústrias e à comunidade treinamentos nestas quatro áreas, sempre em três níveis complementares: básico, intermediário e avançado.

 Para equipar o Laboratório de Robótica, a Jica e o Senai-SP instalarão uma rede de pelo menos oito microcomputadores de última geração com um grande conjunto de softwares japoneses de simulação, com todos os recursos que permitirão aos alunos treinarem a programação e a operação dos mais diversos tipos de robôs. Completando os outros US$ 350 mil a serem doados em equipamentos, o laboratório contará ainda com dois robôs de ponta - um na área de Solda, capaz de fazer tanto solda a ponto quanto solda a arco, e outro na área de Montagem, equipado com avançado sistema de visão para selecionar peças e encaixes na linha de produção. Assim, a escola estará pronta a atender a principal demanda das indústrias paulistas, já que estas são as duas áreas nas quais a robótica está mais difundida no Brasil. "Esse laboratório será fundamental pra completar o currículo de nosso curso superior de Tecnólogo em Mecatrônica, a ser lançado ainda em 1998".

 
 

CANGURU, UMA HISTÓRIA DE SUCESSO

Uma das mais tradicionais clientes da Petroquímica Triunfo, a Canguru Embalagens Criciúma Ltda, deponta hoje como uma das empresas líderes em seu mercado, contando com três unidades de produção de embalagens e uma Joint Venture (ITW - Canguru Rótulos Ltda.) na produção de rótulos plásticos tipo manga. A empresa conta com 650 colaboradores e atua com um mix variado de produção, destacando-se a linha higiênica (fraldas e absorventes), massas, pães e biscoitos, além de laminados e ração animal.

 A empresa foi fundada em 1970 por Jorge Zanatta, seu Diretor-Presidente, juntamente com outros sócios, entre os quais o atual Diretor de Tecnologia, Vitório Luiz de Pellegrin, e o Diretor-Financeiro, Plínio Volpato. "Naquela época, os cereais ainda eram basicamente empacotados com papel e as dificuldades iniciais de implantação foram amenizadas com a excelente receptividade dos consumidores em relação ao novo produto plástico no mercado ", afirma o Diretor Superintendente, Jorge Eduardo Zanatta. Seis meses depois de iniciada a produção, ainda em 1970, a Canguru adquiriu mais um conjunto de equipamentos, caminhando assim para alcançar seu ponto de equilíbrio financeiro.

 Ao longo dos últimos 27 anos, outras 10 empresas surgiram, dando origem ao Grupo Empresarial Jorge Zanatta, que conta com aproximadamente 2.000 colaboradores e um faturamento mensal superior a R$ 15 milhões. Num grupo empresarial que sempre primou pela qualidade, a mais recente empresa a ser certificada pela ISO 9002 foi a Canguru Embalagens do Oeste.

 "Minha maior satisfação", diz o Diretor-Presidente, Jorge Zanatta, "é saber que estamos conseguindo manter dois mil colaboradores diretos em nossas 11 empresas. Esta é uma alegria sincera e me traz motivação para cada vez mais buscar a satisfação de todos."

 
 

POLITENO MARCA PRESENÇA NA ARGENPLÁS'98

 Durante a Argenplás, uma das mais importantes feiras latino-americanas da indústria de plástico e transformação - que se realiza de 2 a 8 de abril, em Buenos Aires - a Politeno estará mostrando duas novidades que já estão conquistando o mercado brasileiro. Uma delas é a linha de resinas Suplex® , responsável pela eliminação da etapa de formulação de diversas resinas para a obtenção do produto final. O outro destaque são as novas resinas de injeção de fluxo rápido, a IB-58 e a IF-33. Com elas, além de mais qualidade, os transformadores do Mercosul descobrirão as possibilidades de ganho de produtividade.

 O estande da Politeno, de número F-214/216, estará localizado no Pavilhão, nº 2, zona amarela, onde a equipe de profissionais da empresa estará à disposição para atender às necessidades de todos."

 
 

NOVOLIT
TRAZ PARA O BRASIL IMPORTANTE GRUPO FRANCÊS

Os esclarecidos empresários petroquímicos/plásticos do Brasil, que tanto conhecem o mercado internacional sabem dar o justo valor a Tech Pach Internacional (TPI), grupo que faturou US$ 450 milhões em 1997 e que possue 23 fábricas de embalagens no mundo, e, que vem de ser conquistada pelo brilhante empresário nacional, diretor da Novolit para aqui também vir desenvolver sua linha produtos comercialmente consagrados embalagens de alimentos e outros entre elas a de perfumaria que vem por conseguinte projetar mais ainda os tradicionais produtos da tradicional Novolit. Contando com nova linha de máquinas de alta tecnologia, os produtos da Tech Pach e Novolit vão ganhar em qualidade enquanto seus preços deverão ficar estáveis, naturalmente graças ao novo maquinário de que vai dispor o grupo para melhor servir ainda o mercado brasileiro.

 
 

CRISE INFUNDADA:
O PLÁSTICO TEM SEU CONSUMO ELEVADO

Poucos sabem do volume de informações que nossa Redação atende diariamente sobre "quem produz o que" e, outros inexplicavelmente buscam informes que seriam atendidos em grande escala, se fizessem, mesmo pequenas propagandas ao invês de querer obtê-las sem ônus.

 Não somos nós que estamos dizendo, a imprensa está fazendo manchetes de que "O Plástico Teve um Crescimento em 1997 de 9%", isso é divulgado baseando-se os jornalistas em informações concretas de nossos ilustres empresários destacando-se a importante figura do Presidente da Union Carbide do Brasil e do Sindicato da Indústria de Resinas Sintéticas de São Paulo. (SIRESP), Sr.Jean Daniel Peter.

 
 

ARGENPLAS 98
2 a 8 de abril de 1998 - Buenos Aires, Argentina

A ARGENPLAS 98, a partir desta versão, a realizar-se no Predio Ferial de Palermo na Cidade de Buenos Aires, inicia um novo ciclo de periodicidade pois passará a acontecer a cada dois anos (anos pares) ao invés de ser trianual, como tem sido até o momento.

 Esta mudança atende às exigências do mercado, beneficiando as empresas expositoras, visto que, permite uma alternância harmônica com a Brasilplast que se realiza em São Paulo (Brasil) nos anos ímpares.

 Segundo a  Câmara Argentina da Indústria Plástica, entidade organizadora da ARGENPLAS, essa atitude tem como objetivo a ntegração efetiva desse grande bloco comercial formado pelos países do Mercosul.

 O permanente aumento no número de participantes da ARGENPLAS, de todos os segmentos - matérias primas, máquinas e equipamentos e transformadores - demonstram que o plástico é um dos setores mais dinâmicos e de maior importância da moderna atividade industrial.

 A indústria plástica argentina e mais os expositores do exterior, durante a Feira, demonstrarão o grande desenvolvimento alcançado pelo setor e será o meio mais efetivo para promover o intercâmbio comercial e tecnológico, bem como para concretizar associações internacionais, em especial entre os quatro países membros efetivos do MERCOSUL (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai), mais Chile e Bolívia.

 Dentre os expositores da Argenplas 98, destacam-se as empresas brasileiras: Politeno, A. Carnevalli, Pavan & Zanetti, Sansuy, Rhodia-Ster Fipack e a Poliolefinas Argentina (do Grupo Odebrecht).

  A parceria Brasil/Argentina é algo que remonta a tempos bem anteriores ao das realizações das Feiras de Plásticos. A foto, de nossos arquivos, em 1963, registra o encontro entre o jornalista Ataliba Belleza Chagas, Diretor-Fundador do JORNAL DE PLÁSTICOS, com a Sra. Elizabeth Alterni, que a conselho deste, fundou na Argentina a publicação "Noticiero del Plastico", baseada no JP, que permanece, até hoje, em circulação.
 

 

SANEAMENTO BÁSICO, UM DESAFIO
Escola Politécnica da USP-EPUSP

O Brasil do final do século ainda não conseguiu resolver problemas como o saneamento básico. Apenas 40% de sua população urbana Conta com redes de esgoto sanitário, segundo dados do IBGE - 1992.

 Foi pensando nisso que a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (EPUSP) e o Centro de Desenvolvimento e Documentação da Indústria de Plástico para a Construção Civil (Cediplac) construíram o Centro de Técnicas de Saneamento 100% Plástico. Este esforço foi possível com o patrocínio das indústrias Tubos e Conexões Tigre, Trikem S.A. e Solvay do Brasil S.A., e o apoio da Associação dos Fabricantes de Materiais e Equipamentos para Saneamento (Asfamas) e da Associação Brasileira das Indústrias de Cloreto de Polivinila (Abivinila). O Centro de Técnicas tem como objetivo auxiliar na Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) e demonstração do novo sistema, bem mais eficiente, moderno e econômico que os tradicionais. É mais uma parceria da universidade com a iniciativa privada para contribuir com a solução dos grandes desafios nacionais.

 

 

UM CENTRO DE EXCELÊNCIA TÉCNICA

O Centro de Técnicas de Saneamento 100% Plástico está vinculado e é gerenciado pelo Departamento de Engenharia de Construção Civil da Escola Politécnica. Conta com a participação de professores da Universidade e técnicos das empresas envolvidas no projeto. Tem como objetivo desenvolver estudos adequados à realidade brasileira, para estabelecer normas de utilização do Sistema 100% Plástico, execução, projetos de manutenção de redes e treinamento de profissionais do setor. Implantado em uma área de 2 mil m² e instações modernas feitas totalmente com produtos em PVC, o laboratório possui uma  rede de saneamento básico instrumentada com sensores de medição de volume, vazão e lâmina de água para acompanhamento e constante avaliação do sistema. Além de equipamentos de hidrojateamento e bancadas de ensaio, salas de seminário e reunião foram projetadas para a elaboração de um programa de visitas e ciclos de palestras para o treinamento e aperfeiçoamento dos usuários do sistema.

 Em parceria com a Sabesp, um projeto-piloto está sendo desenvolvidido no litoral paulista. Ele prevê a implantação do sistema, pesquisa, desenvolvimento e programas de treinamento nas técnicas de manutenção por hidrojateamento. O Centro de Técnicas de Saneamento 100% Plástico é aberto à participação de todos os interessados no estudo e implantação do novo sistema, através de sua Secretária de Convênios, no próprio Centro.

 
 

AS VANTAGENS DE UM NOVO SISTEMA

O Sistema 100% Plástico substitui o tradicional Poço de Visita (PV) pelo Tubo de Inspeção e Limpeza (TIL), ambos usados para manutenção da rede. O primeiro exige uma obra difícil e demorada, pesa em torno de 3 toneladas, podendo custar até US$ 1 mil por PV. O TIL, totalmente em plástico, pesa menos de 40 quilos e custa aproximadamente US$ 200.

 A tubulação da rede é toda em PVC. Os tubos são mais leves e fáceis de transportar, manusear, estocar e instalar. As valas têm largura e profundidade diminuídas. Menores declividade e número de juntas completam as facilidades de instalação desse sistema.

 A rede possui grande durabilidade, uma vez que é inerte, e elevada resistência química. É estanque, evitando vazamentos e a contaminação do lençol freático. Também não permite a entrada da água existente no subsolo, o que evita o aumento do volume na rede e diminui os custos de bombeamento e tratamento. Possui uma melhor adaptação às acomadações do solo, reduzindo o risco de fissura ou quebra da tubulação.

 A rede tem manutenção simplificada, restinge a entrada de objetos estranhos ao seu funcionamento e evita o contato do operador com os dejetos. Um equipamento de fácil operação faz o serviço de limpeza e manutenção, através da técnica de hidrojateamento. O sistema pode ser executado em menos tempo e a um custo bem menor no seu conjunto (20% a 40% em média) em relação ao tradicional.

 
 

RARA OPORTUNIDADE:
PRODUTOS DE PP SOB LICENÇA DA TARGOR

Mainz, Março de 1998. - A Targor GmbH de Mainz, Alemanha, concede a empresas interessadas, sediadas fora da Europa, licenças de produção e comercialização de compounds na base de polipropileno (PP), desenvolvidos especificamente para as aplicações do utilizador. Um folheto de 12 páginas fornece uma informação sucinta do Know-how oferecido pela Targor, sobre os grupos do produtos e as suas aplicações na indústria de automóveis e de eletrodomésticos, que inclui também os mercados em crescimento.

 O Know-how elaborado pela Targor, empresa líder do mercado europeu na área de compounds PP, engloba tanto a composição destas matérias especiais, como também a própria tecnologia de compound. A Targor transfere este know-how no quadro de um acordo de licença. Sem atritos iniciais e sem estudos de desenvolvimento próprios, as empresas parceiras podem produzir compounds de alta qualidade e atingir rápidos benefícios comerciais neste mercado em crescimento dinâmico. Visto a produção ser regida pelos critérios de qualidade da Targor, encontra-se também assegurado no Mundo inteiro, um nível constante de qualidade nas diversas especialidades, em conformidade com as exigências das empresas multinacionais (global players).

 Os parceiros da Targor podem comercializar os compounds abrangidos pela licença, sob as marcas comerciais Hostacom, Hostalen PP e Procom, juntamente com a respectiva designação de tipo. Adicionalmente, em conjunto com os seus clientes locais, usufruem da experiência existente na Targor na área da transformação e aplicação dos compounds, bem como da constante evolução tecnológica, resultante da cooperação entre a Targor e os seus clientes, que muitas vezes atuam a nível mundial.

 
 

PLASTIFORM SE PREPARA PARA O ANO 2000

Com pouco mais de sete anos de existência, mas com fibra de gente grande, a Plastform Indústria e Comércio Ltda., vem conquistando mercado em várias regiões do País. Com capacidade para produzir cerca de 170 toneladas por mês de produtos voltados ao mercado de embalagens para grãos e seus derivados, carne, leite, macarrão e papel higiênico, "a Plastform encontrou sua verdadeira vocação em Goiânia", esclarece um de seus diretores, Horácio Santana de Paula.

 Quando surgiu, a empresa contava apenas com oito funcionários e produzia apenas 30 toneladas por mês. Hoje, instalada numa área de mais de 4 mil metros quadrados, com 1.400 de área construída, a Plastform mantém firme seu propósito de crescer cada vez mais.

 Segundo Olegário Ribeiro da Costa, o outro diretor da empresa, a Plastform está se preparando para novos investimentos a partir de 98, com o foco voltado para o ano 2000. "Queremos investir em tecnologia e ter novas propostas de incremento para o futuro", diz.

 Nessa caminhada futurista, a Plastform já dá os primeiros passos e testou a nova resina da Politeno, a Suplex®. Os dados coletados, durante avaliação, mostram que a resina foi aprovada com louvor, visto o ganho de transparência e de brilho. Com certeza este já é um capítulo presente na vida dessa empresa que pensa no futuro.

 

 POLIPLAST PRONTA PARA NOVOS DESAFIOS

Nascer em meio à crise do petróleo foi o primeiro desafio enfrentado pela Poliplast, uma empresa que surgiu dia 4 de novembro de 74, com o propósito de aproveitar a demanda por fabricação de embalagens plásticas para produtos alimentícios. A empresa começou com oito funcionários e uma capacidade de produção da ordem de 30 toneladas por mês. Hoje a realidade é outra. A Poliplast tem 40 funcionários e capacidade para produzir 250 toneladas por mês, levando seus produtos para as mais diversas regiões do País.

 Voltada a  atender, principalmente, o mercado de empacotamento de açúcar e arroz,  a empresa se instalou numa área de 5 mil metros quadrados, dos quais 1.600 são de área construída. Para seu diretor-presidente, Jorge Daher, "é preciso dar continuidade à linha de trabalho que temos adotado. Precisamos continuar vencendo os desafios que se colocam a nossa frente, como è o caso do momento econômico atual".

 "O relacionamento da Poliplast com a Politeno sempre foi de total integração", lembra Jorge. É possível que a somatória desses fatores represente a mola propulsora que a empresa utiliza há 23 anos para vencer seus desafios e conquistar novos horizontes.

 

SEMINÁRIO RS VAI AOS MUNICÍPIOS DO INTERIOR

Com múltiplas datas de desenvolvimento em várias cidades do Estado, o seminário RS: Uma Vocação Plástica, já realizado em Pelotas, Osório, Novo Hamburgo, Livramento, Caxias e Santa Maria, é promovido pelo Proplast/RS - o Programa Setorial de Desenvolvimento da Indústria de Transformação de Produtos Petroquímicos e Químicos do Rio Grande do Sul - e resulta de uma articulação do Governo do Estado, através da Secretária do Desenvolvimento e dos Assuntos Internacionais, com a cadeia petroquímica. Seu objetivo é a interiorização do plástico, disponibilizando informação, programas de capacitação, incentivos e recursos financeiros às indústrias de transformação, buscando o desenvolvimento das empresas já existentes e a criação de novas empresas.

 A Triunfo participa do Proplast juntamente com a Copesul, Sedai, Sebrae, Simpergs, Simplas, OPP Petroquímica, Ipiranga Petroquímica e Agência de Desenvolvimento. Até o ano 2000, a meta do Proplast é de propiciar um incremento anual de cerca de 41 mil toneladas de matéria-prima, com um investimento de US$ 2,7 bilhões.

 

COMERCIALIZAÇÃO DE MÁQUINAS: NOVA EMPRESA

A transformação plástica, principalmente quem trabalha com injeção e sopro, conhece  a figura tarimbada de Lourival Moreira que, durante muitos anos, emprestou o brilho de seus conhecimentos sobre esses setores a empresa Irmãos Semeraro Ltda.

 Agora, em nova fase, nosso amigo Lourival informa que está à frente das vendas de Com. e Representações de Maqs. e Acessórios Mozzeli, empresa voltada a comercialização de máquinas injetoras, sopradoras e periféricos.

 Instalada em um galpão de 400m2, oferecem equipamentos revisados, testados, acompanhados de uma linha de crédito sujeita à aprovação de cadastro.

 

K’98: ENCONTRO MUNDIAL DA INDÚSTRIA PLÁSTICA 
E DA BORRACHA 2.400 EXPOSITORES PRESENTES 
EM DÜSSELDORF EM OUTUBRO

O setor mundial de plásticos e borracha aguarda ansiosamente pela  realização de sua principal Feira: K’98, a se realizar em Düsseldorf, Alemanha, entre os dias 22 e 29 de outubro.

 2.400 expositores, oriundos de 45 países, já reservaram seus estandes até a presente data, março de 98. Eles apresentarão produtos e serviços numa área superior a l37.000 m2 - ocupando, integralmente, o “Düsseldorf  Trade Fair Center”. O setor de Máquinas e Equipamentos (Engenharia Mecânica) ocupará 2/3 da área de exposição: Pavilhões 1º, 2º e do 7º ao l5º; os setores de Matérias Primas e Transformadores estarão localizados do 3º ao 6º pavilhões.

 58% do total de expositores (1.394 empresas) são provenientes de fora da Alemanha. A Itália, como sempre, representa seu maior contingente. 383 empresas ocuparão uma área de 23.291 m2. Isto significa que a presença italiana cresceu, desde 1995: há três anos atrás, 336 empresas ocuparam uma área de 21.913m2. Outro grande grupo de expositores vem da Grã-Bretanha ( 128 empresas/4.665 m2); dos Estados Unidos (111 empresas/ 4065 m2); da França (105 empresas/4198 m2); da Holanda (75 empresas/4906 m2); Suíça (74 empresas/4190 m2); da Aústria (67 empresas / 4621 m2); e Bélgica (68 empresas / 3.346 m2).

 K’98 inciar-se-á com um Evento Especial: “Plásticos na Tecnologia Médica”. Esse debate contará com a apresentação figuras abalisadas do mundo científico que traráo novidades a cerca do crescimento potencial da tecnologia médica, desenvolvimento de produtos e matérias primas e tecnologia de transformação.

 Para facilitar o contato entre expositores e visitantes, a K’98 trará um novo sistema de registro: os visitantes possuirão um cartão magnético com todos os seus dados. Assim, o expositor, através de scaners, terá acesso a eles imediatamente.

 Maiores detalhes sobre a K’98 podem ser encontrados na internet, no endereço:

http://www.k-online.de.

 O lema da K’98 é: “Sucesso através de Inovação”!

 

 
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